LaMínima inicia a celebração dos 30 anos de circo e teatro com circulação do Cabaré LaMínima ao Máximo *
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| Foto meramente ilustrativa. |
Companhia criada em 1997 por Domingos Montagner e Fernando Sampaio reúne números de três décadas de repertório e inicia a programação que marca seus 30 anos; apresentações acontecem em teatros, praças e ruas de São Paulo e de cidades da região metropolitana, como Embu das Artes
Uma
das companhias brasileiras que mais ajudaram a aproximar o circo e o teatro,
a LaMínima inicia as comemorações pelos seus 30 anos de
fundação em 2027.A programação começa em setembro, com três
apresentações do Cabaré LaMínima ao Máximo - na Associação
Acorde, em Embu das Artes, no dia 11; na Mostra na Sede da Trupe Lona Preta, no
Jardim Guaraú, zona oeste de São Paulo, no dia 12; e na EcoFeira Granja Viana,
no dia 20. Em outubro, no dia 10, o espetáculo chega ao Teatro Flávio
Império, na zona leste da capital. A circulação leva a diferentes territórios
um repertório que reúne números de três décadas de trajetória da companhia, em
um espetáculo de variedades que combina palhaçaria, acrobacia cômica, música,
malabarismo e cenas de circo-teatro.
A
celebração começa na Região Metropolitana de São Paulo, passando por diferentes
espaços e contextos de encontro com o público. Em Embu das Artes, a companhia
se apresenta na Associação Acorde; no Jardim Guaraú, integra a programação da
Mostra organizada pela Trupe Lona Preta, evento já reconhecido por sua atuação
cultural no território; e, na zona leste da capital, ocupa o palco do Teatro
Flávio Império. Novas cidades estão previstas ao longo da circulação, que
integra um projeto com 27 apresentações em seis cidades, além de encontros com
o público e uma exibição online do espetáculo.
A
escolha do repertório funciona como uma espécie de reencontro da companhia com
sua própria história. O Cabaré reúne números de espetáculos
como Luna Parke, Reprise, Rádio Variété e Circo
Charanga, entre outros trabalhos. São números desenvolvidos e transformados
ao longo dos anos, muitos deles experimentados inicialmente nas ruas e praças,
onde a relação direta com o público faz parte da própria construção da cena.
No
formato de cabaré, tradicional no circo, diferentes números e habilidades
convivem em uma mesma apresentação. Na versão da LaMínima, essa estrutura
permite colocar lado a lado diferentes procedimentos desenvolvidos pela
companhia em três décadas de pesquisa sobre a palhaçaria. O resultado não é uma
retrospectiva convencional, mas um espetáculo que coloca em circulação um
repertório revisto a partir da experiência acumulada pela companhia.
Três décadas entre o circo e o teatro
Domingos
Montagner e Fernando Sampaio conheceram-se no Circo Escola Picadeiro em São
Paulo, onde iniciaram a dupla de palhaços (Agenor e Padoca). Ali criaram e
levaram às ruas, reprises, entradas e outros números circenses, desenvolvidos
sob a orientação do Mestre Roger Avanzi, o Palhaço Picolino. Em 1997, criaram a
Cia. LaMínima, com a estreia do espetáculo “LaMínima Cia. de Ballet”, baseado
no humor físico e nas clássicas paródias acrobáticas. De lá pra
cá, a LaMínima construiu uma trajetória dedicada à investigação das
possibilidades de encontro entre o circo e o teatro, com a palhaçaria como um
de seus principais campos de pesquisa. Ao longo de 30 anos, a companhia
produziu 19 espetáculos, apresentados em teatros, circos, ruas e
praças, no Brasil e no exterior.
A
LaMínima participou de mais de uma centena de festivais, mostras e encontros,
incluindo eventos como o FIT de São José do Rio Preto, o FILO de Londrina, o
FIAC – Festival Internacional de Artes Cênicas da Bahia, a Mostra Sesc Cariri,
o Festival Mundial de Circo, o Festival Internacional de Circo do Sesc e o
Festival de Circo do Brasil, em Recife. Fora do país, esteve no Festival
Mundial de Circo de Demain, em Paris.
A
trajetória também reúne mais de 20 prêmios, entre eles
reconhecimentos da APCA, do Prêmio Shell de Teatro, do Prêmio Coca-Cola FEMSA,
da Cooperativa Paulista de Teatro e do Prêmio São Paulo de Incentivo ao Teatro
Infantil e Jovem.
A
circulação comemorativa retoma uma característica presente desde os primeiros
anos da companhia: o deslocamento. Ao longo de sua história, a LaMínima passou
por ruas, praças, teatros e centros culturais da Região Metropolitana de São
Paulo. Voltar a esses territórios para celebrar três décadas de trabalho
estabelece uma relação direta entre memória e presente: são lugares onde a
companhia apresentou seu trabalho e encontrou públicos que também fazem parte
dessa história.
Além
das apresentações, o projeto realiza o Bate-papo LaMínima: entre o
circo e o teatro, conversa de aproximadamente 40 minutos com integrantes da
companhia sobre processos de criação, circulação e as experiências acumuladas
ao longo de três décadas. A proposta recupera também uma característica
fundamental da tradição circense: a transmissão oral de conhecimentos entre
artistas e gerações.
Ao
final da circulação presencial, o Cabaré LaMínima ao Máximo será
disponibilizado gratuitamente no canal da companhia no YouTube. A gravação foi
realizada em 2025, já com o cenário e o figurino utilizados na atual versão do
espetáculo.
Assim,
a comemoração dos 30 anos começa antes da data oficial do aniversário e se
constrói em movimento: com a companhia voltando às ruas, aos palcos e às
cidades onde sua história também foi construída, levando um repertório formado
ao longo de três décadas e reencontrando o público que dá sentido à permanência
dessas cenas.
Serviço:
Cabaré
LaMínima ao Máximo – primeiras apresentações
11
de setembro de 2026, sexta-feira, às 10h e 14h
Associação Acorde – Estrada Moinho Velho, 1144, Jardim Tomé, Embu das
Artes – SP
Gratuito
Projeto
realizado com apoio do Programa de Ação Cultural – ProAC Editais, da Secretaria
da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Governo do Estado de São Paulo, e
da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB), do Ministério da
Cultura e Governo Federal.
Créditos: Dani Valério | Canal Aberto
* Este conteúdo foi enviado pela assessoria de
imprensa

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