Luiz Carlos Sá celebra 60 anos de carreira com lançamento de álbum e livro em pocket show gratuito em SP *
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| Foto meramente ilustrativa. |
Com participações de Almir Sater, Chico César, Gabriel Sater e
Zeca Baleiro, o disco Eu Caçador de Mim chega acompanhado de livro de crônicas
autobiográficas, com histórias e memórias de oito décadas de vida e música.
Evento gratuito acontece em 30 de outubro, às 19h30, na Livraria da Travessa,
em Pinheiros, com pocket show e sessão de autógrafos.
Aos 80 anos e depois de seis décadas de carreira,
Luiz Carlos Sá retoma sua trajetória solo com o lançamento de seu terceiro
álbum, Eu,
Caçador de Mim, e de seu primeiro livro, Eu, Caçador
de Mim – As Muitas Vidas de Artista, ambos pela gravadora e editora
Kuarup. O novo momento reúne novas canções, parcerias e o registro, em livro,
de experiências que marcaram sua vida como artista. A publicação, que conta com
uma playlist especial de músicas sobre os capítulos, traz crônicas escritas ao
longo de cerca de 20 anos, originalmente publicadas na revista BackStage e,
posteriormente, em seu site. Os textos registram histórias de estrada,
festivais, estúdios, amizades, encontros e episódios da vida musical de Sá além
da passagem pelo rádio, jornalismo e publicidade. O prefácio é assinado pelo
prestigiado jornalista Tárik de Souza. Segundo Sá, ele ainda tem pelo menos 200
crônicas que não entraram no livro. A ideia de transformar essas histórias em
um livro nasceu em 2004, a partir de uma sugestão de seu filho, Miguel Sá, que
trabalhava como repórter e redator da BackStage. As crônicas foram publicadas
na edição impressa da revista até 2019 e continuaram no site até 2024. Para a
edição em livro, Sá revisitou parte do material, reescrevendo textos e
adicionando lembranças e detalhes recuperados ao longo do tempo. “Eu adorei
escrever. Eu acho que fiquei muito feliz quando fui chamado de compositor e
escritor”, conta Sá. Para ele, a conclusão do livro representa também o
encerramento de um ciclo: “É como se eu tivesse fechado um capítulo e agora
estivesse respirando um pouco antes de entrar no século XXI.”
O álbum Eu, Caçador de Mim também traduz esse movimento de
renovação. Terceiro álbum solo de Sá, o trabalho é lançado em formato físico e
reúne músicas inéditas e novas parcerias com nomes de diferentes gerações da
música brasileira, entre eles Zeca Baleiro, Chico César, Ivan Lins, Gabriel
Sater e Almir Sater. O disco incorpora ainda o repertório de Sambas de
Mato, segundo álbum solo do compositor, lançado digitalmente em
2025. Entre as novas canções estão Tanto Te Vi Partir, com Zeca Baleiro; Ávida Dádiva,
com Chico César; Foi
Bem Lá, com Ivan Lins; Jabuticaba em Flor, com Gabriel Sater e Eu Sou Mais
Do Que Sou, com Almir Sater. A aproximação com novos parceiros,
segundo Sá, aconteceu de forma espontânea. Na entrevista sobre o lançamento,
ele relaciona esses encontros à continuidade da música entre diferentes
gerações, em um processo no qual artistas e obras vão se conectando ao longo do
tempo. “É uma linguagem que vem numa trilha, como uma trilha dentro de uma
floresta. Você vai andando e vai encontrando pessoas que estão naquela trilha”,
define. A retomada da carreira solo acontece depois do encerramento da parceria
com Guarabyra. Juntos, e ao lado de Zé Rodrix na formação original, os três
forjaram uma maneira de compor, tocar e cantar que a crítica especializada
batizou de rock rural, fundindo a música brasileira interiorana com influências
do folk rock. Ao longo dessa trajetória, Sá & Guarabyra assinaram canções
como Sobradinho,
Mestre Jonas,
O Pó da
Estrada, Espanhola, Cheiro Mineiro de Flor, Caçador de Mim, Jesus Numa
Moto e temas de novelas como Roque Santeiro, Dona, Verdades e Mentiras e Estrela Natureza entre
outras. “Eu acho que esse fim da dupla fez bem para mim e provavelmente também
para o Guarabyra”, afirma Sá. Segundo o compositor, o encerramento da parceria
abriu espaço para novas possibilidades e para a experiência de começar
novamente um projeto solo.
Nascido em Vila Isabel, no Rio de Janeiro, Luiz
Carlos Sá teve suas primeiras músicas gravadas em 1965 e estreou nos palcos no
ano seguinte, no espetáculo Samba Pede Passagem, do Grupo Opinião. Antes de se
dedicar integralmente à música, passou pelo jornalismo e pelo rádio. No livro,
sua trajetória profissional também inclui experiências em outras áreas, como
publicidade, atividade que exerceu desde o final dos anos 1960. Ao longo da
carreira, teve mais de 300 músicas gravadas por diferentes intérpretes da
música brasileira, entre eles Milton Nascimento, Ivan Lins, Ney Matogrosso, Gal
Costa, Zizi Possi, Erasmo Carlos, Beto Guedes, Roupa Nova, 14 Bis, Flávio
Venturini, Nara Leão, Zé Ramalho, Chitãozinho & Chororó, Almir Sater e
Gabriel Sater. Aos 80 anos, Sá fala sobre novos projetos e sobre o desejo de
continuar criando, viajando, escrevendo e subindo ao palco. Entre seus planos
estão realizar um projeto com uma grande orquestra sinfônica e fazer uma
temporada prolongada em teatro, formato que, segundo ele, permitiria
desenvolver uma relação mais profunda entre artista, banda e repertório. “Eu
quero cantar, quero viajar, quero fazer coisas novas”, resume. Ao falar sobre o
que a vida lhe ensinou, Sá destaca a importância de tentar não fazer aquilo de
que não gosta e de não permanecer em caminhos que não deseja. “Você tem que
tentar não fazer o que você não gosta. Não entrar numa tribo de desprazer.”
Esse princípio aparece também quando o compositor relembra sua trajetória
profissional. Ele conta que chegou a estudar direito por expectativa familiar,
mas percebeu que aquele não era o caminho que queria seguir. Depois passou pelo
jornalismo e pelo rádio, mantendo-se próximo da escrita e da música, até
dedicar-se integralmente à carreira artística. A publicidade também ocupou um
lugar importante. No livro, o compositor conta que entre as diferentes
atividades que exerceu, foi essa a que “alicerçou sua sobrevivência financeira
e trouxe alegrias”. A atuação na área começou ainda no final dos anos 1960,
quando foi convidado pelo jornalista Nelson Motta e pelos irmãos Marcos e Paulo
Sérgio Valle para a produtora Aquarius. Mais tarde Rogério Duprat o convidou
para trabalhar na criação de jingles em São Paulo, no estúdio Vice-Versa,
movimento que também esteve ligado à mudança de Sá para a cidade com a família.
O jingle mais famoso é o que fez para Caixa Econômica Federal com o bordão:
“Vem pra Caixa você também”, propaganda que esteve no ar por muito tempo. A
música de Luiz Carlos Sá em parceria com Guarabyra esteve presente em vários
álbuns lançados e em novelas que marcaram a televisão brasileira. Entre elas
está Roque
Santeiro, a trama exibida pela TV Globo entre 1985 e 1986, que foi
a maior audiência da história da televisão brasileira, com músicas como Roque
Santeiro, Verdades e Mentiras e Dona. Já em Pantanal,
a dupla teve Estrela
Natureza e Quem Saberia Perder no repertório da novela. O livro
também conta a história de Estrela Natureza, adaptada por Sá & Guarabyra para
o contexto da trama. “Eu estou começando uma carreira solo aos 80 anos. Isso é
uma novidade até para mim”, diz. O livro recupera experiências que fazem parte
da “vida de artista” de Sá, enquanto o novo álbum registra as novas parcerias e
canções deste momento de sua carreira. Entre os projetos que deseja realizar
estão cantar com grandes orquestras, fazer uma temporada prolongada em teatro e
continuar escrevendo e compondo. “São ambições perfeitamente factíveis”,
afirma.
Confira a playlist
especial feita por Luiz Carlos Sá para o livro Eu Caçador de Mim: https://open.spotify.com/
Faixa
a faixa
Caçador
de Mim (Sergio Magrão/ Luiz Carlos Sá): minha parceria de
1980 com o grande Sérgio Magrão, amigo e primeiro baixista do Sá, Rodrix &
Guarabyra, com quem até hoje divido o palco quando me apresento ao lado do
14Bis. Nós a finalizamos na rua Alves Guimarães, 170, em Pinheiros, onde eu tinha o estúdio
Vice-Versa em sociedade com Guarabyra, Rogério Duprat, Luiz Botelho e Vanderlei
Rodrigues, por coincidência, quase em frente à casa que hoje sedia a gravadora
e produtora Kuarup. É a primeira vez que eu a gravo solo, só de voz e violão.
Foi
Bem Lá (Ivan Lins/Luiz Carlos Sá): quando me mudei
para Portugal, em 2020, eu e Ivan Lins, que também estava por lá, trocamos
algumas ideias por whatsapp, embora, em plena pandemia, não conseguíssemos nos
encontrar. Numa dessas mensagens Ivan me mandou um tema, pedindo que eu pensasse
não só numa letra, mas também numa segunda parte da melodia. Fazer o
complemento de uma melodia com sua respectiva harmonia para um músico como Ivan
Lins não é para qualquer dia, nem para qualquer um. Senti o peso da
responsabilidade e passei um bom tempo do meu “exílio” português estudando seus
caminhos harmônicos, que escondem tramas engenhosas em aparentes simplicidades.
Quando você é parceiro do Ivan, seu nível de responsabilidade sobe. Imaginem
como fiquei feliz quando meu amigo adorou não só a segunda parte, como também a
letra. Foi
Bem Lá é a história de um garoto da cidade apaixonado por uma moça
interiorana que ele encontrou e reencontrou vida afora. Quantas vezes por dia
isso acontece? Mas nunca é demais cantar.
Tanto
Te Vi Partir (Luiz Carlos Sá/ Zeca Baleiro):
meu primeiro encontro com o Zeca Baleiro foi na Fundição Progresso, noite de
lançamento da web rádio de um amigo em comum, Ricardinho Moreira. “Lá pelas
tantas, Ricardinho me chamou: Sá, você dá uma carona no teu táxi para o Zeca
Baleiro? Vocês estão no mesmo hotel. Claro. Chama ele”. Eu ainda não tinha
encontrado pessoalmente o Zeca, embora já o admirasse pelo que escutava nas
rádios. E lá fomos conversando no táxi, eu pensando um jeito de perguntar se
ele não toparia me mandar uma daquelas letras fantásticas para que eu colocasse
uma melodia. Nessa época eu era vítima de uma “síndrome do letrista”: com
exceção do Guarabyra, meus parceiros mais frequentes Flávio Venturini, Gabriel
Sater e Tavito eram melodistas. Então, chamei a cavalaria e falei na
orelha do Baleiro, desde a Lapa até o Leme: “Zeca, ando de saco cheio de fazer
letra, estou cheio de melodias na cabeça, queria muito ser visto como um
melodista também, antes mesmo de letrista...” Nos despedimos entre mútuos
elogios. Claro que Zeca, melodista e letrista que é, percebeu minha frustração
e saiu com aquilo na cabeça. Não se passou muito tempo antes que eu recebesse a
letra do Zeca, uma bem concebida ligação de ideias, um verdadeiro artesanato,
bordando as idas e vindas de um amor com os meses do ano. É a poesia de um
atento observador da vida, como ele sabe muito bem ser.
Ávida
Dádiva (Luiz Carlos Sá/ Chico Cesar): Ah, as frias noites
paulistanas e suas surpresas. Saídos não lembro de que bar ou de qual estúdio,
eu e meu parceiro e amigo Vítor Martins fomos gelando pela rua. Vítor me propõe
uma subida ao escritório da sua então gravadora, a Velas, logo ali pertinho de
onde estávamos. “Um cafezinho” – ele fala – “vem conhecer a Velas”. Conheci não
só o escritório da Velas: também conheci Chico César, que lá estava, acho que
ultimando as coisas e tais do lançamento de seu álbum Aos Vivos.
Enquanto tomávamos o tal café, Vítor abraçou Chico, e soltou para mim sua
certeira profecia: “Este aqui vai ser uma voz poderosa na nossa música”. No
aniversário do Chico, em 2013, mandei os parabéns por e-mail (acho que Whatsapp
nem existia.) e recebi de resposta essa poesia que me tocou bem de perto e bem
por dentro. A melodia saiu rápido, parecendo que estava esperando por aquelas
palavras. A música pronta, fiquei esperando a hora certa de gravar, que chegou
agora, treze anos depois, provando que o que é verdadeiro não envelhece. E
enquanto isso, cumprindo a profecia de Vítor, Chico abriu as asas e saiu
voando, de Catolé do Rocha para o Mundo.
Eu Sou Mais Do Que Sou (Almir Sater/Luiz Carlos Sá): estou hospedado na casa de Gabriel Sater. Atravessamos a rua e batemos na porta do vizinho: Almir Sater, seu pai. Entramos, conversamos, aparece um linguado à milanesa, um vinho é aberto, a lareira é acesa para esquentar a noite fria da serra, os violões saem dos cases e mais uma vez essa mágica das parcerias toma conta da sala. Almir desfia um tema, eu já estou de caneta e papel, apoiado na mesa de centro, penso nos muitos dias em que já estou ali na Cantareira, longe de casa, com saudades de minha mulher. A letra sai fácil, emotiva, Almir e Gabriel estimulam, outro vinho é aberto, mais lenha no fogo, essa está pronta. Quase amanhecendo, atravessamos de volta para a casa do Gabriel, minha primeira parceria com o pai e um monte já pronta com o filho. Conversa de gerações.
Jaboticaba Em Flor (Gabriel Sater/João Gaspar/Luiz Carlos Sá): é uma longa história, que hoje já conta com mais de trinta músicas em parceria. Gabriel Sater chegou até mim através de Paulo Ribeiro e Pedro Baldanza. Um belo dia, do nada, Pedrão, meu parceiro, amigo e companheiro de inúmeras viagens que se foi precocemente para a banda do céu, chegou para mim e falou: “Meu amigo Paulo Ribeiro me apresentou umas músicas do Gabriel Sater, filho do Almir Sater”. “Você devia ouvir e conhecer o cara, acho que tem tudo a ver contigo”. A observação musical do experiente Pedrão não deu erro: a liga mostrou-se forte desde a primeira parceria, Boca do Mato, que completamos em 2012. Gabriel mandava as músicas e as letras me pareciam já estarem prontas, tão fácil era fazê-las, visto que, apesar do que poderia parecer a priori uma distância imensa de gerações, formação e tendências, as melodias me evocavam pessoas e lugares presentes desde sempre em minha vida. Muitas delas me pareciam mesmo terem sido feitas por mim, uma liga que só aparece nas grandes parcerias, como a nossa. E viemos em frente, através dos anos, ora por momentos presenciais ora por muitas horas on-line à frente dos respectivos laptops. Passamos pela pandemia, ele no seu Pantanal de origem, eu no meu Portugal de exílio pandêmico. Aportamos em novelas, desde Cabelos de Fogo, composta para a novela Pedacinho de Chão até Noite de Tempestade, que Gabriel tocou no remake de Pantanal. De vez em quando junta-se a nós nosso parceiro, o violonista, compositor e produtor João Gaspar, e formamos um trio porreta. “Aqui fiquei lembrando das jaboticabeiras de Sabará e da paixão que minha mãe tinha por essa fruta”. “Uma jabuticabeira (com “o“ ou com “u” ) em flor é muito linda de se ver”. “E muito boa de cantar”.
Sobre
Luiz Carlos Sá
O cantor, compositor e instrumentista Luiz Carlos
Pereira de Sá nasceu em Vila Isabel, Rio de Janeiro. Em 1965, teve suas
primeiras músicas gravadas, por Pery Ribeiro, Luhli, Nara Leão, MPB4, Milton
Banana Trio e outros. No ano seguinte fez sua estreia nos palcos, participando
do musical Samba
Pede Passagem, do Grupo Opinião, ao lado de jovens estreantes como
Sidney Miller, Paulo Thiago, Sonya Ferreira (hoje ex-integrante do Quarteto em
Cy) e de referências musicais da época e de sempre como Baden Powell, Aracy de
Almeida e Ismael Silva. Depois de concorrer a alguns festivais, gravar seu
primeiro single Inaiá e Canto do Quilombo pela gravadora RCA e ter várias
músicas incluídas em trilhas de novelas, forma em 1972 com Zé Rodrix e
Guarabyra o trio Sá, Rodrix & Guarabyra – que prosseguiu em dupla, a partir
de 1974, após a saída de Rodrix, que depois voltou de 2001 a 2009, emplacando
dezenas de sucessos como Primeira Canção da Estrada, O Pó da
Estrada, Hoje Ainda é Dia de Rock, Mestre Jonas, Sobradinho,
Espanhola,
Cheiro
Mineiro de Flor, Caçador de Mim e Jesus Numa Moto. Alguns dos sucessos da dupla foram em
novelas referenciais da TV brasileira, como Roque Santeiro, com as músicas Roque
Santeiro, Verdades e Mentiras e Dona e Pantanal,
que teve da dupla de músicas Estrela Natureza e Quem Saberia Perder. Fundindo a música
brasileira interiorana com influências do folk rock, Sá & Guarabyra
forjaram com Rodrix uma maneira de compor, tocar e cantar que a crítica
especializada batizou de rock rural. Sá tem mais de 300 músicas gravadas por
alguns dos principais intérpretes de diversas gerações e tendências da música
brasileira como Ivan Lins, Ney Matogrosso, Almir e Gabriel Sater, Roupa Nova,14
Bis, Flavio Venturini, Milton Nascimento, Zizi Possi, Erasmo Carlos,
Chitãozinho & Chororó, Beto Guedes, Nara Leão, Gal Costa, Zé Ramalho e
dezenas de outros. No ano de 2025 Sá lançou seu segundo álbum solo, o Sambas de
Mato, exclusivamente nas plataformas digitais. Em 2026 lança Eu Caçador de
Mim, novo álbum em formato físico que incorpora Samba de Mato
e estreia seu primeiro livro, Eu Caçador de Mim – As Muitas Vidas de Artista, com
uma compilação de suas melhores crônicas.
Serviço
Luiz
Carlos Sá – voz e violão
Lançamento
do livro e CD Eu Caçador de Mim
Evento:
pocket show e sessão de autógrafos
Data:
30 de outubro, sexta-feira
Local:
Livraria da Travessa de Pinheiros
Endereço:
rua: dos Pinheiros, 513 – Pinheiros – São Paulo
Horário:
19h30 (local fecha às 22h)
Entrada:
livre
Sobre
a Kuarup
Especializada em música brasileira de alta
qualidade, o seu acervo concentra a maior coleção de Villa-Lobos
em catálogo no país, além dos principais e mais importantes trabalhos de choro,
música nordestina, caipira e sertaneja, MPB, samba e música instrumental em
geral, com artistas como Baden Powell, Renato Teixeira, Ney Matogrosso, Wagner
Tiso, Rolando Boldrin, Paulo Moura, Raphael Rabello, Geraldo Azevedo, Vital
Farias, Elomar, Pena Branca & Xavantinho e Arthur Moreira Lima, entre
outros.
Créditos: Daniela Ribeiro | Agência FR
* Este conteúdo foi enviado pela assessoria de
imprensa

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