Nem todo amor é como nos doramas *
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| Foto meramente ilustrativa. |
Em "Meninas céticas compartilham guarda-chuvas", a autora best-seller Gisele Fortes discute vulnerabilidade, amizade e autoconhecimento por meio de um romance imersivo na capital sul-coreana
Cafeterias escondidas entre ruas movimentadas, estações de metrô
lotadas e encontros que parecem escritos pelo destino nas paisagens
mais icônicas dos cartões-postais da Coreia do Sul: Rio Han,
Biblioteca Starfield, Palácio Gyeongbokgung e
Manu trabalha como editora de livros de terror,
é pragmática, desiludida amorosamente, focada na carreira e do
tipo que não acredita em finais felizes. Acostumada a controlar tudo,
carrega o peso das expectativas profissionais e o medo de errar. Já Alice
segue o caminho oposto: romântica incurável, intensa e guiada pela crença
de que o amor surge pronto, como nos doramas que consome desde
sempre. Porém, tudo muda quando Manuela aceita o convite da editora
Black Books para uma imersão em Seul a fim de editar obras
de romances açucarados – gênero de que tem aversão;
e Alice ganha de presente da madrinha a viagem dos sonhos para a
mesma cidade. As duas embarcam no desconhecido e precisam se
adaptar à nova cultura, além de descobrir
que este novo território pode transformar para sempre sua
amizade e perspectivas de mundo.
Em meio a choques culturais, dilemas familiares e
transformações internas, Manuela se envolve com
Ji-hoon, (um editor sul-
Narrado em primeira pessoa, com pontos de vistas alternados
entre as duas protagonistas, Gisele Fortes entrega um enredo slow burn totalmente
imersivo nos costumes sul-coreanos, ao abrir cada
capítulo com nomes de doramas famosos, como: Nosso destino, Beleza
Verdadeira e Rainha das Lágrimas, além de trazer referências às
músicas de K-pop. Por meio desses recursos, a autora cria uma
cadência sensorial própria para a leitura e reforça a
sensação de estar acompanhando
Meninas céticas compartilham guarda-chuvas é mais
do que uma ponte entre a cultura brasileira e coreana: o
título é uma celebração ao amor, à amizade
e à sensibilidade de ser você mesmo. Este
lançamento mostra que vulnerabilidade não é sinônimo
de fraqueza e que amadurecer exige coragem, tentativas e erros,
além de rever as próprias expectativas. A autora
traz ainda reflexões profundas sobre o poder da amizade
feminina, coragem afetiva e a liberdade de escrever a própria narrativa, mesmo
quando a vida insiste em improvisar o roteiro.
Sobre
a autora: Gisele Fortes é formada em Produção Editorial pela ECO/UFRJ e
iniciou sua trajetória literária em 2021. Desde então,
publicou dez livros, incluindo os best-sellers Da fossa à
bossa (2022) e Não deu match (2023). Participou de
programas como Que história é essa, Porchat?, Encontro com
Fátima Bernardes e Altas Horas, além de marcar presença em grandes eventos do
mercado editorial. Roteirista formada, atua também no audiovisual e já
apresentou projetos em eventos, como Rio2C e Frappa. Inspirada por suas
vivências pessoais e apaixonada por k-dramas, romances e finais felizes, Gisele
cria histórias com emoção e identificação. Carioca, mãe de gêmeas e fã de
massas e vinhos, escreve para fazer rir, chorar e semear amor.
Créditos: Gabriela Cuerba | LC Agência
de Comunicação
* Este conteúdo foi enviado pela assessoria de imprensa

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