Na Era dos algoritmos, até onde vai o livre-arbítrio humano? *
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| Foto meramente ilustrativa. |
Ambientado em um futuro distópico, "Future Rising: A Sétima Máquina" usa o imaginário Cyberpunk para refletir sobre vigilância, inteligência artificial e a fragilidade da liberdade humana
Em um mundo governado por sistemas invisíveis,
decisões automatizadas e vigilância constante, a sensação de escolha pode ser
apenas uma ilusão. É a partir desse cenário caótico (e cada vez mais familiar)
que o escritor Rick Schwartz elabora o enredo de Future
Rising: A Sétima Máquina, ficção científica que dialoga com questões
atuais como o avanço da Inteligência Artificial, o poder das megacorporações e
os limites da autonomia humana.
No livro, ambientado numa atmosfera Cyberpunk, o leitor
acompanha a trajetória de Zack, um soltado de elite treinado por uma agência
secreta que opera acima das leis e dos governos. Aprimorado com implantes
neurais e tecnologias de combate, ele é moldado para ser a peça perfeita de um
sistema que controla informações, corpos e decisões. Tudo muda quando uma
missão aparentemente simples se transforma em uma emboscada que o empurra para
fora do sistema que ele mesmo ajudou a sustentar. Caçado, ferido e “offline”, o
combatente passa de executor a inimigo do regime tecnológico.
Em paralelo, a narrativa apresenta Dr. William
Sheppard, psicanalista especialista em IA, recrutado à força para integrar um
projeto secreto de proporções inimagináveis. Movido pela esperança de salvar a
esposa em coma, ele se vê envolvido na criação de uma AGI (Artificial
General Intelligence) capaz de simular consciência humana. Ao perceber que
a máquina pode se tornar algo além do controle dos próprios criadores, Dr.
Sheppard passa a questionar não apenas os limites da tecnologia, mas também o
conceito de humanidade.
Os caminhos do soldado traído e do cientista
desiludido se cruzam em um universo dominado pela NeuroSync: corporação
responsável por implantes cerebrais que conectam toda a população a uma rede de
vigilância total; e pela Neuropol, uma força policial que patrulha não apenas
as ruas, mas também a mente das pessoas. No centro desse sistema está o Projeto
Arbiter, um algoritmo desenhado para eliminar o caos e padronizar decisões em
escala global.
Com forte influência da cultura Cyberpunk, Rick
Schwartz combina ação, conspirações políticas e tecnologia avançada
para criar uma narrativa marcada por caos, vigilância e erosão da autonomia
individual. O autor apresenta um universo onde algoritmos decidem destinos,
corporações substituem governos e a promessa de eficiência esconde mecanismos
sofisticados de controle, cenário que transforma resistência e sacrifício em
atos quase inevitáveis.
Mais do que uma ficção científica sobre o que futuro
reserva para as pessoas, Future Rising: A Sétima Máquina se
insere no debate contemporâneo no que se refere a inteligência artificial,
vigilância digital e livre-arbítrio. Ao explorar dilemas como consciência,
empatia e identidade em um mundo mediado por sistemas automatizados, o livro
funciona como um convite para que o leitor reflita: as escolhas ainda são
humanas ou já foram silenciosamente delegadas às máquinas?
Sobre o autor: Rick Schwartz, é
empresário, nasceu em 1985 no estado de São Paulo e hoje vive em Santa Catarina
com a família. Suas principais influências vão desde a filosofia, cinema,
cultura geek dos anos 90 e o bom e velho Heavy Metal.
Redes sociais
· Instagram: @rickschwartz.autor
Créditos: Dielin da Silva | LC Agência de Comunicação
* Este conteúdo
foi enviado pela assessoria de imprensa

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