Leon Bridges lança quatro novas músicas *
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| Foto meramente ilustrativa. |
Ouça agora “Talk It Over”, “Happiness Anytime”, “All Day All Night (Ft. Lydia Kitto)”e “Fly Baby”
Assista
ao videoclipe de “Talk It Over” AQUI
Happiness Anytime, produzido por
J Lloyd e Lydia Kitto, do Jungle, será lançado dia 25 de setembro pela Columbia
Records
Em
25 de setembro, Leon Bridges lançará seu novo álbum, Happiness
Anytime, pela Columbia Records. O projeto foi produzido
por J
Lloyd-Watson e Lydia Kitto, integrantes do trio britânico Jungle.
Ao longo do verão, o cantor vem apresentando o álbum por meio de performances
pop-up em cidades como Paris, Cannes, Los Angeles, Londres e Chicago,
além de festivais como o Montreux Jazz Festival e, mais recentemente,
o Outside
Lands.
Hoje, ele lança o segundo de três EPs com quatro faixas cada,
que juntos formarão o álbum completo. Entre as músicas estão a faixa foco “Talk It Over”, uma animada ode à superação e
ao diálogo nos relacionamentos; a faixa-título “Happiness Anytime”; a melancólica “All Day All Night”, com participação de Lydia
Kitto; e “Fly Baby”, uma canção que incentiva o otimismo
diante das dificuldades. O videoclipe oficial de “Talk It Over” foi filmado em Amsterdã, com
direção da dupla D+Y e coreografia da Plue Agency. O vídeo destaca as
principais inspirações do álbum: movimento, dança e alegria. Assista ao clipe AQUI.
O lançamento anterior de Leon Bridges apresentou as faixas “Light The
Way”, “Tears of Joy”, “Illusion” e “Your Love Is
Electric”. Os fãs podem fazer o pré-save do álbum AQUI.
“Nossa abordagem foi utilizar movimentos que transmitissem
fluidez e naturalidade, repletos de carisma e personalidade. Seguindo o estilo
característico da D+Y, construímos a coreografia a partir de composições
visualmente divertidas e de uma movimentação integrada entre os dançarinos e a
câmera. Os bailarinos são incorporados ao ambiente como pessoas que
naturalmente frequentariam um salão de dança para se expressar livremente, ao
mesmo tempo em que representam os temas abordados pela música.”
Happiness Anytime marca
o retorno de Leon Bridges ao calor e à sonoridade acolhedora de Coming Home,
ao mesmo tempo em que abraça o groove e o espírito aventureiro presentes em
suas aclamadas colaborações com o Khruangbin. No álbum, as sensibilidades
musicais características de Bridges e do Jungle se entrelaçam para criar algo
inteiramente novo: um som expansivo, sem fronteiras, que leva o artista a
territórios criativos empolgantes. Há ecos de Fela Kuti, da atmosfera viajante
de The
Rhythm of the Saints, de Paul Simon, e da calorosa musicalidade de
Jorge Ben, mas o disco nunca soa como uma simples referência a essas
influências. Acima de tudo, Happiness Anytime é inconfundivelmente Leon
Bridges. Sua voz única, seu carisma natural e seu apurado senso melódico
transformam essas inspirações em algo genuinamente próprio. É um álbum feito
para acompanhar dias longos e noites quentes, com tudo para se tornar a trilha
sonora não oficial deste verão.
“Para mim, felicidade não é um sentimento que você corre atrás,”
Bridges diz “Quero que este álbum permaneça com as pessoas e as marque até os
ossos. Existe uma sensação de que temos que consertar os problemas do mundo;
você se sente inadequado e isso pode ser debilitante. Meu papel é ser a luz, e
eu espero que isso venha através desse álbum.” Ao criar Happiness
Anytime, Bridges buscava não só encontrar felicidade, mas também
recuperar o impulso para seguir em frente. No início da carreira, ele costumava
estar na linha de frente, dançando, algo que havia se perdido nos últimos anos
de sua trajetória. Ele queria voltar a fazer músicas para dançar, músicas
capazes de afastar os estresses da vida moderna e de fazer as pessoas se
sentirem conectadas e ancoradas nos ritmos do presente.
Conforme passou a apresentar o novo repertório ao vivo, Bridges
também revelou “Leon Bridges Presents: Happiness Anytime”, um novo
formato de show com DJ de vinil, banda de metais, três vocalistas de apoio e
Bridges retomando uma de suas marcas registradas: dançar no centro do palco.
Inspiradas pelo senso de comunidade dos tradicionais bailes de dancehall da
Jamaica, as performances traduzem ao vivo a proposta do álbum, que celebra o
movimento e a conexão coletiva.
Happiness Anytime foi criado ao longo de três sessões intensas e
aceleradas de composição com Lloyd-Watson e Kitto. Depois de se encontrarem em
diversos festivais ao redor do mundo, o grupo decidiu experimentar uma sessão
de composição, sem pressão. Quatro dias depois, saiu do estúdio com seis
músicas prontas — metade do álbum já concluída. Além dos três músicos, eles
contaram com a participação do baixista Pino Palladino (conhecido por seus
trabalhos com D’Angelo, Adele e John Mayer) nas gravações realizadas no Chaplin
Recording Studios, em Los Angeles, para finalizar o disco. O resultado é uma
obra atemporal e espontânea — sem excessos, sem preciosismo ou
intelectualizações desnecessárias, mas sim um álbum tão puro que parece ter
existido desde sempre. Um trabalho que certamente fará o ouvinte sentir
felicidade sempre que apertar o play.
Leon Bridges se tornou uma das vozes mais marcantes do soul e do
R&B americano contemporâneo. Nascido em Atlanta e criado em Fort Worth, no
Texas, ele ganhou destaque com seu álbum de estreia, Coming Home,
certificado como disco de platina e indicado ao GRAMMY. Com sua sonoridade soul
de inspiração vintage e os singles de sucesso "Coming Home" e
"River", o trabalho o estabeleceu imediatamente como um dos artistas
mais promissores de sua geração. Na sequência, lançou o aclamado Good Thing,
expandindo sua paleta sonora e conquistando mais uma indicação ao GRAMMY na
categoria de Melhor Álbum de R&B, além de vencer seu primeiro prêmio com
"Bet Ain't Worth the Hand", eleita Melhor Performance Tradicional de
R&B. Seu terceiro álbum, Gold-Diggers Sound, representou seu trabalho mais
ousado até então, recebendo ampla aclamação da crítica e uma nova indicação ao
GRAMMY de Melhor Álbum de R&B. Em 2024, Bridges lançou seu quarto álbum de
estúdio, Leon,
um trabalho profundamente pessoal e reflexivo, inspirado por suas raízes do
Texas e por sua evolução artística. Além de sua discografia solo, o cantor
também lançou dois álbuns colaborativos com o grupo Khruangbin: Texas Sun (2020)
e Texas
Moon (2022).
Ao longo de sua carreira, Bridges conquistou seis indicações ao
Grammy e uma premiação. Isso inclui três indicações a Melhor álbum de R&B.
Ele tem colaborado com diferentes artistas, incluindo Khruangbin, John Mayer,
Kacey Musgraves, Robert Glasper, Terrace Martin, Gunna, The Avalanches, Gary
Clark Jr e Shaboozey. O que evidencia a notável versatilidade de sua arte.
Como performer cativante, Bridges já se apresentou em alguns dos
palcos mais prestigiados do mundo. Ele fez sua estreia no programa Saturday
Night Live como convidado, interpretando as canções
"Smooth Sailin'" e "River", e realizou apresentações
marcantes para o Tiny Desk Concert, da NPR, o Austin City
Limits e inúmeros grandes festivais ao redor do planeta. Leon
continua construindo pontes entre o passado e o presente, honrando as ricas
tradições do soul, R&B, gospel e folk, ao mesmo tempo em que desenvolve uma
voz artística singular, que o consolidou como um dos artistas mais respeitados
e influentes de sua geração.
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Mais sobre Leon Bridges - Happiness
Anytime
Por Marcus. J. Moore
Por quase uma década, Leon Bridges esteve em busca de algo, não
por sucesso – ele encontrou cedo, através do resgate do Soul de 1960. Não por
validação – a crítica e audiência abraçou ele desde o momento que sua voz
emergiu de Fort Worth, no Texas, soando como se tivesse atravessado várias
gerações da música negra americana antes de chegar ao presente.
Em vez disso, Bridges passou muito tempo de sua carreira em
busca de movimento: um caminho para expandir seu som melancólico, sem perder a
qualidade que trouxe seus ouvintes até ele, em primeiro lugar.
Em Happiness Anytime, seu novo álbum produzido por dois
dos três integrantes do trio britânico Jungle, essa busca toma um rumo
instigante. O que começou como uma sessão ao longo de quatro dias em Los
Angeles rapidamente evoluiu para algo maior. Após anos cruzando caminhos em
festivais e shows através da Europa, Bridges e os membros do Jungle, Josh
Lloyd-Watson e Lydia Kitto finalmente foram para um estúdio juntos em abril de
2025. A química foi imediata.
“Nós sempre fomos grandes fãs do Leon,” Lloyd-Watson diz.
"Estávamos ansiosos para nos dar bem”
Eles fizeram mais que isso. Ao longo de quatro dias, o trio
tinha completa seis músicas. Mais importante que isso, eles descobriram uma
conexão de um dialeto criativo construído no instituto e livre de análises
excessivas. “O primeiro pensamento costuma ser o melhor pensamento”, explica
Lloyd-Watson. “É ali que está a emoção. Tudo o que vem depois acaba sendo
excessivamente racionalizado, e não é exatamente nesse terreno que a música dá
o seu melhor.”
A grande virada aconteceu quase instantaneamente. Lloyd-Watson e
Kitto tocaram para Bridges uma base instrumental minimalista, construída em
torno de uma progressão de acordes de Wurlitzer e um padrão de bateria
descontraído. Assim que a faixa começou, Bridges começou a cantar. “Logo de
cara ele cantou a primeira parte de Your Love Is Electric”, relembra Lloyd-Watson. “E eu
pensei: ‘Uau, vamos nessa. É isso.’”
Aquele momento se tornou o modelo para todo o álbum. Em sua
versão final, “Your Love Is Electric” é uma faixa intensa e envolvente, feita
sob medida para as pistas de dança. Ela transmite a sensação de estar em uma
boate à 1h da manhã, quando a música já tomou conta do seu corpo e tudo o que
você consegue fazer é se mover.
Ao contrário de muitos projetos de gravação contemporâneos, que
se desenvolvem ao longo de meses — ou até anos —, Happiness
Anytime foi construído com base na espontaneidade. Os
colaboradores adotaram uma regra simples: toda sessão precisava terminar com
uma música concluída. “Não íamos embora sem ter uma faixa completa no fim do
dia”, diz Lloyd-Watson. “Não queríamos ficar com aquele pensamento de ‘voltamos
a isso amanhã’. Queríamos músicas totalmente finalizadas.”
A abordagem funcionou porque todo mundo entendeu seu papel.
Bridges focou no sentimento, storytelling e performance vocal. Kitto trouxe uma
intuição melódica e os detalhes harmônicos. Lloyd-Watson conduziu a produção,
arranjos, e a estrutura do som. O resultado é um álbum que parece coeso, menos
como o trabalho de um artista que contrata produtores e mais como três músicos
descobrindo uma visão criativa em comum.
Essa visão centrada em reconectar Bridges com a essência que em
primeiro lugar fez ele ressoar. Bridges passou anos experimentando R&B
contemporâneo, estruturas eletrônicas, e novas abordagens de composição.
Lloyd-Watson and Kitto perceberam uma oportunidade de honrar essa exploração
musical enquanto introduziam algo novo. A ideia era criar algo festivo, dando a
Bridges e seus fãs a permissão de se soltarem e dançarem nos seus shows.
“Leon disse que ele quer que tenhamos músicas que ele possa
dançar também” Kitto relembra. “Ele queria ter momentos em que ele poderia
colocar o violão no chão e apenas dançar e performar no palco”
O Groove se tornou um dos principais pontos de partida do álbum.
As primeiras sessões de gravação produziram sons que pareciam intersecções
naturais entre o ritmo do trio Jungle e o estilo de composição de Bridges,
fortemente ligado às suas raízes musicais. As sessões seguintes foram ainda
mais longes em termos de composição. Quando os colaboradores se reuniram
novamente em agosto de 2025, buscavam inspiração no afrobeat de Fela Kuti, na
música brasileira, no soul, na disco music e em ritmos sul-americanos.
“Nós ouvimos muitas músicas da américa do sul e Sergio Mendes”
diz Lloyd-Watson, “Impregnamos as músicas com esses ritmos latinos e ritmos
africanos — música com groove, alma e sentimento”,
Essas influências nunca soam como algo meramente ornamental,
como uma banda recriando o passado só porque isso parece interessante. Em vez
disso, elas formam o epicentro do álbum, com ritmos que se movem com propósito,
linhas de baixo que respiram sem obstáculos e arranjos de metais que chegam com
força. No centro de tudo permanece a voz calorosa e expressiva de Bridges,
elevando o álbum a momentos de grande intensidade e riqueza de cores.
Há também o título do álbum, Happiness Anytime, que
funciona tanto como uma declaração quanto como um convite.
“É uma música que você pode colocar para tocar independentemente
de como está se sentindo”, diz Kitto. “Ela te faz feliz e faz você querer
levantar e dançar.”
Happiness Anytime foi criado tendo a alegria espontânea como
princípio orientador no estúdio, convidando os ouvintes a encontrar momentos de
luz nos aspectos mais comuns da vida cotidiana — especialmente em um momento em
que a felicidade parece mais difícil de alcançar em uma cultura marcada pela
comparação constante. É um álbum pensado para nos ajudar a recomeçar.
Mas, por trás desse brilho, há algo mais sutil. Lloyd-Watson
aponta canções como “Tears of Joy” como reflexões sobre sacrifício, propósito e
longevidade artística.
“É sobre o legado que ele construiu”, diz. “Sobre o que
significa estar na estrada. Sobre o que você sacrifica para levar essa arte ao
mundo.” Em outras faixas, como “Illusion”, surgem indícios de frustrações mais
profundas e de uma sabedoria conquistada com esforços. “Estou aqui no
presente”, repete Bridges. “Um passo de cada vez.”
Essas tensões dão profundidade a Happiness Anytime. A
alegria está presente em todo o álbum, mas não é uma alegria ingênua. É o tipo
de alegria que se conquista após uma vida vivida entre palcos, aviões e ônibus
de turnê. É a felicidade à qual se chega depois de atravessar tantas incertezas
e, ainda assim, reconhecer que as bênçãos recebidas são o que mais importa.
Talvez nenhuma música represente melhor o espírito do álbum do
que “Take My Hand”, que passou por uma transformação radical durante as gravações.
Sem ter certeza de que o arranjo original explorava todo o potencial da canção,
o grupo convidou para o estúdio o lendário baixista Pino Palladino e o
baterista Eric Harland.
“Nós dissemos: ‘Uma tomada só, vai!’, lembra Lloyd-Watson, entre
risos.
Os músicos responderam.
“Era assim que a música costumava ser feita”, diz ele. “Vamos
lá, pessoal. Uma tomada. Vamos fazer.”
Momentos como esse revelam o que torna Happiness
Anytime um projeto especial. O álbum abraça a espontaneidade
em uma era obcecada pela perfeição. Ele valoriza a emoção acima do cálculo, a
química acima da estratégia — e é justamente por isso que soa tão vivo.
Para Bridges, porém, o significado parece ainda mais imediato.
Após o lançamento e a aclamação da crítica ao seu quarto álbum de estúdio, Leon,
em 2024, é oficialmente a vez de ele brilhar novamente.
“Parece que chegou o momento dele mais uma vez”, afirma
Lloyd-Watson.
Ouvindo Happiness Anytime, é difícil discordar.
“Para mim, felicidade não é um sentimento que você corre atrás,”
Bridges diz “Quero que este álbum permaneça com as pessoas e as marque até os
ossos. Existe uma sensação de que temos que consertar os problemas do mundo;
você se sente inadequado e isso pode ser debilitante. Meu papel é ser a luz, e
eu espero que isso venha através desse álbum.”
Créditos: Lucas Damião | Perfexx
* Este conteúdo foi enviado pela assessoria de
imprensa

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