Bienal abre espaço para ficção maçônica brasileira *
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| Foto meramente ilustrativa. |
Em
"Exílio Templário", Wildon Lopes aproxima símbolos da maçonaria e
ficção científica; sessão de autógrafos ocorre dia 12 de setembro, às 17h, no
estande J32 da Editora Scortecci no Distrito Anhembi
O que aconteceria se personagens separados por séculos pudessem se
encontrar para discutir seus ideais? E como esses mesmos princípios poderiam
sobreviver em uma sociedade futurista, onde humanos e robôs dividem o mesmo
mundo? Mestre Maçom grau 31, Wildon Lopes aborda essas questões em Exílio
Templário: Conto de Ficção Maçônica, livro que combina pesquisa
histórica, ensaios, poesias, microcontos e ficção científica. A obra tem
lançamento e sessão de autógrafos durante a 28ª Bienal Internacional do Livro
de São Paulo, no dia 12 de setembro (sábado), a partir das 17h.
Em uma das principais passagens do livro, ambientada em Londres,
em 1717, três personagens ligados à história dos Templários e da Maçonaria
protagonizam um encontro que nunca aconteceu na realidade. Hugues de
Payens, fundador e primeiro Grão-Mestre da Ordem dos
Templários, Jacques
de Molay, último Grão-Mestre templário, e Anthony Sayer,
primeiro Grão-Mestre da Maçonaria moderna, são colocados frente a frente para
dialogar sobre legado, sacrifício e a permanência de ideais ao longo do tempo.
A proposta de Wildon Lopes, no entanto, não se limita a
revisitar o passado. Na segunda parte da narrativa, a história avança para o
ano de 2736,
apresentando uma sociedade futurista em que humanos convivem com robôs. Ao
transitar entre diferentes períodos históricos e linguagens literárias, Exílio
Templário aproxima acontecimentos e personagens reais de
elementos imaginados pelo autor. Ao colocar lado a lado figuras do passado,
elementos da tradição maçônica e uma humanidade tecnológica, o leitor encontra
uma trama em que memória, imaginação e futuro se encontram.
Créditos: Luísa Santini | LC Agência de Comunicação
* Este conteúdo foi enviado pela assessoria de
imprensa

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