Nova exposição imersiva e gratuita leva público para conhecer história e lendas da grande Muralha da China *
![]() |
| Foto meramente ilustrativa. |
A história, a cultura e as transformações da China
ao longo dos séculos chegam a Campinas em uma experiência imersiva que coloca
um dos maiores símbolos do país no centro da narrativa. A partir de 2 de
setembro, o Instituto CPFL recebe a exposição “A Grande Muralha da China”,
experiência inédita no Brasil que propõe ao visitante uma nova forma de
conhecer esse patrimônio histórico.
Com uma combinação de tecnologia e conteúdo
histórico, a exposição percorre diferentes momentos da trajetória da Muralha e
revela como ela se transformou ao longo do tempo. Criada
pela YDreams Global, a mostra utiliza projeções, recursos
audiovisuais, mapas digitais, instalações interativas e experiências
multissensoriais para conduzir o público por uma viagem que passa pelas
primeiras estruturas defensivas, pelas diferentes dinastias chinesas, pela Rota
da Seda e chega à importância da Muralha nos dias atuais.
A exposição integra as atividades da 10ª
edição da programação da frente “CPFL Intercâmbio
Brasil-China” e ganha significado especial em 2026, ano escolhido pelos
governos dos dois países como Ano da Cultura China-Brasil. Com entrada
gratuita, a mostra permanece em cartaz até 31 de outubro, na Galeria do
Instituto CPFL.
Inspirada na metáfora curatorial do “Dragão de Pedra
que Nunca Dorme”, a experiência apresenta a Muralha como uma construção que
atravessou diferentes períodos históricos e continua viva no imaginário
contemporâneo. “Ao completar dez edições, o CPFL Intercâmbio Brasil-China
reafirma o propósito do Instituto CPFL de aproximar culturas e ampliar o acesso
do público a diferentes formas de conhecimento. Trazer uma experiência inédita
sobre a Grande Muralha justamente no Ano da Cultura China-Brasil torna esta
edição ainda mais simbólica e fortalece uma ponte cultural construída ao longo
de quase uma década”, afirma Daniela Ortolani
Um dos destaques é a Rota da Seda, apresentada de
forma interativa. Por meio de recursos digitais, o público pode visualizar os
caminhos percorridos por comerciantes e viajantes, conhecer cidades e regiões
que fizeram parte desse circuito e compreender a importância dessas conexões
para a troca de produtos, costumes e conhecimentos entre diferentes povos.
A exposição também aproxima o visitante dos aspectos
menos conhecidos da construção da Muralha. Materiais e técnicas utilizados em
diferentes momentos da história podem ser observados e explorados em estações
táteis, mostrando como os recursos disponíveis em cada época influenciaram a
forma de construir e preservar essa estrutura.
A proposta é proporcionar uma experiência que vá
além da observação e permita ao público estabelecer diferentes formas de
contato com o conteúdo apresentado. Recursos visuais, sonoros, digitais e
táteis são utilizados para ampliar a compreensão sobre a Muralha e sobre o
contexto histórico e cultural em que ela foi construída.
Segundo a head do Instituto, a proposta é transformar informações históricas em uma experiência que possa ser explorada por diferentes sentidos e públicos. “A nossa ideia é fazer com que os visitantes não apenas conheçam a história da Grande Muralha, mas se sintam parte dessa jornada. A tecnologia e os recursos imersivos nos permitem apresentar suas dimensões, histórias e simbolismos de uma maneira envolvente, aproximando o público brasileiro de um patrimônio que atravessa séculos da civilização chinesa”, destaca.
Uma
viagem pela história da Muralha
No centro do percurso, o visitante encontra uma
experiência imersiva que amplia a percepção sobre a dimensão e a diversidade
dos territórios atravessados pela Grande Muralha. Imagens projetadas em grandes
dimensões, sons e efeitos sensoriais criam uma ambientação que remete às
montanhas, aos desertos e às antigas passagens que fazem parte dessa
trajetória.
A proposta é apresentar a Muralha não como uma
estrutura única e estática, mas como resultado de diferentes períodos de
construção e transformação. Ao percorrer esse ambiente, o público entra em
contato com os contextos históricos e com as pessoas que viveram, circularam e
estabeleceram relações ao redor dessas estruturas.
A metáfora do “Dragão de Pedra que Nunca Dorme” ajuda a conduzir essa narrativa. Torres, caminhos e portões ganham novos significados dentro da experiência e passam a representar não apenas elementos arquitetônicos, mas também os fluxos de pessoas, encontros, conflitos e trocas culturais que marcaram a história da região.
Um
símbolo que atravessa gerações
Na parte final do circuito, a exposição acompanha a
transformação da Grande Muralha em um dos principais símbolos culturais da
China. Com o passar do tempo, sua importância ultrapassou a função para a qual
diferentes trechos foram originalmente construídos, tornando-se também um lugar
de memória e um patrimônio compartilhado por gerações.
O reconhecimento internacional reforça essa
trajetória. A Grande Muralha foi inscrita pela UNESCO na lista do Patrimônio
Mundial em 1987 e, posteriormente, passou a integrar a seleção das Novas Sete
Maravilhas do Mundo, ampliando ainda mais sua projeção internacional.
A última etapa aproxima o visitante da China atual
por meio de uma ambientação que incorpora elementos das celebrações e
manifestações culturais do país. O dragão aparece novamente como elemento
central, associado à força, à continuidade e à identidade cultural chinesa.
Ao concluir o percurso, a exposição propõe um olhar que conecta diferentes tempos históricos. A Grande Muralha deixa de ser apenas um vestígio do passado e passa a ser compreendida como um símbolo que continua produzindo significados no presente, aproximando história, cultura e identidade.
Celebração
do intercâmbio cultural
A exposição faz parte de uma programação especial
que marca a 10ª edição do CPFL Intercâmbio Brasil-China, iniciativa criada para
promover o diálogo e a aproximação entre os dois países por meio da cultura.
Em 2026, a programação comemorativa segue até
novembro e integra as celebrações do Ano da Cultura China-Brasil. Além da
exposição “A Grande Muralha da China”, estão previstos quatro concertos com
artista chinês convidado, o Festival da Lua, em Campinas, com atividades
culturais e gastronômicas, a segunda temporada da série de documentários
Brasil-China, publicação de livros sobre filosofia em parceria com a Unicamp,
quatro gravações de edições especiais do Café Filosófico CPFL e a exibição de
três programas inéditos na TV Cultura e o lançamento de um catálogo
comemorativo, que reunirá registros e destaques das dez edições do programa.
Ao longo de uma década, o CPFL Intercâmbio Brasil-China consolidou uma programação voltada à aproximação entre culturas, utilizando a arte, a música, a filosofia, o audiovisual e outras manifestações culturais como instrumentos de diálogo.
YDreams transforma
conteúdo em experiência
Especializada na criação e produção de circuitos
imersivos, interativos e multissensoriais, a YDreams Global
desenvolve projetos que combinam narrativa, design imersivo, tecnologia
sensorial e interação para aproximar o público de diferentes universos.
Créditos: Instituto CPFL
* Este conteúdo foi enviado pela assessoria de
imprensa

Comentários
Postar um comentário