Soul Alegria lança livro na Bienal do Livro 2026 e transforma histórias vividas em hospitais públicos em um convite à humanização *
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| Foto meramente ilustrativa. |
"Encontros improváveis do Jaleco de Bolinhas" reúne relatos reais de encontros entre artistas, pacientes, acompanhantes e profissionais da saúde e chega ao público no dia 11 de setembro, em São Paulo
Histórias que nasceram nos corredores de hospitais públicos, entre
jalecos, leitos, conversas inesperadas e muitos momentos de afeto, agora ganham
as páginas de um livro e chegam a um dos maiores eventos literários do país. No
dia 11
de setembro, durante a Bienal do Livro 2026,
o Grupo
Soul Alegria realiza o lançamento de “Encontros
improváveis do Jaleco de Bolinhas”, obra que reúne experiências
vividas pelos artistas do projeto ao longo de sua atuação com humanização
hospitalar.
Mais do que contar histórias sobre palhaços em hospitais, o livro
propõe um olhar para aquilo que acontece quando a arte encontra a
vulnerabilidade humana. São encontros com pacientes, familiares, acompanhantes
e profissionais da saúde que revelam como uma conversa, uma escuta atenta, uma
brincadeira ou simplesmente a presença de alguém disposto a estar
verdadeiramente ali podem transformar um momento difícil.
A publicação nasce de uma trajetória construída dentro de
hospitais públicos e transforma registros de vivências em narrativas que
ultrapassam os muros das instituições. São histórias sobre medo, esperança,
dor, superação, afeto e, principalmente, sobre conexão.
“Algumas
histórias são grandes demais para caber apenas na memória. Elas precisam ser
compartilhadas porque falam sobre algo que vai além da medicina ou da arte:
falam sobre a capacidade humana de criar conexão mesmo nos momentos mais
difíceis.”, conta Clerson Pacheco, fundador do Soul Alegria.
É justamente essa conexão que está no centro do trabalho do Soul
Alegria. Ao entrar em um quarto de hospital, os artistas não levam apenas
personagens, figurinos e brincadeiras. Levam disponibilidade para ouvir, olhar
nos olhos e reconhecer o ser humano que existe por trás de cada diagnóstico.
Da vivência hospitalar para as
páginas
Escrito por Adriana Fetter e Clerson Pacheco, o livro reúne
relatos construídos a partir das experiências e registros das ações realizadas
pelo Grupo Soul Alegria. A obra transforma anos de atuação em uma publicação
que também funciona como documento sobre a importância da humanização em
ambientes hospitalares.
Sob a coordenação de Angela Passadori, cada capítulo apresenta
diferentes perspectivas sobre os encontros proporcionados pelo projeto,
mostrando que, muitas vezes, a transformação acontece em pequenos gestos.
A publicação também conta com o trabalho visual de Cris
Spezzaferro na diagramação e com a Promopress,
patrocinadora do livro, responsável por contribuir para que essas histórias
pudessem ganhar forma e permanecer como parte do legado do projeto.
O que o leitor encontra em
“Encontros improváveis do Jaleco de Bolinhas”
· Histórias
reais: relatos
de encontros marcantes entre os artistas e pacientes de diferentes idades.
· Bastidores
das visitas: experiências que acontecem antes, durante e depois da
entrada dos artistas nas alas hospitalares.
· Humanização
na prática: reflexões sobre o papel da arte, do acolhimento e da escuta
no ambiente hospitalar.
· Encontros que
transformam: histórias que mostram que, muitas vezes, quem acredita estar
levando alegria também acaba sendo profundamente transformado.
· Memórias do Soul
Alegria: registros que ajudam a preservar a trajetória de um projeto
dedicado a levar arte e afeto a hospitais públicos.
Um lançamento dentro da Bienal do
Livro
A escolha da Bienal do Livro 2026 para o lançamento
reforça a proposta de ampliar o alcance dessas histórias. Se dentro dos
hospitais o Soul Alegria leva a arte até quem atravessa momentos de
vulnerabilidade, agora o livro faz o caminho inverso: leva essas experiências
para o público e convida cada leitor a refletir sobre empatia, cuidado e humanização.
O lançamento acontece no dia 11 de setembro de 2026,
durante a programação da Bienal do Livro, em São Paulo, com a presença dos
autores e integrantes do Soul Alegria.
A expectativa é que o encontro também seja uma oportunidade para
apresentar ao público a trajetória do projeto, conversar sobre os bastidores da
humanização hospitalar e compartilhar algumas das histórias que deram origem à
publicação.
Sobre o Soul Alegria
Fundado em janeiro de 2011, o Grupo Soul
Alegria atua com intervenções artísticas e lúdicas
voltadas à humanização de ambientes hospitalares e vulneráveis. O projeto reúne
artistas capacitados para levar acolhimento, escuta, arte e alegria a
pacientes, acompanhantes e profissionais da saúde.
Ao longo de sua trajetória, o grupo já realizou ações em
instituições como A.C.Camargo Cancer Center, Instituto Dante Pazzanese, Hospital do
Servidor Público Municipal (HSPM) e Hospital Municipal Infantil Menino Jesus.
Entre os artistas que integram o Soul Alegria estão Clerson
Pacheco, o Dr. Miojo, fundador e diretor do projeto; Michelle Marques, a Dra.
Mimi Bananais; e Paulo Everson, o Dr. Jão Bastião.
Lançamento de
“Encontros improváveis do Jaleco de Bolinhas”
Data: 11 de
setembro de 2026
Local: Bienal
do Livro 2026 – São Paulo - Stand da ABIGRAF com patrocínio da gráfica
PromoPress.
Horário: Das 13h às
20h
Autores: Adriana
Fetter e Clerson Pacheco
Projeto: Grupo
Soul Alegria
https://www.bienaldolivrosp.
Créditos: Carol Freitas
* Este conteúdo foi enviado pela assessoria de
imprensa

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