Shakira nem subiu ao palco e marcas já disputam audiência após shows elevarem consumo em 130% *
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| Foto meramente ilustrativa. |
Após o efeito Lady Gaga, dados mostram que grandes eventos musicais deixaram de ser picos e passaram a funcionar como mídia contínua
A três dias do megashow gratuito de Shakira em
Copacabana, no Rio de Janeiro, o mercado publicitário já se movimenta com uma
pergunta central: dá para repetir, ou até superar, o impacto gerado por Lady
Gaga no ano passado?
Mais do que uma aposta no espetáculo, dados do Youtube
Charts, sobre os vídeos da Vevo, mostram que o verdadeiro diferencial está na
forma como a audiência se comporta ao redor desses eventos. Em 2025, o show da
artista não apenas atraiu milhões no momento da apresentação, como impulsionou
o consumo de conteúdo em mais de 130% e manteve a atenção do público elevada
por vários dias.
Esse movimento prepara o terreno para o pico, que
acontece no dia do show, quando Lady Gaga atinge aproximadamente 4,45 milhões
de views, o maior volume registrado até agora dentro desse projeto. Mais do que
um recorde, o dado reforça a força do “efeito ao vivo” como gatilho imediato de
atenção em escala.
Mas o que mais chama atenção vem depois. Diferente
do comportamento típico de ações pontuais, a audiência não despenca, ela desacelera.
Nos dias seguintes, os números seguem elevados, passando por patamares como 4,2
milhões, 3,7 milhões, 3,4 milhões até cerca de 2,5 milhões de visualizações,
mantendo relevância por vários dias.
Mesmo com a queda gradual, o consumo permanece acima
do nível inicial de 1,7 milhão, evidenciando um efeito direto: o evento não
apenas gera um pico de audiência, mas eleva temporariamente o seu patamar de
base.
A provocação: o erro não é
investir, é quando investir
Para a US Media, representante oficial de
publicidade da Vevo nas Américas, o principal erro do mercado ainda está no
timing. Isso porque grandes shows ainda são tratados como um único momento,
quando, na prática, já operam como ciclos completos de atenção. “Quem ativa só
no dia do evento entra no pico mais caro e ignora toda a construção de
interesse que acontece antes e a continuidade que vem depois”, afirma Bruno
Belardo, VP de Vendas da US Media.
Segundo o executivo, os dados deixam pouco espaço
para interpretação.“Quando você vê uma audiência sair de 1,7 milhão, bater mais
de 4 milhões e continuar acima do nível inicial por dias, fica claro que não
estamos falando de um evento, estamos falando de uma jornada de atenção. E isso
muda completamente a lógica de planejamento de mídia.”
De entretenimento a canal
estratégico de mídia
O movimento consolida uma transformação mais ampla
da publicidade digital. “A música sempre teve alcance. O que mudou é que agora
ela pode ser planejada, mensurada e integrada como mídia de verdade. Quando
você entende o comportamento da audiência ao redor desses eventos, deixa de
tratar música como contexto e passa a tratar como canal estratégico”, diz
Belardo.
Com milhões de pessoas já engajadas antes mesmo de
Shakira subir ao palco, o recado para o mercado é direto: o valor desses
eventos não está apenas no pico, mas na capacidade de construir, sustentar e
prolongar a atenção em um cenário em que ela se tornou o ativo mais disputado
da publicidade.
Como parceira estratégica na inovação de
investimentos em mídia, a US Media se destaca pela carteira de publishers
exclusivos e por parcerias com as principais mídias globais. O portfólio da
empresa inclui a representação exclusiva de vendas de anúncios para renomadas
plataformas como Vevo, One Football, WeTransfer, Tinder, Fandom, , Cencosud e
Sojern.
Créditos: Letícia Olivares
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Este conteúdo foi enviado pela assessoria de imprensa

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