"Léo e Aguinho" transformam ensinamentos de segurança infantil em aventuras para os pequenos *

 

Foto meramente ilustrativa.

Com mais de 20 anos de atuação na área de segurança, Denilson Assis estreia na literatura infantil com uma obra que aborda, de forma leve e acessível, situações do cotidiano e orienta crianças sobre autocuidado, prevenção e proteção

Como ensinar uma criança a reconhecer situações de risco sem transformar a conversa sobre segurança em uma experiência baseada no medo? Foi a partir dessa pergunta e de mais de duas décadas de atuação na área de segurança que nasceu “Léo e Aguinho: os guardiões das crianças”, lançamento da Literare Books International, pelo selo Literare Kids.

Autor da obra, Denilson Assis, 48 anos, é pai de três filhas e acumulou mais de 20 anos de experiência profissional na área de segurança. Durante mais de 15 anos, atuou em um dos maiores centros de operações de emergência da América Latina, experiência que lhe proporcionou contato direto com diferentes situações do cotidiano e ampliou seu olhar para prevenção e proteção.

A vivência profissional, somada à experiência como pai, despertou no autor a percepção sobre a importância de orientar as crianças desde cedo para que desenvolvam conhecimentos e atitudes capazes de ajudá-las a lidar com situações do dia a dia.

“A proposta é levar para as crianças conhecimentos que podem fazer parte da rotina delas, mas de uma maneira leve, utilizando a imaginação e a linguagem das aventuras”, explica Denilson Assis.

Dois amigos em uma missão de proteção
Na história, Léo é um leãozinho curioso, corajoso e cheio de energia. Aguinho é um filhote de águia observador e atento ao que acontece ao seu redor. Amigos e vizinhos, os dois transformam brincadeiras e situações cotidianas em verdadeiras missões de guardiões.

Ao longo de dez aventuras, os personagens aprendem conceitos relacionados à segurança pessoal, proteção e autocuidado. Entre os temas estão o cuidado ao conversar com desconhecidos, a importância de não revelar o endereço de casa, o uso dos números de emergência, a criação de uma palavra-chave com os pais ou responsáveis e os cuidados com o próprio corpo.

A obra também aborda situações bastante presentes na rotina infantil, como atravessar a rua, manter hábitos de higiene, circular à noite, proteger-se do sol, manter-se hidratado, utilizar equipamentos de segurança e cuidar dos objetos pessoais.

Segurança sem medo
Um dos diferenciais da obra é justamente a maneira como assuntos delicados são apresentados. Em vez de trabalhar exclusivamente com alertas e proibições, Léo e Aguinho transformam os cuidados em elementos de uma aventura.

O corpo, por exemplo, é apresentado como um “castelo sagrado”. A criança aprende a reconhecer situações de conforto ou desconforto por meio de um semáforo simbólico e é orientada sobre a importância de dizer “não”, afastar-se e procurar um adulto de confiança diante de situações que provoquem medo, tristeza ou confusão.

Em outra aventura, os personagens criam uma “palavra mágica” que funciona como um código combinado entre a criança e seus responsáveis. A ideia é ensinar que, caso alguém apareça dizendo ter sido enviado pelos pais para buscá-la, ela pode utilizar uma informação previamente combinada para verificar se aquela pessoa realmente está autorizada.

A segurança no trânsito também ganha espaço. Ao atravessar a rua em busca de um sorvete, Léo aprende a parar na calçada, olhar para os lados, ouvir os sons do trânsito, procurar a faixa de pedestres e manter a atenção durante a travessia.

Informação que pode virar hábito
Outro aspecto presente na obra é a apresentação de procedimentos que podem ser incorporados à rotina das crianças. Em “O Jogo do Telefone”, por exemplo, Aguinho ensina Léo a reconhecer os números 190, 192 e 193 e, principalmente, a compreender que, em uma emergência, não basta saber o número: é importante conseguir explicar o que aconteceu e informar onde está.

A higiene também ganha uma abordagem lúdica. Na aventura “O Monstro Invisível”, os germes são transformados em pequenos “monstros” que podem ser combatidos com água e sabão, incentivando hábitos como lavar as mãos antes das refeições, depois de usar o banheiro e após brincar com animais ou retornar da rua.

Para autor Denilson, a intenção é que o conhecimento ultrapasse as páginas do livro e seja levado para as conversas em casa e na escola. “Léo e Aguinho” foi pensado como uma ferramenta para aproximar crianças, famílias e educadores de temas relacionados à prevenção, ajudando a transformar informação em consciência e cuidado.

Sobre o livro
“Léo e Aguinho: os guardiões das crianças”
Editora: Literare Books International - Selo: Literare Kids - 1ª edição: 2026
Revisão pedagógica: Núria Assis
Categoria: Infantojuvenil
Páginas: 64 | Dimensões: 20 x 20 cm
ISBN físico: 978-85-9455-729-2 | Idioma: Português
Onde comprar: Amazon | Literare Books | Lojas e físicas e ecommerce

Créditos: Débora Luz | Literare Books International

* Este conteúdo foi enviado pela assessoria de imprensa

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Renegado lança MargeNow *

Pausa para o café ganha roteiro pela capital e Região Metropolitana de São Paulo *

Coletivo de bordadeiras das Fábricas de Cultura leva exposição de bordados de mesa posta à ArtRio 26 *