Centro Cultural Guarani da Aldeia Rio Silveira, no litoral norte de SP, é reformado e ampliado com recurso do PROAC *
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| Com apoio do PROAC, Aldeia Rio Silveira reforma Centro Cultural Guarani e fomenta turismo e artesanato no litoral de SP. Créditos: Divulgação |
Antes restrita a uma tenda de 10x10m montada duas vezes ao ano, comunidade Guarani ganha espaço permanente para arte, artesanato e recepção de visitantes
A Aldeia Rio Silveira, no Núcleo Cachoeira, situada
na divisa entre Bertioga e São Sebastião, no litoral de São Paulo, teve
seu Centro Cultural Guarani reformado e ampliado com recursos do Programa de
Ação Cultural (PROAC), do Governo do Estado de São Paulo. O investimento
transformou a relação da comunidade com sua própria produção cultural: antes,
os eventos aconteciam apenas duas vezes por ano — em setembro e em janeiro — em
uma área aberta, sob uma tenda de 10 por 10 metros cedida pela prefeitura.
"Primeiro, nós participamos do edital cultural
do PROAC para conseguir recursos para a realização da reforma e ampliação do
Centro Cultural Guarani", explica o cacique Adolfo, liderança da Aldeia
Rio Silveira. "Antes fazíamos os eventos culturais duas vezes por
ano, um em setembro, outro em janeiro, na área aberta, com uma tenda. Com o
recurso foi possível reformar o centro de cultura, ampliando o espaço que será
utilizado para atividades artísticas e também para venda de artesanato e
recepção de visitantes", detalha.
De
uma tenda sazonal a um espaço permanente
A reforma contou com a contratação de trabalhadores
da própria aldeia para a execução da obra, gerando trabalho e renda dentro da
comunidade durante todo o processo de construção. O resultado é um centro
cultural que hoje recebe entre 100 e 120 pessoas, com capacidade para receber
grupos culturais da própria aldeia, alunos, moradores e visitantes de outras
aldeias Guarani.
"Depois que reformamos o Centro Cultural e
fizemos a ampliação, hoje atendemos com visitação de grupos culturais daqui da
aldeia, alunos da aldeia, comunidade e visitantes de outras aldeias",
conta Adolfo. O espaço ampliado passa a abrigar de forma permanente a exposição
e a comercialização de artesanato Guarani, atividade que antes não tinha um
local fixo dedicado. Saiba mais sobre a Aldeia Guarani Rio Silveira em https://www.instagram.com/
O
papel das leis de incentivo
A experiência da Aldeia Rio Silveira reforça o
impacto direto de mecanismos como o PROAC na vida cultural de comunidades
indígenas: a diferença entre uma tenda montada duas vezes por ano e um centro
cultural em funcionamento permanente. Mais do que infraestrutura, o
recurso viabilizou trabalho remunerado para a própria comunidade durante a obra
e criou condições concretas para a geração de renda por meio da arte e do
artesanato Guarani — ampliando o alcance e a frequência das trocas culturais
entre a aldeia e visitantes de outras regiões.
Créditos: Ellen Fernandes | EBF Comunicação
* Este conteúdo foi enviado pela assessoria de
imprensa
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