Museu da Língua Portuguesa é opção de passeio no feriado prolongado do Dia do Trabalho *
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| Lateral do edifício do Museu da Língua Portuguesa. Créditos: divulgação |
Os destaques da programação são o Sarau no Museu e um clube de leitura da obra de Ana Maria Gonçalves. Haverá entrada gratuita para todos os públicos nos dias 1º e 3 de maio
O Museu da Língua Portuguesa vai
funcionar normalmente durante o feriado prolongado do Dia do Trabalho.
Assim, é uma excelente dica de passeio para quem estiver na capital paulista
entre os dias 1º e 3 de maio. Durante este período, um dos destaques da
programação é a quarta edição do Sarau no Museu com a
participação de poetas. Haverá também o primeiro encontro de um clube de
leitura sobre o livro Um defeito de cor, de Ana Maria
Gonçalves Localizado no histórico prédio da Estação da Luz, o Museu é
uma instituição da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do
Estado de São Paulo.
Os ingressos são gratuitos aos domingos e às
terças-feiras. De quarta a sábado, o valor da entrada é R$ 25 (inteira) e R$
12,50 (meia-entrada), sendo que crianças até 7 anos não pagam –
a Petrobras, patrocinadora máster da Temporada 2026 do Museu, oferecerá entrada
gratuita para todos os públicos na sexta-feira, dia 1º de maio. Às
segundas, o Museu fecha para manutenção.
Tendo como mestre de cerimônias a escritora Lilian
Sais, o Sarau no Museu vai acontecer no dia 2 (sábado),
das 17h às 18h30, no Pátio B, com entrada gratuita. Os poetas Clarisse
Lyra, Leo Nunes e Leonardo Gandolfi serão
os convidados especiais e vão declamar alguns de seus textos. O microfone
ficará aberto para quem quiser mostrar a sua arte e participar da
atividade, que é gratuita.
Ainda no campo da literatura, o Museu passa a
receber a partir de 2 de maio o Clube Leia Lélias. Em
dez encontros presenciais até novembro, sempre aos sábados, das
15h às 17h, o projeto promoverá uma leitura coletiva do livro Um defeito
de cor, romance de Ana Maria Gonçalves. Trata-se de uma
iniciativa da Biblioteca Pretuguesa de Mulheres Negras: Lélia
Gonzalez que promove a leitura de obras de autoras negras, criando um
espaço de escuta, troca e construção de pensamento a partir da
literatura.
A participação é gratuita, mediante inscrição
prévia por meio deste link (clique aqui - vagas
limitadas) até 27 de abril. O clube disponibilizará um número
limitado de exemplares para empréstimo ao longo do percurso, destinados
prioritariamente a quem não possui o livro.
Na mesma data, às 15h, é a vez da visita
especial Presenças Indígenas no Guaré e região da Luz. O
passeio traçará um diálogo entre a história da Estação da Luz, sede do Museu, e
dos Campos do Guaré, como era conhecido o território que também abrange parte
do Bom Retiro e dos Campos Elíseos, no centro de São Paulo. O objetivo é
explicar de que maneira as transformações sociais, geográficas, históricas e
sociais nesses locais impactaram a sobrevivência dos povos originários que
viviam nessas áreas. O passeio pela ala histórica do prédio da Estação
da Luz é gratuito.
Os grupos para as visitas mediadas pelos educadores
e educadoras do Museu são formados 15 minutos antes de seu início, no Pátio A,
perto da bilheteria.
Para as crianças
e suas famílias, a Caravana Lúdica espalha
jogos tradicionais de diversas partes do mundo pelo Pátio B e calçada aos
domingos. Das 11h às 16h, é criado um espaço de livre brincar no projeto Domingo
no Museu. Não precisa reservar ingresso e nem agendamento prévio.
A exposição evidencia o caminho percorrido pelo funk
desde a influência da música negra estadunidense, passando pelos bailes black e
soul dos anos 1960 e 1970, até o estabelecimento no Rio de Janeiro com
características próprias e depois em São Paulo, onde também assumiu feições
locais. A versão paulistana do projeto inclui obras de nomes como Tami Silva,
Brenda Nicole e Rafa Black, que destacam o funk na Baixada Santista e na
capital paulista.
A exposição principal, concentrada no
segundo e terceiro andares do Museu, destaca a diversidade da língua portuguesa
falada no Brasil. Por meio de instalações interativas e uma série de recursos
visuais, o público de todas as idades descobre a origem e o significado de
dezenas de palavras de nosso vocabulário (na experiência Palavras
Cruzadas), ouve sotaques de diversas partes do país (na experiência Falares)
e pode formar palavras espalhadas em uma mesa super tecnológica usando a sombra
dos braços (na experiência Beco das Palavras).
A Praça da Língua, uma espécie de planetário das palavras, é outra atração da exposição principal. Nela, o visitante participa de uma experiência imersiva na qual textos em língua portuguesa são projetados no teto e declamados por artistas como Tom Zé, Zélia Duncan, Chico Buarque e Rappin’ Hood. É possível ouvir trechos de obras de Clarice Lispector, Guimarães Rosa e Carolina Maria de Jesus, entre outros.
O Museu da Língua Portuguesa é uma instituição da
Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Governo do Estado de
São Paulo, concebido e implantado em parceria com a Fundação Roberto Marinho. O
IDBrasil Cultura, Educação e Esporte é a Organização Social de Cultura responsável
pela sua gestão.
A exposição temporária FUNK: Um grito de ousadia e
liberdade conta com patrocínio máster da Petrobras e da Motiva, por meio do
Instituto Motiva; patrocínio da Vale; e apoio do Instituto Ultra, do Itaú
Unibanco e da CAIXA. Concebida pelo Museu de Arte do Rio, equipamento da
Secretaria Municipal de Cultura da cidade do Rio de Janeiro e gerido pela
Organização de Estados Ibero-americanos (OEI), a exposição é uma realização do
Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura, Economia e
Indústria Criativas, e do Ministério da Cultura – Lei Rouanet.
Créditos: Alan de Faria | IDBR
* Este conteúdo
foi enviado pela assessoria de imprensa

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