Último fim de semana para visitar "Bença!" e "Ginga" no Museu Afro Brasil Emanoel Araujo *
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| Créditos: divulgação |
Mostras apresentam o Quilombo do Jaó pelo olhar de crianças e adolescentes e discutem as relações entre futebol, arte e experiências afro-atlânticas
São Paulo, agosto de 2026 –
O último fim de semana de agosto é também a última oportunidade para
visitar “Bença! O Quilombo do Jaó pelo olhar das crianças” e “Ginga
– A celebração do Futebol na Arte Afro-Atlântica”, que encerram temporada
no dia 30 de agosto no Museu Afro Brasil Emanoel
Araujo, instituição da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do
Estado de São Paulo, gerida pela Associação Museu Afro Brasil (AMAB) –
Organização Social de Cultura, no Parque Ibirapuera, em São Paulo.
Com propostas distintas, as duas exposições
encontram pontos de contato ao abordar memória, identidade, território e
pertencimento. Enquanto “Bença!” apresenta o Quilombo do Jaó,
em Itapeva (SP), a partir de fotografias produzidas por crianças e adolescentes
da própria comunidade, “Ginga” parte do futebol para
estabelecer diálogos entre arte contemporânea, cultura popular e experiências
afro-atlânticas.
Bença! O Quilombo do Jaó pelo
olhar das crianças
Em cartaz na Marquise do Museu, com
entrada gratuita, “Bença! O Quilombo do Jaó pelo olhar das crianças” reúne
fotografias produzidas por crianças e adolescentes do Quilombo do Jaó durante
oficinas realizadas na comunidade.
As imagens apresentam o território a partir do olhar
de seus próprios moradores e registram cenas do cotidiano, pessoas, espaços e
relações que ajudam a contar a história da comunidade. A exposição coloca
crianças e jovens como autores das narrativas construídas sobre o lugar onde
vivem, aproximando fotografia, memória e pertencimento.
Localizado em Itapeva, no interior paulista, o
Quilombo do Jaó carrega uma história ligada à resistência e à permanência da
população negra no território. A mostra permite ao visitante conhecer essa
trajetória a partir de quem vive e constrói diariamente essa memória.
“Bença! O Quilombo do Jaó pelo
olhar das crianças” permanece em cartaz até 30 de agosto,
na Marquise do Museu, com entrada gratuita.
Ginga – A celebração do Futebol
na Arte Afro-Atlântica
Também em seus últimos dias, “Ginga – A
celebração do Futebol na Arte Afro-Atlântica” reúne trabalhos do
artista beninense Aston e das artistas brasileiras Mariana
Calle e NeneSurreal, com curadoria do Núcleo de
Curadoria do Museu Afro Brasil Emanoel Araujo.
Na exposição, o futebol funciona como ponto de
partida para discutir temas que ultrapassam as quatro linhas. As obras
estabelecem relações entre esporte, arte, memória, identidade e pertencimento,
aproximando experiências brasileiras e africanas e diferentes maneiras de
observar um dos elementos mais presentes na cultura popular.
O próprio título da mostra parte da ideia de ginga,
expressão associada ao corpo, ao movimento e a formas de criação e resistência
que atravessam diferentes manifestações das culturas afro-diaspóricas.
“Ginga – A celebração do Futebol
na Arte Afro-Atlântica” também pode ser visitada até 30 de
agosto.
Com o encerramento das duas exposições no mesmo dia,
o último fim de semana de agosto é uma oportunidade para conhecer propostas que
partem de universos diferentes, mas encontram na memória, na identidade e no
pertencimento alguns de seus principais pontos de diálogo.
Serviço
Últimos dias de “Bença!” e
“Ginga”
Bença! O Quilombo do Jaó pelo
olhar das crianças
Até 30 de agosto de 2026
Local: Marquise do Museu
Entrada gratuita
Sobre o Museu Afro Brasil
Emanoel Araujo
O Museu Afro Brasil Emanoel Araujo é uma instituição
da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São
Paulo, administrada pela Associação Museu Afro Brasil – Organização Social de
Cultura. Inaugurado em 2004, a partir da coleção particular do seu fundador,
Emanoel Araujo (1940-2022), o museu é um espaço de história, memória e arte.
Localizado no Pavilhão Padre Manoel da Nóbrega, no
Parque Ibirapuera, em São Paulo, o Museu Afro Brasil Emanoel Araujo conserva,
em cerca de 12 mil m², um acervo museológico com mais de 20 mil obras,
apresentando diferentes aspectos dos universos culturais africanos e
afro-brasileiro e abordando temas como religiosidade, arte e história, a partir
das contribuições da população negra para a construção da sociedade brasileira
e da cultura nacional. O Museu exibe parte desse acervo na exposição de longa
duração e realiza exposições temporárias.
Créditos: Maria Júlia | 4F Com
* Este conteúdo foi enviado pela assessoria de
imprensa
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