Quando a Inteligência Artificial torna a técnica abundante, o que permanece raro no ser humano? *
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| Foto meramente ilustrativa. |
Em "Inteireza", Kluska
propõe a "Excelência Íntegra" como o diferencial definitivo da era
digital; obra conta com orelha de Mario Sergio Cortella e prefácio de Guilherme
Birello.
Num cenário corporativo e social em constante
transformação, no qual ferramentas de Inteligência Artificial conseguem redigir
relatórios complexos, analisar dados em segundos e simular competência técnica
em escala, surge uma provocação urgente: quando a técnica deixa de ser o
principal divisor de águas, o que sobra de insubstituivelmente humano?
Para responder a essa questão central da
contemporaneidade, o executivo, especialista em psicologia organizacional e
conselheiro Rodrigo Kluska lança a obra “Inteireza: O que realmente
diferencia os raros em um mundo onde todos parecem excelentes” (Literare
Books International, 176 págs.). O livro teve sua primeira apresentação
pública na 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo.
A origem da obra nasceu de uma experiência marcante
vivenciada pelo autor. Ao delegar uma complexa tarefa executiva a uma
ferramenta de IA generativa, Kluska recebeu em apenas vinte minutos um plano
perfeitamente articulado e estruturado. Diante da tela, emergiu a inquietação
existencial e profissional: "Se a máquina faz o que eu faço, e faz mais
rápido, o que sobra de mim?"
A resposta foi maturada ao longo de quase três
décadas de observação direta de pessoas em momentos decisivos de liderança,
contratação, reestruturação organizacional e gestão de crises (com passagens
por instituições como Itaú, Brink's, Apex-Brasil e SPTuris). Kluska percebeu
que a verdadeira vantagem competitiva e relacional migrou do volume técnico
entregue para a maneira humana de entregar.
"O índice dos 5% não é uma
estatística literal da Inteireza, tampouco cria um clube de pessoas superiores
ou uma hierarquia moral. É uma referência simbólica de raridade para nomear o
padrão daqueles que sustentam consistência, resultado e humanidade ao mesmo
tempo", esclarece Kluska. "Qualquer pessoa pode estar inteira.
Já sustentar a Excelência Íntegra exige cultivo contínuo."
· Resultado: a entrega concreta vista junto de seu custo e de seu rastro humano;
· Cuidado: a capacidade de enxergar a pessoa antes da função ou do número;
· Curiosidade: o interesse genuíno pelo outro e pelo aprendizado contínuo;
· Sabedoria Prática: a experiência vivida mobilizada com discernimento ético;
· Repertório: a bagagem acumulada de humanidade, erros, escolhas e cicatrizes;
· Presença: a entrega real do tempo e da atenção ao momento presente;
· Humildade: o reconhecimento dos próprios limites e a disposição para aprender;
· Coerência: o vínculo vivo entre o que se pensa, fala, faz e assume.
A obra alerta ainda para os 4 Falsos Sinais de
Excelência frequentemente promovidos por organizações desatentas: o Brilhante
Destrutivo (entrega metas queimando pessoas e clima), o Carismático
Vazio (encanta sem sustentação), o Técnico Frio (domina a tarefa,
mas ignora a pessoa) e o Bonzinho Ineficaz (cuida do clima, mas não
entrega o necessário).
Já Guilherme Birello (Advogado, Mestre em
Direito Público e Diretor de Operações do FIA Formula E São Paulo E-Prix)
assina o prefácio. Birello testemunha a aplicação prática do conceito em
cenários de alta pressão e decisões complexas durante a reestruturação da
SPTuris.
Créditos: Débora Luz | Literare Books
* Este conteúdo foi enviado pela assessoria de
imprensa

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