O que os festivais de música ensinam aos universitários em formação? *
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| Foto meramente ilustrativa. |
Para Emiliano Patarra, coordenador do curso de Música da Faculdade Santa Marcelina, o formato lapida a técnica e abre portas para o mercado de trabalho
São
Paulo, 02 de setembro de 2026 – Para grande parte do público, festivais de
música são lembrados pelos shows e apresentações. Na música de concerto, o
bastidor é tão decisivo quanto o palco, pois reúne técnica, prática e
convivência artística. Para Emiliano Patarra, coordenador do curso de Música da Faculdade
Santa Marcelina, os festivais representam “estudo intensivo e
momento importante na formação de jovens músicos”. Entre os principais exemplos
no Brasil, o Festival de Campos do Jordão, realizado desde
1970, é dedicado à imersão acadêmica e artística de musicistas.
Quando
semanas valem meses de estudo
Grande parte do papel formativo que os festivais
desempenham consiste na imersão. “Originalmente, a reclusão tinha grande
importância em eventos desse formato. O que persiste hoje em dia é mergulhar na
música para aprimorar conhecimento”, afirma Patarra. O coordenador também
enfatiza que ambientes de troca entre alunos e professores são especialmente
transformadores para jovens em fase avançada de formação. “Nesse momento, o
desafio vai além da técnica: envolve consolidar interpretação, ampliar capacidade
de trabalho em equipe, sustentar escolhas interpretativas e desenvolver preparo
para contexto profissional”.
Entre os principais diferenciais dos festivais estão as masterclasses com professores convidados. Durante as aulas, especialistas que não acompanham regularmente cada participante oferecem perspectivas diferentes sobre desempenho e dinâmica. “Apresentar a mesma obra para diversos docentes amplia o repertório interpretativo e fortalece autonomia artística, reproduzindo efeitos de meses de estudo, em poucas semanas”, conclui Emiliano Patarra.
Além
do palco, preparação para carreira
Quando surgiram, os festivais representavam raras
oportunidades de contato com professores internacionais. Atualmente, a maior
oferta de concertos e masterclasses nos grandes centros urbanos torna a
convivência intensa entre estudantes e docentes, o grande diferencial da
experiência. Ao longo de semanas de programação, essa troca favorece a criação
de conexões profissionais, abre portas para futuras colaborações e oferece aos
jovens músicos a oportunidade de se apresentarem em grandes palcos do
país.
Sobre
a Faculdade Santa Marcelina
A Faculdade Santa Marcelina é uma
instituição mantida pela Associação Santa Marcelina – ASM, fundada em 1º de
janeiro de 1915 como entidade filantrópica. Desde o início, os princípios de
orientação, formação e educação da juventude foram os alicerces do trabalho das
Irmãs Marcelinas. Em São Paulo, as unidades de ensino superior iniciaram seus
trabalhos nos bairros de Perdizes, em 1929, e Itaquera, em 1999. Para os
estudantes é oferecida toda a infraestrutura necessária para o desenvolvimento
intelectual e social, formando profissionais em cursos de Graduação e
Pós-Graduação (Lato Sensu). Na unidade Perdizes os cursos oferecidos são:
Música, Licenciatura em Música, Artes Visuais, e Moda. Já na unidade
Itaquera são oferecidas graduações em Psicologia, Administração, Ciências
Contábeis, Enfermagem, Fisioterapia, Medicina, Nutrição, Tecnologia em
Radiologia e Tecnologia em Estética e Cosmética. Além disso, há também a
opção de cursos na modalidade de ensino a distância, que incluem Administração,
Gestão Comercial, Gestão Hospitalar e Gestão de Recursos Humanos.
Créditos: Isabela Tumolo | XCom Agência de Comunicação
* Este conteúdo foi enviado pela assessoria de
imprensa

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