Nova MPB: 8 artistas mostram como a canção brasileira se reinventa em 2026 *
Com trabalhos distribuídos pela Nikita Music, artistas de
diferentes regiões e estéticas apontam novos caminhos para a música popular
brasileira ao integrar autoria, território e linguagens contemporâneas
São
Paulo, fevereiro de 2026 – O surgimento de novos 'cantautores', artistas
que assinam a própria composição e interpretação de suas músicas, vem
impulsionando a Nova MPB e ampliando os diálogos da música popular brasileira
com gêneros regionais e linguagens contemporâneas. Dados do relatório Loud
& Clear, do Spotify, indicam crescimento contínuo de lançamentos autorais
independentes no país e maior presença desses artistas em playlists editoriais
e algorítmicas de MPB, música alternativa e regional. Nesse contexto, selos
como a Nikita Music têm atuado como agentes estratégicos na
distribuição e no desenvolvimento de artistas que operam fora do eixo
tradicional da indústria musical.
A seguir, Llerena destaca oito movimentos-chave, representados
por artistas independentes que vêm redesenhando a MPB a partir de diferentes
territórios estéticos e geográficos:
1.
Poesia como eixo central da canção autoral - Raissa Fayet: a
cantora prioriza densidade poética e narrativa, reforçando uma vertente da
MPB em que a escuta atenta e o texto ocupam lugar central, dialogando com
tradições da canção brasileira sem perder contemporaneidade.
2.
Sensibilidade pop como linguagem de ampliação de público - Luana Flores: ao
transitar entre MPB e pop contemporâneo, Luana Flores aproxima a canção autoral
de formatos mais acessíveis, ampliando seu alcance junto a novos públicos sem
abrir mão da identidade artística.
3.
Música regional como experiência coletiva - Pisada da Jurema: a Pisada
da Jurema combina ritmos regionais, identidade territorial e performance
coletiva. O projeto reflete uma MPB expandida, em que a canção se constrói a
partir do encontro entre tradição, comunidade e expressão contemporânea.
4.
Intimismo e estética alternativa na nova canção - Marela: Marela
se insere em uma vertente da MPB que valoriza intimismo, vulnerabilidade e
estética alternativa. Letras e arranjos dialogam com a música independente
global, mantendo a canção brasileira como referência estrutural.
5.
Amazônia como centro criativo da MPB contemporânea - Íris da Selva - Íris
da Selva desloca o eixo geográfico da MPB ao conectar a canção brasileira às
sonoridades amazônicas, incorporando referências regionais da floresta e do
Norte do país.
6.
Referências latino-americanas como expansão estética - Natasha Llerena: a
artista integra referências latino-americanas à canção brasileira, reforçando a
MPB como linguagem aberta e conectada a fluxos culturais do continente.
7.
Música urbana em diálogo com a tradição da canção - Versa: Versa
aproxima música urbana e MPB, mostrando como rap, R&B e outras linguagens
contemporâneas dialogam com a estrutura da canção brasileira, ampliando seu
vocabulário estético.
8.
Trânsito fluido entre MPB e pop contemporâneo - Robert: Robert
ilustra a fluidez entre MPB e pop brasileiro. Ao circular entre esses
universos, o artista reforça a tendência de gênero como ferramenta expressiva,
alinhada às dinâmicas digitais e à criação independente.
Ao comentar a ampliação das fronteiras estéticas da
MPB e a diluição de limites entre gêneros musicais, Felippe
Llerena avalia que o momento atual reflete uma mudança estrutural na forma
como a música popular brasileira é produzida, classificada e
consumida.“Estima-se que existam mais de 300 gêneros musicais diferentes no
Brasil. Quem disse que isso não é tudo MPB?”, provoca Felippe Llerena.
“Hoje, os gêneros se misturam, formam novas vertentes e continuam sendo
expressões legítimas da música popular. Há uma geração inteira ocupando esse
espaço com protagonismo autoral.”
O avanço desses artistas sinaliza uma MPB em
constante transformação, que se fortalece ao incorporar diversidade regional,
novas linguagens e modelos independentes de criação. Mais do que um gênero, a
MPB se consolida como um campo vivo de experimentação cultural. O trabalho
desses artistas está disponível nas principais plataformas digitais, como
Spotify, Apple Music, Deezer e YouTube.
Sobre
a Nikita Music
A Nikita Music Digital é uma empresa brasileira
especializada em distribuição digital de música e monetização. Seu fundador,
Felippe Llerena, é um profissional pioneiro no mercado da música independente e
distribuição digital no Brasil. A empresa oferece serviços de distribuição de
música digital para gravadoras, produtoras, empresários e artistas independentes,
possibilitando a presença em centenas de plataformas de streaming ao redor do
mundo. Além disso, a Nikita Music Digital oferece suporte no pitching para
inclusão em playlists e promoção no lançamento de novas músicas. Para mais
informações, acesse: https://www.nikita.com
Créditos: Gabriel Moreira | Mention.Net
* Este conteúdo
foi enviado pela assessoria de imprensa
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