Ministério da Cultura Apresenta: Cisne Negro Cia. de Dança apresenta o programa Raízes Culturais no Teatro Sérgio Cardoso, com duas coreografias do seu repertório *

 

Foto meramente ilustrativa.

Programa reúne as coreografias Calunga, de Rui Moreira; e Que Tal o Impossível?, de Jorge Garcia, inspirada na obra de Itamar Assumpção, nos dias 3 e 4 de outubro

Cisne Negro Cia. de Dança apresenta o programa Raízes Culturais nos dias 03 e 04 de outubro, sábado, às 20h, e domingo, às 16h, no Teatro Sérgio Cardoso, equipamento da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo, gerido pela Associação Paulista dos Amigos da Arte (APAA). O programa reúne duas obras do repertório da companhia: Calunga (2011), coreografada por Rui Moreira, e Que Tal o Impossível? (2025), com concepção e coreografia de Jorge Garcia, que trazem para a dança contemporânea referências à cultura brasileira, à memória, à ancestralidade e à identidade.

Em Raízes Culturais, a companhia coloca lado a lado duas criações de diferentes momentos de seu repertório, conectadas por referências à música, à cultura e à história brasileiras. Nelas, a Cisne Negro Cia. de Dança aborda a cultura brasileira, memória, ancestralidade, identidade, diversidade cultural e o patrimônio artístico nacional por meio da dança contemporânea.

Calunga, foi criada em 2011 por Rui Moreira e tem como referência a composição Maracatu do Chico Rei, de Francisco Mignone, além de temas do projeto Pesquisas Folclóricas do Brasil. A coreografia parte de referências históricas e estéticas das tradições populares brasileiras e do argumento de Mário de Andrade sobre Chico-Rei.

Na obra, o maracatu e a figura da calunga aparecem como elementos ligados à ancestralidade e ao sincretismo. O figurino e os adereços são de Gustavo Silvestre, e a iluminação é assinada por Rui Moreira e Raquel Balekian.

A segunda obra do programa, Que Tal o Impossível?, criada em 2025, parte da obra musical de Itamar Assumpção e estabelece um diálogo com a cidade de São Paulo. A coreografia de Jorge Garcia explora o universo sonoro e teatral do compositor a partir de movimentos contemporâneos e de referências à vida noturna paulistana. A direção artística é de Dany Bittencourt, com direção musical de Maurício Badé e Bruno Buarque e curadoria musical de Anelis Assumpção.

Fundada por Hulda Bittencourt (in memoriam), a Cisne Negro Cia. de Dança tem direção artística de Dany Bittencourt e assistência de direção e ensaios de Patrícia Alquezar

Ficha técnica
Calunga (2011)
Coreografia: Rui Moreira  
Música: Francisco Mignone – Maracatu do Chico Rei e temas incidentais do projeto Pesquisas Folclóricas do Brasil
Figurino e adereços: Gustavo Silvestre
Confecção de figurinos: Camarim Artigos para Dança
Iluminação: Rui Moreira e Raquel Balekian
Argumento: Mário de Andrade

Que Tal o Impossível? (2025)
Música: Itamar Assumpção
Concepção e coreografia: Jorge Garcia
Assistente de coreografia: Patrícia Alquezar
Trilha sonora: Maurício Badé
Mixagem: Bruno Buarque
Curadoria musical: Anelis Assumpção
Cenografia: Leo Ceolin
Iluminação: Rossana Boccia
Figurino: João Pimenta
Participações especiais na trilha sonora: Anelis Assumpção, Rubi Assumpção, Mazinho Lima e Minarê Aureliano

Serviço
Raízes Culturais – Cisne Negro Cia. de Dança
Datas: 03 e 04 de outubro de 2026, sábado, às 20h; domingo, às 16h
Local: Teatro Sérgio Cardoso | Rua Rui Barbosa, 153 – Bela Vista – São Paulo/SP
Ingressos Sympla
Plateia Central – R$ 150 (inteira) | R$ 75 (meia)
Plateia Lateral – R$ 120 (inteira) | R$ 60 (meia)
Balcão – R$ 50 (inteira) | R$ 25 (meia)
Duração: 85 minutos
Classificação: Livre
Capacidade: 827 lugares

Realização: Cisne Negro e Ministério da Cultura (Lei Rouanet) - Governo Federal

Sobre a Cisne Negro Cia de Dança
Fundada em 1977 por Hulda Bittencourt, a Cisne Negro Cia de Dança é uma das mais renomadas companhias de dança contemporânea do Brasil. Com quase cinco décadas de história, a companhia é reconhecida pela inovação artística, técnica apurada e um repertório diversificado que abrange clássicos do balé e criações contemporâneas. A Cisne Negro tem se destacado tanto em palcos nacionais quanto internacionais, representando o Brasil em importantes festivais e turnês em países como Alemanha, Estados Unidos, China, Africa do Sul, Argentina, Canadá, Chile, Colômbia, Cuba, Escócia, Espanha, Inglaterra, Moçambique, Paraguai, Romênia, Tailândia e Uruguai, onde o grupo exibiu-se como um modelo de trabalho dentro da dança brasileira, construído com profissionalismo e paixão. 

A companhia é conhecida por suas montagens criativas, incluindo a tradicional temporada de 'O Quebra Nozes', realizada anualmente, que se tornou um marco na cena cultural brasileira. Com uma equipe de talentosos bailarinos e sob a direção artística de Dany Bittencourt, a Cisne Negro continua a encantar e fomentando plateias ao explorar novos horizontes na dança.

A Cisne Negro Cia de Dança tem em seus valores a inclusão e está sempre atenta à acessibilidade do público, buscando garantir que sua arte seja apreciada por todos. Com um compromisso inabalável com a excelência e a promoção da arte, a companhia segue firme em sua missão de transformar e enriquecer a vida cultural através da dança.

Sobre o Teatro Sérgio Cardoso
Localizado no boêmio bairro paulistano do Bixiga, o Teatro Sérgio Cardoso mantém a tradição e a relevância conquistada em 45 anos de atuação na capital paulista. Palco de espetáculos musicais, dança e peças de teatro, o equipamento é um dos últimos grandes teatros de rua da capital.

Composto por duas salas de espetáculo, quatro dedicadas a ensaios, além de uma sala de captação e transmissão, o Teatro tem capacidade para abrigar 827 pessoas na sala Nydia Licia, 149 na sala Paschoal Carlos Magno, além de apresentações de dança no hall do teatro.
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Sobre a Amigos da Arte
A Associação Paulista dos Amigos da Arte é uma Organização Social de Cultura que trabalha em parceria com o Governo do Estado de São Paulo desde 2004.  Música, literatura, dança, teatro, circo e atividades de artes integradas fazem parte da atuação da Amigos da Arte, que tem como objetivo fomentar a produção cultural por meio de festivais, programas continuados e da gestão de equipamentos culturais públicos. Em mais de 20 anos de atuação, a Organização desenvolveu cerca de 70 mil ações que impactaram mais de 30 milhões de pessoas.

Créditos: Diogo Locci | Pevi 56 

* Este conteúdo foi enviado pela assessoria de imprensa

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