Quando a Inteligência Artificial torna a técnica abundante, o que permanece raro no ser humano? *
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| Foto meramente ilustrativa. |
Em livro, o executivo e especialista em psicologia organizacional Rodrigo Kluska mostra como preservar humanidade, propósito e coerência em um cenário em que a IA torna a excelência técnica cada vez mais acessível. Lançamento acontece dia 24/09 na Livraria da Vila - Paulista
Num cenário humano e social em constante
transformação, no qual ferramentas de Inteligência Artificial conseguem redigir
relatórios complexos, analisar dados em segundos e simular competência técnica
em escala, surge uma provocação urgente: quando a técnica deixa de ser o principal divisor de águas, o que
sobra de insubstituivelmente humano?
Para responder a essa questão central da
contemporaneidade, o executivo, especialista em psicologia organizacional e
conselheiro Rodrigo
Kluska lança a obra “Inteireza: O que realmente diferencia os raros em um mundo onde
todos parecem excelentes” (Literare Books International, 176 págs.). O livro teve
sua primeira apresentação pública na 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo.
A origem da obra: do incômodo à tese
A gênese da obra nasceu de uma experiência marcante
vivenciada pelo autor. Ao delegar uma complexa tarefa executiva a uma
ferramenta de IA generativa, Kluska recebeu em apenas vinte minutos um plano
perfeitamente articulado e estruturado. Diante da tela, emergiu a inquietação
existencial e profissional: "Se a máquina faz o que eu faço, e faz mais rápido, o que
sobra de mim?"
A resposta amadureceu ao longo de quase três décadas
de observação direta de pessoas nas relações e em momentos decisivos de
liderança, contratação, reestruturação organizacional e gestão de crises (com
passagens por instituições como Itaú, Brink's, Apex-Brasil e SPTuris). Kluska
percebeu que aquilo que realmente diferencia as pessoas raras migrou da técnica entregue
para a maneira humana de viver e entregar.
Inteireza: uma possibilidade de todos
A arquitetura do livro: as 8 dimensões e os 4 falsos
sinais
Para mostrar a Inteireza além da performance, Kluska
organiza a Excelência Íntegra em 8 Dimensões multiplicativas:
· Resultado: tudo o que fazemos, visto junto
de seu custo e de seu rastro humano;
· Cuidado: a capacidade de enxergar a
pessoa antes da função ou do número;
· Curiosidade: o interesse genuíno pelo outro e
pelo aprendizado contínuo;
· Sabedoria Prática: a experiência vivida mobilizada
com discernimento ético;
· Repertório: a bagagem acumulada de
humanidade, erros, escolhas e cicatrizes;
· Presença: a entrega real do tempo e da
atenção ao momento presente;
· Humildade: o reconhecimento dos próprios
limites e a disposição para aprender;
· Coerência: o vínculo vivo entre o que se
pensa, fala, faz e
A obra alerta ainda para os 4 Falsos
Sinais de Excelência frequentemente promovidos por organizações
desatentas: o Brilhante
Destrutivo (entrega metas queimando pessoas e clima), o Carismático
Vazio (encanta sem sustentação), o Técnico Frio (domina a
tarefa, mas ignora a pessoa) e o Bonzinho Ineficaz (cuida do clima, mas não entrega o
necessário).
Duas vozes de destaque no mercado editorial
O livro conta com a chancela de dois grandes nomes
que trazem perspectivas complementares: Mario Sergio Cortella, que assina o texto de
orelha da obra. O filósofo define a Inteireza como "a largueza do propósito
decente e da ação eficiente", situando o livro no território
da presença e da busca consciente pela versão mais autêntica de cada ser
humano.
Já Guilherme Birello (Advogado, Mestre em Direito
Público e Diretor de Operações do FIA Formula E São Paulo E-Prix) assina o
prefácio. Birello testemunha a aplicação prática do conceito em cenários de
alta pressão e decisões complexas durante a reestruturação da SPTuris.
Créditos: Débora Luz | Literare Books
* Este conteúdo
foi enviado pela assessoria de imprensa

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