Espetáculo cênico-musical "Rasga Coração-Teatro Oficina devora Villa-Lobos" estreia no Teatro Oficina *

Foto meramente ilustrativa.

 

Estreia em 6 de maio nova montagem em comemoração aos 100 anos da estreia de Choros 10, de Heitor Villa-Lobos

O espetáculo Rasga Coração volta ao Teatro Oficina para uma curta temporada comemorativa aos 100 anos da estreia de Choros 10: Rasga o Coração, de Heitor Villa-Lobos. Da devoração da obra de Heitor Villa-Lobos pelo Teatro Oficina Uzyna Uzona surge o musical teatral Rasga Coração.

Rasga Coração reorquestra diversos de seus Choros, série de composições dos anos 20 (década de sua famosa participação na Semana de Arte Moderna de 1922) que o próprio Villa-Lobos definiu como uma “brasilofonia”. Aliás, o Choros nº 10, “Rasga Coração”, denomina este encontro antropofágico invocado pelo Oficina, concebido por Felipe Botelho e Marcelo Drummond.

Alguns dos movimentos de Floresta do Amazonas (1958), uma das últimas obras do compositor, também integram a trilha sonora a ser tocada pela banda e pelo coro de cantores-atuadores.

Choros n.º 10 ("Rasga o Coração") é uma obra para coro e orquestra escrita em 1926 e é parte de uma série de quatorze composições numeradas coletivamente intituladas Choros, que vão desde solos para violão e para piano até obras compostas para solista ou coro com orquestra ou múltiplas orquestras, e com duração de até mais de uma hora. 

Villa-Lobos tem influência decisiva nas artes sintonizadas no surgimento da Tropicália: sua música também revolucionou os Coros do Teatro Oficina. Desde o espetáculo Macumba Antropófaga em 2011, o Oficina Uzyna Uzona incorpora a polifonia de Villa no seu repertório teatral. Entre as obras apresentadas: Choros 1, Lenda o Caboclo, Choros 3 “Pica-Pau”, Choros 10 "Rasga o Coração", Cantilena da Bachianas nº 5, além movimentos de uma das últimas obras de Villa-Lobos, Floresta do Amazonas (1958), como Overture, Melodia Sentimental, Veleiros Dança dos Índios e Caçadores de Cabeça.

Ficha técnica:
Direção:
Felipe Botelho e Roderick Himeros
Direção musical:
Felipe Botelho
Direção cênica:
Roderick Himeros
Idealização:
Felipe Botelho e Marcelo Drummond
Banda:
Sopros: Beto Sporleder
Guitarra e Cavaquinho: Guina Santos
Guitarra e Violão: Moita Mattos
Baixo e Violão: Felipe Botelho
Violoncelo: Amanda Ferraresi

Piano: Carlos Eduardo Samuel
Bateria: Gui Calzavara
Percussão: Ito Alves 
Violão: Roderick Himeros
Arranjos de base:
Amanda Ferraresi
Beto Sporleder
Felipe Botelho
Guina Santos
Moita Mattos
Arranjos e direção de percussão:
Ito Alves
No canto-atuação:
Alexandre Paz
Beatriz Id
Camila Fonseca
Cyro Morais
Danielle Rosa 
Felipe Côrtes
Gabriel Frossard
Marcelo Dalourzi
Rafa Roman
Roderick Himeros
Rodrigo Bittes
Selma Paiva
Sylvia Prado
Tetê Purezempla
Tony Reis
Produção:
Ana Sette
Anderson Puchetti
Tati Rommel

Figurino e Make:
Sonia Ushiyama Souto
Camareira:
Cida Melo
Vídeo ao vivo:
Ciça Lucchesi
Igor Marotti
Diego Arvate

Coordenação de Som:
Camila Fonseca
 
Operação de Som:
Clevinho 

Desenho de luz:
Victoria Pedrosa

Administração:
Anderson Puchetti 

Data e local
Maio
6, 7, 13, 14, 20, 29, 30 e 31

Junho
5, 6, 7 e 8

Valores
R$80 inteira
R$40 meia (mediante a comprovante)
R$30 morador do Bixiga (com comprovante de residência em próprio nome, um por pessoa)

Teatro Oficina
Rua Jaceguai 520
Bela Vista, São Paulo
Classificação etária:
Livre
Duração:
80 Minutos
250 lugares

Informações Importantes:
A bilheteira do teatro abre 1 hora antes do espetáculo.
Sujeito à lotação da casa.
O teatro não dispõe de estacionamento nas proximidades.
Os lugares não são numerados. O acesso será efetuado por ordem de chegada.

Créditos: Adriana Monteiro | Ofício das Letras

* Este conteúdo foi enviado pela assessoria de imprensa

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