Boston City Group amplia investimentos em SAF com investimentos superiores a R$ 30 milhões na reestruturação do Villa Nova SAF *

 

Foto meramente ilustrativa.

Projeto arrojado do grupo já investiu no Boston City FC, nos Estados Unidos, depois com o projeto em Manhuaçu e, atualmente, com o Villa Nova SAF, considerado o principal investimento esportivo do grupo no Brasil; Grupo presidido por Renato Valentim acelera um plano de expansão baseado em gestão profissional, formação de atletas e infraestrutura;

O avanço das Sociedades Anônimas do Futebol (SAFs) está redesenhando o mapa de investimentos do futebol brasileiro. Em Minas Gerais, o Boston City Group amplia sua presença no setor após consolidar sua operação em Manhuaçu com investimentos de mais de R$ 30 milhões na reestruturação do Villa Nova SAF. O aporte faz parte de um plano de expansão que combina gestão profissionalizada, reativação das quatro categorias de base do clube já implementadas Sub-20, Sub-17, Sub-15 e recentemente a Sub-13 que teve procura de mais de 500 inscritos. Agora, o Boston City Group prepara a próxima fase de expansão com franquia de academia e novos projetos para captação de negócios.

Modelo SAF profissionaliza clubes e “salva” o futebol brasileiro - O movimento acompanha uma tendência que vem transformando o futebol nacional. Clubes historicamente marcados por dificuldades financeiras passaram a adotar o modelo de SAF como alternativa para captar investimentos, profissionalizar a gestão e criar novas fontes de receita. A proposta busca estruturar projetos sustentáveis de longo prazo, capazes de gerar valor dentro e fora das quatro linhas. É nesse cenário que o Villa Nova SAF se tornou um dos principais projetos do Boston City Group no Brasil.

À frente desse projeto ambicioso do Boston City Group está o empresário mineiro Renato Valentim, natural de Manhuaçu, radicado nos Estados unidos desde 1998. Lá iniciou a carreira bem-sucedida investimento em restaurantes, mais de duas décadas depois, controla a cadeia de restaurantes Tavern in the Square com 23 unidades e cerca de 4 mil colaboradores nos estados de Massachusetts, Connecticut e Rhode Island. A experiência em gestão e expansão empresarial sustentou sua entrada no futebol, inicialmente com o Boston City FC, nos Estados Unidos, seguida pela implantação do Boston City FC Brasil, em Manhuaçu, pela gestão do Americano Futebol Clube, no Rio de Janeiro, que conquistou o título do Campeonato Carioca da Série A2 de 2026,  e, mais recentemente, pelo investimento no Villa Nova SAF, hoje o principal projeto esportivo do grupo no Brasil que também conquistou o acesso.

Sergio Pinheiro, CEO do Villa Nova SAF explica o futebol é uma plataforma de desenvolvimento econômico para as cidades. Sergio destaca que o projeto visa criar novas receitas para clube e já está em estudo uma franquia de academia que tem como diferencial a seleção e identificação e talentos para as categorias de base. Além dessa iniciativa, como parte de incrementar novos negócios, recentemente o Villa Nova SAF lançou cerveja com a marca novalimense Cervejaria Vinil. Produzida para celebrar o novo momento do clube, a cerveja artesanal premium Leão do Bonfim visa fortalecer a marca e a identidade do clube. “O Villa Nova SAF vive um momento de reconstrução e fortalecimento da sua identidade. A cerveja nasce dentro desse contexto, aproximando ainda mais o clube da cidade, da torcida e da experiência de estádio. Queremos que o torcedor volte a viver o Villa de forma intensa, criando memórias e revigorando o sentimento de pertencimento”, destaca. Nas versões em lata de 473 ml e garrafa de 600 ml, a cerveja é leve, refrescante e cristalina, com coloração dourada e notas sutis de malte e lúpulo.

O futebol movimenta uma cadeia inteira nas cidades dede comércio, turismo, serviços, gera empregos e impulsiona toda uma cadeia produtiva. Em menos de 60 dias de operação, o Villa Nova SAF já gerou mais de 60 empregos diretos, grande parte ocupada por profissionais de Nova Lima e cidades da região. Atualmente, cerca de 70 atletas residem no Centro de Treinamento, movimentando diariamente uma cadeia de serviços que envolve alimentação, transporte, lavanderia, comunicação, comércio e prestadores de serviços locais. Somando atletas, colaboradores e profissionais envolvidos direta e indiretamente nas operações do clube, o Villa Nova SAF impacta aproximadamente 200 pessoas por mês. Nos dias de jogos, esse número cresce significativamente. Cerca de 300 profissionais participam da operação das partidas, sendo aproximadamente 70% deles de Nova Lima ou da Região Metropolitana, elevando para quase 500 o número de pessoas impactadas a cada evento, além de fortalecer o entretenimento e a movimentação econômica da cidade. 

Formação no Villa Nova SAF vai além do futebol e prepara atletas para a vida
No futebol moderno, formar um atleta deixou de ser apenas ensinar fundamentos técnicos. O processo envolve educação, disciplina, suporte emocional, alimentação, desenvolvimento psicológico e acompanhamento familiar. No caso do Villa Nova SAF, o projeto mobiliza cerca de 150 atletas ao longo da temporada e envolve aproximadamente 100 profissionais direta e indiretamente ligados ao desenvolvimento desses jovens.

Villa Nova passa por reconstrução estrutural
Quando o Boston City Group assumiu o controle do Villa Nova SAF, encontrou um clube rebaixado, com aproximadamente R$ 13 milhões em dívidas e as categorias de base desativadas havia quase dez anos. A primeira etapa concentrou esforços na reorganização administrativa, criação de uma estrutura executiva profissional, reformulação do departamento de futebol e retomada do trabalho de formação de atletas.

Segundo o presidente do Boston City Group, Renato Valentim, a prioridade foi construir uma base sólida de gestão antes dos resultados esportivos. "Estruturamos praticamente o clube do zero. Reorganizamos processos, montamos equipes técnicas e administrativas, retomamos as categorias de base e estabelecemos um planejamento de longo prazo. Hoje já temos as equipes Sub-15, Sub-17 e Sub-20 em atividade e iniciamos a implantação do Sub-13."

Base deixa de ser custo para se tornar ativo estratégico
Uma das principais frentes do investimento está na retomada das categorias de base. Em cem dias de atuação, o Villa Nova voltou a disputar competições estaduais com as equipes Sub-15, Sub-17 e Sub-20 e iniciou neste mês a implantação da categoria Sub-13, prevista para entrar em atividade ainda neste segundo semestre. No modelo adotado pelo Boston City Group, a base representa um ativo estratégico capaz de reduzir custos com contratações, gerar patrimônio esportivo, criar oportunidades de negociação de atletas e fortalecer a identidade do clube ao longo do tempo. "O futebol sustentável passa necessariamente pela formação de atletas. Não existe projeto de longo prazo sem investimento na base. Nosso objetivo é desenvolver talentos dentro de casa, criando oportunidades para os jovens e construindo patrimônio para o clube", afirma Sergio Pinheiro.

Créditos: Com Você Comunicação

* Este conteúdo foi enviado pela assessoria de imprensa

 

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