Por trás de uma vida perfeita, há uma mulher impossível de decifrar *
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| Foto meramente ilusstrativa. |
Stalking, ambições e segredos familiares se entrelaçam em "A dama de Gangnam", thriller psicológico da escritora sul-coreana Lee Hong que chega ao Brasil pela VR Editora
Para quem
acompanha de fora, a vida de Oh Miná parece ter chegado ao ponto em que poucas
coisas poderiam dar errado. Aos 40 anos, é uma apresentadora de televisão
conhecida na Coreia do Sul, autora de um livro de ensaios que se tornou
best-seller e moradora de Gangnam, bairro de Seul associado à riqueza, consumo
e ascensão social. Bonita, bem-sucedida e cercada por sinais de prestígio, ela
parece representar exatamente aquilo que a sociedade espera de uma mulher que
venceu. Até começar a receber ameaças de um stalker misterioso.
É a
partir dessa aparente contradição que a escritora sul-coreana Lee Hong constrói a
trama de A dama de
Gangnam, thriller psicológico publicado no Brasil pela VR Editora, com tradução
direta do coreano por Bruna Giglio. Na obra, é possível acompanhar a
protagonista em quatro momentos diferentes de sua vida, apresentados em ordem
cronológica inversa. A cada fase da vida da personagem, o leitor regressa
alguns anos no passado e descobre novas camadas de uma mulher que, quanto mais
conhecida, parece também mais difícil de decifrar.
O clima
de tensão toma conta da narrativa quando a perseguição se torna cada vez mais
ameaçadora. O desaparecimento de seu animal de estimação, cartas anônimas,
vandalismo e até um ataque físico fazem Oh Miná desconfiar das pessoas ao seu
redor. Conforme a história recua no tempo, a pergunta deixa de ser apenas quem
a está perseguindo e passa a envolver a própria protagonista. Suas relações
familiares, seus relacionamentos, a maternidade, o luto e os vínculos construídos
ao longo da vida revelam uma personagem cuja posição de vítima nunca é
completamente confortável.
Nascida
no bairro onde a história se passa, Lee
Hong transforma o local onde cresceu em mais do que um
cenário para o enredo. Conhecido pela concentração de riqueza, consumo e
prestígio, o distrito serve como ponto de partida para uma narrativa que aborda
temas como as pressões sociais enfrentadas pelas mulheres, a construção da
imagem pública, as expectativas em torno da maternidade e do casamento, além da
busca por ascensão em uma sociedade marcada pela competição. Ao apresentar
diferentes fases da vida de Oh Miná, a escritora retrata ainda as
transformações da sociedade ocidental entre o fim dos anos 1980 e a década de
2010.
Reconhecida
por explorar as contradições da sociedade coreana na atualidade, a autora
recebeu o Prêmio Escritor do Ano por seu romance de estreia, Girlfriends (posteriormente
adaptado para o cinema), e foi finalista do Korea Times Literary Award. Em A dama de Gangnam, ela
combina suspense psicológico, drama familiar e crítica social para construir
uma protagonista feminina moralmente ambígua, em uma narrativa em que
aparências, relações e memórias podem esconder mais do que revelam. A capa da
edição brasileira é assinada pela quadrinista e ilustradora coreano-brasileira
Ing Lee, que traz para a obra seu traço característico em uma composição que
combina referências aos quadrinhos, à estética pop e à cultura urbana asiática.
Ficha
Técnica:
Título: A
dama de Gangnam
Autora: Lee
Hong
Tradutora: Bruna
Giglio
Editora: VR
Editora
Edição/ano: 1ª/2026
ISBN do livro
físico: 978-85-507-0841-6
ISBN do e-book: 978-85-507-0842-3
Gênero:
Thriller psicológico; ficção literária sul-coreana; drama criminal
Idade recomendada: 18+
Número de páginas: 268
Preço: R$
79,90
Onde encontrar: Amazon | VR-Commerce | Principais livrarias
Sobre
autora: Nascida em Gangnam, Lee
Hong ganhou destaque no cenário literário sul-coreano ao
receber o Prêmio Escritor do Ano pelo romance, Girlfriends (2007), posteriormente
adaptado para o cinema. Suas obras exploram desejos, tensões e contradições da
sociedade coreana contemporânea, sendo amplamente elogiadas pela crítica e
consolidando a autora como uma das principais representantes do que os críticos
passaram a chamar de “romance de Gangnam”. Foi finalista do Korea Times Literary Award e
recebeu o Novos Talentos da Arte, na categoria Literatura, concedido pelo
Conselho de Artes da Coreia. Paralelamente, Lee Hong dirige uma agência
literária dedicada à internacionalização da literatura feminina coreana e vem
idealizando e coordenando diversos projetos editoriais e culturais entre a
Coreia e a Europa. Atualmente, vive em Paris, onde escreve o próximo romance.
Sobre a
editora: Alguns livros viram febre, outros, marcam gerações. Com mais de
25 anos no Brasil e um catálogo de autores e ilustradores premiados, a VR
Editora transforma literatura em experiências que os leitores querem viver e
reler.
Instagram: @VReditorabr
Créditos: Dielin da Silva | LC Agência de Comunicação
* Este conteúdo foi enviado pela assessoria de
imprensa

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