Museu Afro Brasil Emanoel Araujo promove programação gratuita sobre arte afro-brasileira, educação e ancestralidade *

 

Foto meramente ilustrativa.

Programação "Ondjango: A Arte Como a Casa da Conversa" inclui minicurso online e visita temática presencial gratuitos em abril

São Paulo, abril de 2026 - O Museu Afro Brasil Emanoel Araujo, instituição da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo, realiza, em abril, duas atividades formativas que colocam a arte afro-brasileira no centro de um debate sobre memória, educação e produção de conhecimento. Reunidas sob o título “Ondjango: A Arte Como a Casa da Conversa”, as ações incluem uma visita temática presencial, no dia 11 de abril de 2026, e, um minicurso virtual, no dia 15 de abril de 2026 — ambas gratuitas.

A proposta parte da noção de ondjango, termo da cultura umbundu, de Angola, que designa a “casa da conversa” — espaço coletivo de escuta, decisão e transmissão de saberes. A partir desse conceito, o museu é apresentado como um território contemporâneo de troca e formação, onde a produção artística afro-brasileira é compreendida como expressão de conhecimentos ancestrais africanos que atravessam a história do país e estruturam a cultura nacional.

Com mediação do educador Guilherme Renan Domingos, as atividades convidam o público a observar, analisar e refletir sobre os modos de produção artística afro-brasileiros para além do campo estético, reconhecendo-os como sistemas de conhecimento que dialogam com memória, identidade e construção social.

visita temática presencial, no dia 11 de abril de 2026, às 10h, propõe uma leitura do Museu Afro Brasil Emanoel Araujo como uma ondjango contemporânea, espaço de convivência, escuta e elaboração coletiva de sentidos a partir das obras do acervo.

Já o minicurso, realizado em formato virtual no dia 15 de abril de 2026, das 19h às 20h30, oferece 100 vagas e certificação. A formação se articula às competências previstas na Base Nacional Comum Curricular (BNCC), com ênfase no Currículo Paulista para o Ensino Fundamental, especialmente nas habilidades EF09AR01 e EF09HI04, além de dialogar com a Lei nº 10.639/2003, que estabelece a obrigatoriedade do ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana.

Serviço
Ondjango: A Arte Como a Casa da Conversa
Visita temática (presencial)
Data: 11 de abril de 2026
Horário: 10h
Participação: por ordem de chegada
Valor: gratuita

Minicurso (online)
Data: 15 de abril de 2026
Horário: 19h às 20h30
Vagas: 100
Certificação: sim
Inscrições: clique no link
Valor: gratuito

Museu Afro Brasil Emanoel Araujo
Parque Ibirapuera – Portão 10
Av. Pedro Álvares Cabral, s/nº – São Paulo/SP
Funcionamento: terça a domingo, das 10h às 17h
Permanência até 18h
Ingressos: R$ 15,00 (inteira) e R$ 7,50 (meia)
Gratuito às quartas-feiras

Sobre o Museu Afro Brasil Emanoel Araujo
O Museu Afro Brasil Emanoel Araujo é uma instituição da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo, administrada pela Associação Museu Afro Brasil – Organização Social de Cultura. Inaugurado em 2004, a partir da coleção particular do seu fundador, Emanoel Araujo (1940-2022), o museu é um espaço de história, memória e arte. Localizado no Pavilhão Padre Manoel da Nóbrega, dentro do mais famoso parque de São Paulo, o Parque Ibirapuera, o Museu Afro Brasil Emanoel Araujo conserva, em cerca de 12 mil m², um acervo museológico com mais de 8 mil obras, apresentando diversos aspectos dos universos culturais africanos e afro-brasileiro e abordando temas como religiosidade, arte e história, a partir das contribuições da população negra para a construção da sociedade brasileira e da cultura nacional. O museu exibe parte deste acervo na exposição de longa duração e realiza exposições temporárias.

Créditos: Marcela Lima | 4F Com

* Este conteúdo foi enviado pela assessoria de imprensa

 

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Renegado lança MargeNow *

Laion Bot: Com foco em melhor praticidade, Fortaleza lança canal de atendimento por Inteligência Artificial *

11ª Feira Diversa une cultura, empregabilidade e representatividade LGBTQIA+ em São Paulo *