Danielian RJ apresenta (como me apaixonei por uma linha) *
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| Foto meramente ilustrativa. |
Exposição marca a estreia de Emilio Azevedo em uma individual no Brasil
Março
de 2025 - Danielian Rio de Janeiro apresenta (como me
apaixonei por uma linha), primeira exposição individual
de Emilio
Azevedo no Brasil. O trabalho do artista parte da reflexão
sobre como o território amazônico se tornou imagem. Esse questionamento o levou
a seguir os rastros de Marechal Rondon, seja por suas marcas no estado
nomeado em sua homenagem, ou pelo seu legado no Exército Brasileiro. O trabalho
de Azevedo já foi exposto em diferentes instituições da Europa como: Musée
du Quai Branly, Centre photographique d’Île-de-France e FOMU.
Segue trecho escrito pela curadora Fernanda
Brenner, que contribuiu para a exposição com um texto crítico:
“O trabalho de Azevedo parte de uma pergunta central: como o território
amazônico se tornou imagem? Um espaço geográfico foi sendo progressivamente
convertido em representação até o ponto em que a imagem substitui a experiência
direta. A palavra de que se vale, em francês, é devenir, um tornar-se que
sugere processo, algo que nunca se fixa. Sua estratégia é o que chama de
an-arquia visual, o hífen devolvendo a palavra à raiz grega, a recusa de uma
única arkhé, um único princípio organizador. O corpus de imagens resultante
recusa fixar o território numa narrativa única, permitindo que qualquer ponto
sirva como ponto de partida”.
Créditos: Neila Carvalho | Cor
Comunicação
* Este conteúdo foi enviado pela assessoria de imprensa

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