Um convite para reviver o verão na Villa Diodati, berço da literatura gótica *
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| Foto meramente ilustrativa. |
Após 200 anos do encontro que deu origem a Frankenstein, quatro jovens são levados ao local para criar novos monstros em "Jovens Malditos", um dark academy de horror contemporâneo
Imagine ser um jovem artista e receber um convite
para passar o verão na mesma mansão onde Mary Shelley concebeu Frankenstein e
John Polidori escreveu O vampiro, obra que mais tarde inspiraria Drácula,
títulos que se tornaram clássicos e deram origem à literatura gótica. Essa é a
premissa de Jovens Malditos, escrito pela autora inglesa M. A. Bennett e
publicado no Brasil pela Plataforma21.
Escolhidos por suas trajetórias criativas, os jovens
chegam ao local com linguagens artísticas distintas: Eve é uma booktuber conhecida
por falar sobre morte e luto; Griffin, um rapper de sucesso que transforma
violência e exclusão em letra; Hal, um youtuber especializado em cinema de
terror; e Ren, um ator e performer obcecado por narrativas vampirescas.
Instalados em quartos que homenageiam os poetas de 1816 (John Polidori, Lord
Byron, Mary Shelley e Percy Bysshe Shelley) e cercados por uma equipe
silenciosa, eles logo percebem que o retiro artístico funciona sob regras
estranhas e que as paredes parecem vigiar cada movimento.
A situação se agrava na noite de leitura do Fantasmagoriana,
jogo criativo proposto pela Fundação Diodati que dá lugar a visões
perturbadoras, manifestações físicas inexplicáveis e experiências que
materializam medos íntimos, culpas e traumas. A chegada inesperada de uma
visitante e sua morte misteriosa nos arredores da mansão, fazem a estadia virar
uma espiral de paranoia. Conforme segredos vêm à tona e a ciência se entrelaça
ao ocultismo, os quatro percebem que talvez o objetivo da Fundação nunca tenha
sido criar histórias, mas transformar artistas em monstros.
Com atmosfera sombria e tempestuosa, a obra transita
entre dark
academy, literatura gótica e horror contemporâneo, atualizando
temas clássicos para o público jovem. Ao abordar temas como identidade, culpa,
sexualidade, pertencimento e trauma, M. A. Bennett converte
pavor em linguagem narrativa e corpo em campo de disputa, fazendo do terror uma
ferramenta de reflexão sobre o que se escolhe silenciar.
Primeiro volume de uma duologia, Jovens
Malditos é indicado para quem busca histórias intensas,
personagens moralmente ambíguos e narrativas que flertam com o sobrenatural sem
abrir mão de camadas psicológicas profundas. Perfeita para fãs de séries
como Wandinha e Stranger
Things, a trama convida o leitor a atravessar a porta da Villa
Diodati sabendo que, depois disso, nada (nem ninguém) sai ileso.
Sobre
a autora: M. A. Bennett nasceu em Manchester, filha de
uma mãe inglesa e um pai veneziano. Foi criada em Yorkshire, berço do gótico
inglês. Amava tanto literatura que estudou em quatro universidades, incluindo
Oxford e Veneza. Depois, cursou Artes e trabalhou como designer, atriz e
crítica de cinema. Atualmente,ela trabalha com sua grande paixão:
escrever livros, e sua obra já foi traduzida para mais de vinte idiomas. M. A.
Bennett mora em Londres com o marido, dois filhos e três gatos.
Instagram: @zmabennettauthor
X: @MABennettAuthor
Sobre
a editora: A Plataforma21 é o resultado do carinho da VR
Editora pelos jovens leitores. E tudo começou com a publicação do best-seller
Maze Runner. São 9 anos oferecendo o que há de melhor em aventura, romance,
fantasia e cultura pop na literatura de entretenimento.
Instagram: @plataforma21_ e @VReditorabr | TikTok: @plataforma21_
Créditos: Dielin da Silva | LC Agência de Comnicação
* Este conteúdo
foi enviado pela assessoria de imprensa

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