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| Foto meramente ilustrativa. |
O livro físico não é apenas um movimento nostálgico.
Ele se consolida como o formato soberano diante do excesso de telas. O papel é
a resposta biológica ao cansaço digital.
Ainda que leitores virtuais argumentem sobre a
praticidade do Kindle, a sustentabilidade ou a falta de espaço nas estantes, os
números mostram que o formato digital representa apenas uma fração do mercado
frente ao apelo e ao faturamento do livro impresso.
Essa permanência aparece:
- O papel é um refúgio da luz azul e um respiro da
ansiedade gerada pelas notificações constantes. É o convite para desacelerar!
- A leitura impressa estimula a atenção plena, resultando em uma retenção mais
profunda e menos superficial do conteúdo.
- A biblioteca física construída ao longo dos anos estampa sua trajetória
intelectual na sala. Adapta-se aqui o ditado: "Dize-me o que lês e te
direi quem és." A estante permite que você também seja lido por quem o
visita.
- As anotações à margem e a memória visual da página fixam as frases que nos
atravessam de forma afetiva e permanente.
Em um ambiente digital que mede a leitura por
porcentagens, calcula os minutos restantes para o fim do capítulo e exige
velocidade, perdem-se a pausa e a imersão.
O livro impresso resgata a leitura como ritual, provando que nem tudo na vida
precisa ser acelerado.
Mais dicas? Sempre no Instagram @daisygouveiaoficial
*Sobre Daisy Gouveia
Daisy Gouveia é
apresentadora, escritora, influenciadora digital e criadora do Clube de Leitura
da Daisy. Com 66 anos, usa as redes sociais para incentivar as pessoas,
principalmente as mulheres, a adotarem o hábito da leitura.
Com 35 anos de experiência na área da moda, escreveu
o livro 'Costurando Minha História' onde conta sua trajetória e fala sobre sua
reinvenção profissional, estimulando as pessoas que também querem mudar.
Instagram: @daisygouveiaoficial
Agradecimentos:
Letícia Lemos | Matéria Primma
** Este conteúdo foi enviado pela assessoria
de imprensa
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