Galatea aposta em projeto que conecta gerações da arte brasileira na SP-Arte 2026 *
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| Foto meramente ilustrativa. |
Seleção destaca Volpi, Rubem Valentim, Antonio Dias e Glauco Rodrigues, apresenta núcleo dedicado à Pop Art e exibe obras de artistas representados pela galeria, como Dani Cavalier, Mucki Botkay e Allan Weber
Abril
de 2026 -A Galatea participa da 22ª SP-Arte,
de 8 a 12 de abril, no Pavilhão da Bienal. Nesta edição, o projeto da galeria
promove o diálogo entre artistas representados e nomes fundamentais da arte
moderna e contemporânea brasileira, articulando questões que marcaram a
produção do país dentro e fora do cânone. Como novidade, inclui um núcleo
dedicado à Pop Art brasileira, reunindo obras dos anos 1960 e 1970.
O projeto expográfico se desdobra em diferentes núcleos,
permitindo a apresentação de obras históricas e recentes que ilustram os
diversos caminhos da produção brasileira, em um espaço que permite o diálogo
entre linguagens e gerações distintas sem sobreposição entre elas.
Nesse conjunto, a pintura de Alfredo Volpi evidencia
uma construção rigorosa a partir da cor e do ritmo. Em outra direção, Rubem
Valentim, com obras como Emblema (1972) e
uma tela intitulada Composição 20 produzida em 1962, desenvolve uma
linguagem geométrica que articula abstração e simbologias das religiões
afro-brasileiras.
Destaque para edição, Leo Battistelli participa
pela primeira vez da feira com a galeria. O artista argentino radicado no
Rio Janeiro apresenta esculturas Líquen folha (2020) e Líquen blank (2020),
em cerâmica e aço em uma pesquisa que conecta processos de caráter científico e
espiritual, em composições que respiram, filtram e irradiam luz.
Também em exibição, KF80 (1992), de Abraham
Palatnik, incorpora materiais como barbantes à superfície pictórica,
criando tramas que expandem a pintura para além de seus limites
tradicionais.
Entre os artistas representados, está a obra inédita Frequência (2026),
de Dani
Cavalier, que explora as chamadas “pinturas sólidas”,
investigando a materialidade da Lycra e a construção da cor em superfície. Em
diálogo, Mucki
Botkay apresenta tela inédita em bordado com miçangas, na
qual a paisagem é traduzida em campos densos de cor e textura, aproximando o
olhar do detalhe e conduzindo a uma leitura entre figurativo e abstrato.
A produção de Allan Weber tem como tema central a vida
urbana e suas tensões, transformando experiências cotidianas com materiais de
seu dia a dia — como lonas de bailes funk — que dialogam com a abstração
geométrica. Atualmente, o artista realiza sua primeira exposição individual
institucional no Instituto Tomie Ohtake, coincidindo com o período da feira,
evidenciando a atuação da galeria na integração institucional e comercial de
seus artistas representados.
Seleção contempla ainda obras de outros artistas do elenco da galeria, como Gabriella Marinho, Katie van Scherpenberg, Arthur Palhano, Gabriel Branco, Gabriela Melzer, Tito Terapia, e nomes fundamentais da arte moderna e contemporânea brasileira, como Emiliano Di Cavalcanti, Ione Saldanha, Frans Krajcberg, Beatriz Milhazes e Ivan Serpa.
Entre cores e símbolos:
No mesmo contexto, a Galatea organiza uma mostra dedicada à Pop
Art brasileira, reunindo obras produzidas nos anos 1960 e 1970.
Intitulado Pop Art Brasileira: uma política de contrastes, o
núcleo explora o espaço expográfico com ambientação própria, cores e disposição
distintas do restante, apresentando as obras de forma organizada em torno desse
recorte.
Com destaque para Une Serpent contre l’enfant (1968), de Antonio Dias,
que exemplifica a linguagem gráfica característica do período e Verão – 6 (1967),
de Glauco
Rodrigues, que evidencia uma abordagem crítica e bem-humorada
da cultura e da iconografia carioca.
O núcleo inclui ainda outros artistas essenciais, como Antonio
Henrique Amaral, Montez Magno, Georgete Melhem, Vilma Pasqualini, Cláudio
Paiva, Antonio Manuel, Pietrina Checcacci e Rubens Gerchman.
A SP-Arte 2026, que acontece de 8 a 12 de abril, reúne nesta edição mais de 180 expositores entre galerias, estúdios de design, museus, espaços independentes e editoras, consolidando-se como o principal evento dedicado à arte e ao design na América Latina.
Artistas presentes no estande da Galatea: Abraham
Palatnik, Allan Weber , Amadeo Luciano Lorenzato, Angelo de Aquino, Angelo Venosa,
Anísio O. Couto, Anna Bella Geiger, Antonio Dias, Antonio Henrique Amaral,
Antonio Manuel, Allan Weber, Arthur Palhano, Beatriz Milhazes, Carolina
Cordeiro, Cláudio Paiva, Dalton Paula, Dani Cavalier, Emiliano Di Cavalcanti,
Estela Sokol, Flavio Marinho Rego, Frans Krajcberg, Francisco Galeno, Gabriel
Branco, Gabriela Melzer, Gabriella Marinho, Gastão Manoel Henrique, Georgete
Melhem, Glauco Rodrigues, Guilherme Gallé, Ivan Serpa, Jorge Guinle, José
Resende, José Tarcísio Ramos, Katie van Scherpenberg, Leo Battistelli, Maria do
Carmo Secco, Maria Polo, Montez Magno, Mucki Botkay, Pietrina Checcacci, Rubem
Valentim, Rubens Gerchman, Sarah Morris, Tito Terapia, Vilma Pasqualini, Ygor
Landarin, Yolanda Freyre e Zé di Cabeça.
Serviço
Galeria Galatea - Estande F6
SP-Arte 2026
Período expositivo:
08 de abril - convidados
09 e 10 de abril - 12h às 20h
11 de abril - 11h às 20h
12 de abril - 12h às 19h
Local: Pavilhão da Bienal -
Av. Pedro Álvares Cabral, s/n - Ibirapuera, São Paulo - SP, 04094-000
Ingressos: de
R$ 60 a R$ 120
Mais informações: https://www.sp-arte.com/
Créditos: Edgard França |
Cor Comunicação
* Este conteúdo foi enviado pela assessoria de imprensa

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