Com apoio da Parada SP, o Ateliê Recomeçar com Orgulho oferece oficinas de artesanato e levará produções à Feira Cultural da Diversidade LGBT+ *
Iniciativa da EternamenteSou e Gaia+, em parceria com a Parada
SP, o Ateliê promove autonomia financeira, geração de renda e empreendedorismo
por meio de atividades voltadas a pessoas trans e travestis com 40 anos ou
mais, e demais integrantes da comunidade LGBT+ a partir dos 50 anos.
A Parada SP, organizada pela APOLGBT-SP
(Associação da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo), sedia de 23 de
fevereiro até 13 de abril oficinas semanais de artesanato promovidas
pelo Ateliê
Recomeçar com Orgulho voltada para pessoas LGBT+ maduras,
a partir dos 40 anos. As inscrições são gratuitas e estão disponíveis por meio deste formulário.
Os materiais produzidos no primeiro ciclo do projeto serão expostos e
comercializados na Feira Cultural da Diversidade LGBT+, promovida
pela Parada SP no dia 04 de junho de 2026, quinta-feira, feriado de Corpus
Christi. O evento é um dos principais espaços de celebração e afirmação da
diversidade no país.
O projeto conta com o apoio da 7ª edição do Edital Itaú LGBTI+
Orgulho, que fomenta iniciativas voltadas à promoção de direitos, inclusão
social e valorização das trajetórias da população LGBT+ no Brasil. A iniciativa
reafirma o compromisso das organizações parceiras com a dignidade, o direito ao
recomeço e a construção de caminhos possíveis para a autonomia e o
pertencimento de pessoas LGBT+ maduras.
O Ateliê Recomeçar com Orgulho prevê a formação de um coletivo
que participará de uma série de encontros presenciais com oficinas práticas de
produção artesanal, integradas a conteúdos socioemocionais, desenvolvimento
pessoal e noções de empreendedorismo. Os encontros serão acessíveis, dinâmicos
e não exigem experiência prévia, valorizando os saberes e vivências de cada
participante. A proposta é dialogar, criar e construir possibilidades em um
espaço seguro, acolhedor e criativo.
O projeto é direcionado a pessoas trans e travestis com 40 anos
ou mais e a demais integrantes da comunidade LGBT+ com 50 anos ou mais,
reconhecendo as barreiras estruturais de acesso ao trabalho, renda e
desenvolvimento enfrentadas por esses grupos. Muitas dessas pessoas não
conseguem se inserir no emprego formal devido a fatores como etarismo,
transfobia, LGBTfobia ou interrupções nas trajetórias profissionais. Nesse
contexto, o empreendedorismo aparece como alternativa potente de sustento e
autonomia.
O Ateliê aposta no empreendedorismo coletivo como estratégia de
pertencimento e apoio mútuo. Ao produzir em grupo, as pessoas participantes
constroem não apenas produtos e renda, mas também vínculos e redes que
fortalecem suas jornadas de recomeço.
Créditos: Diogo Locci | Pevi 56
* Este conteúdo
foi enviado pela assessoria de imprensa
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