83% dos brasileiros pretendem acompanhar a Copa do Mundo; 20% só assistem futebol durante o torneio *
![]() |
| Foto meramente ilustrativa. |
Estudo da MindMiners mostra que a competição atrai até quem não acompanha o esporte no dia a dia e reforça o crescimento das plataformas digitais entre os mais jovens.
Às vésperas da Copa do Mundo de 2026, o torneio já
movimenta o interesse dos brasileiros, inclusive entre quem não acompanha
futebol no cotidiano. O estudo exclusivo “O jogo fora de campo: decisões,
marcas e consumo do brasileiro na preparação para a Copa do Mundo 2026”,
realizado pela MindMiners, aponta que 83% pretendem acompanhar o torneio,
enquanto 20% afirmam consumir futebol apenas durante a competição. A pesquisa
também revela mudanças importantes no comportamento da audiência, com
crescimento das plataformas digitais e fortalecimento da experiência coletiva
durante os jogos.
“O que vemos é uma expansão temporária da base do futebol. A
Copa não fala exclusivamente com fãs do esporte, mas também ativa quem está
fora desse universo no cotidiano, transformando o evento em um dos maiores
eventos de mobilização nacional”, afirma a Diretora de Excelência do Cliente e
Expansão da MindMiners, Rosana Camilotti.
De hábito individual a fenômeno coletivo
O estudo da MindMiners mostra que o futebol ganha escala durante
o evento, mas parte de uma base já relevante: 48% dos brasileiros dizem
acompanhar o esporte com frequência, enquanto 31% têm relação
ocasional. Além disso, 40% afirmam acompanhar a Copa mais do que qualquer
outro evento esportivo ao longo do ano, reforçando o peso do torneio como
fenômeno cultural e de audiência no país. Ainda assim, a Copa amplia esse
engajamento e transforma o consumo esportivo em uma experiência
majoritariamente coletiva.
Assistir aos jogos, durante a Copa, é principalmente uma
experiência compartilhada. A maioria pretende acompanhar as partidas em grupo,
seja em casa com amigos e familiares (57%) ou em encontros em outras
residências (41%). Já 37% dizem que devem assistir sozinhos, enquanto 22%
consideram bares ou espaços públicos.
“O futebol sempre teve esse lado coletivo, mas na Copa isso fica
ainda mais forte. O jogo vira um momento de encontro, e a experiência de
assistir se divide entre quem está junto e também nas conversas em tempo real”,
diz Rosana.
Interesse vai além da Seleção Brasileira
Embora a Seleção Brasileira concentre a maior atenção (56%), o
interesse dos brasileiros se estende a outras equipes. Argentina (32%), França
(21%) e Alemanha (19%) aparecem entre as seleções mais acompanhadas pelos
brasileiros, indicando que o público não se limita aos jogos nacionais.
Isso se reflete também no comportamento de audiência: 57%
pretendem assistir tanto aos jogos do Brasil quanto de outras seleções,
enquanto apenas 29% dizem que vão acompanhar exclusivamente as partidas da equipe
brasileira.
TV aberta divide espaço com o fenômeno CazéTV
A experiência esportiva durante a Copa não se limita às
transmissões ao vivo. O estudo aponta que os brasileiros consomem diferentes
formatos de conteúdo relacionados ao torneio: 49% acompanham notícias, 34%
assistem a análises e comentários e 33% veem os melhores momentos das partidas.
Além disso, 26% consomem entrevistas com jogadores e 21%
assistem a documentários, reforçando o interesse ampliado pelo universo do
futebol durante o período.
A Copa de 2026 também evidencia a consolidação de um modelo
híbrido de consumo de mídia esportiva. A TV aberta segue como principal canal
(77%), mas divide espaço com plataformas digitais, como YouTube (50%) e
serviços de streaming (30%).
Nos dispositivos, a televisão permanece dominante (87%),
enquanto o celular se consolida como segunda tela, sendo utilizado por 45% dos
brasileiros simultaneamente durante os jogos.
Entre os mais jovens, esse movimento é ainda mais evidente: 49%
da Geração Z pretendem acompanhar transmissões via CazéTV, enquanto 60% dos
boomers seguem priorizando a TV aberta.
“A TV aberta segue como base da audiência, mas já divide espaço
com um ecossistema digital cada vez mais relevante. A CazéTV é um bom exemplo
dessa mudança, especialmente entre os mais jovens. Hoje, acompanhar a Copa vai
além da transmissão: envolve consumir conteúdos, comentar em tempo real e
circular entre diferentes plataformas ao longo do jogo”, afirma a executiva da
MindMiners.
Esporte como plataforma de conexão em escala
nacional
O estudo da MindMiners reforça que a Copa do Mundo segue como um
fenômeno à parte no consumo de esporte no Brasil, ao ampliar a audiência,
ativar quem está fora do universo do futebol no dia a dia e distribuir a
experiência entre diferentes telas. Indo além de um evento esportivo, o torneio
concentra atenção de milhões de pessoas, organiza rotinas e cria uma das raras
ocasiões em que o país acompanha, comenta e consome o mesmo conteúdo ao mesmo
tempo.
Entre os clientes que integram a carteira da MindMiners estão
marcas como Itaú, Renner, Vivo, Samsung, Natura, Santander, Ambev, TikTok e Nubank.
Saiba mais: https://mindminers.com/
Créditos: Grazielle Franca | Agência Temma
* Este conteúdo foi enviado pela assessoria de
imprensa

Comentários
Postar um comentário