Tinta-da-China Brasil n'A Feira do Livro 2026 *
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| Foto meramente ilustrativa. |
Autores como Rui Tavares, Marcelo Viana, Conrado Hübner Mendes e Eliane Robert Moraes marcam presença no festival literário discutindo política e autoritarismo, guerras culturais, inteligência artificial e erotismo
A Tinta-da-China Brasil marca presença na quinta
edição d´A Feira do Livro, festival literário paulistano realizado de 30
de maio a 7 de junho na Praça Charles Miller, no Pacaembu, em São Paulo. O
evento, que no ano passado reuniu mais de 84 mil visitantes ao longo de 9 dias,
oferece cerca de 200 atividades gratuitas e consolida-se como um dos principais
encontros da literatura brasileira e internacional.
Com uma programação voltada ao pensamento crítico, à
história, à democracia e às transformações culturais do presente, a editora
participa de oito mesas ao todo, entre a programação principal e os Tablados
Literários, a programação paralela espalhada pela praça. As mesas reúnem
escritores, pesquisadores, jornalistas e intelectuais que conversam sobre temas
como guerras culturais, autoritarismo, inteligência artificial, literatura de
viagem e erotismo.
Fundada a partir da histórica editora portuguesa
Tinta-da-China em 2012 e administrada desde 2022 pela Associação Quatro
Cinco Um — uma das realizadoras do festival —, a casa brasileira vem
construindo um catálogo marcado pelo rigor intelectual, pela qualidade gráfica
e literária e pela aposta em obras capazes de ampliar o debate público
contemporâneo.
Entre os destaques da programação principal está o
historiador, ensaísta e político português Rui Tavares, autor de Hipocritões
e olhigarcas: passado e futuro das guerras culturais, que participa de duas
mesas no domingo, 31 de maio, discutindo os impasses das guerras culturais, a
força do desejo político e os desafios democráticos do presente. As duas mesas
têm apoio do Instituto Camões.
Outro eixo importante da programação é a parceria
com o LAUT (Centro de Análise da Liberdade e do Autoritarismo), cujos
pesquisadores vêm produzindo algumas das análises mais relevantes sobre
democracia, radicalização política e autoritarismo no Brasil contemporâneo, e
lançam durante A Feira o terceiro livro de uma coleção em parceria com a
Tinta-da-China: Como desarmar o autoritarismo no Brasil: uma agenda
para a desradicalização autoritária. Em destaque, os organizadores Conrado
Hübner Mendes e Fernando Romani Sales participam, ao lado de Nina Santos,
autora de um dos capítulos do livro, de uma conversa sobre os impactos do
autoritarismo na comunicação e em outras arenas da sociedade brasileira.
A programação inclui ainda mesas sobre edição,
literatura de viagem escrita por mulheres, inteligência artificial e ensino da
matemática com Marcelo Viana e Nina da Hora, além de uma conversa com Eliane
Robert Moraes e Schneider Carpeggiani sobre erotismo na literatura brasileira.
Destaca-se ainda a conversa entre Rui Tavares e a jornalista Julia Duailibi nos
Tablados Literários. Todas as mesas buscam aproximar pesquisa rigorosa, debate
público e circulação ampla de ideias, reafirmando o projeto editorial da
Tinta-da-China Brasil de publicar livros que ajudem a compreender criticamente
o mundo contemporâneo.
31 de maio, domingo
Rui Tavares, autor de Hipocritões e olhigarcas:
passado e futuro das guerras culturais (2026) tem duas participações.
Na programação oficial, sobe ao Palco da Praça às 12h45 para a
mesa da Folha na Praça, com mediação de Marcos Augusto Gonçalves, editor da
Ilustríssima da Folha de S.Paulo. Mais tarde, às 17h, o autor
retorna ao Tablado Literário Bubu para uma conversa com a
jornalista Julia Duailibi sobre os desafios das guerras culturais ao longo dos
séculos e como enfrentá-los hoje. Ambas as mesas têm sessão de autógrafos ao
final, e são apoiadas pelo Instituto Camões.
Às 13h, no Espaço Motiva Tablado Literário,
as jornalistas e escritoras Gaía Passarelli e Paula Carvalho conversam sobre
liberdade feminina e a tradição da literatura de viagem escrita por mulheres, a
partir do livro Mulheres viajantes (2025), da pesquisadora
portuguesa Sónia Serrano.
De volta ao Tablado Literário Bubu, às
15h40, o matemático Marcelo Viana, diretor-geral do Instituto de Matemática
Pura e Aplicada (IMPA) e autor de A descoberta dos números (2025)
e Histórias da matemática: da contagem nos dedos à inteligência
artificial (2024), discute as possibilidades da inteligência
artificial para o ensino da matemática com a cientista da computação Nina da
Hora. Ao fim da conversa também haverá uma sessão de autógrafos.
4 de junho, quinta-feira
No feriado de Corpus Christi, o Tablado
Literário Mário de Andrade recebe, às 15h40, Lucas Petroni,
coorganizador do livro Como desarmar o autoritarismo no Brasil: uma
agenda para a desradicalização, em uma conversa com os autores Ana Carolina
Evangelista, Celly Cook e Paulo Eduardo Alves sobre formas de desradicalizar a
justiça e a associação religiosa, duas importantes arenas em tempos de crise
democrática. A mesa é seguida de sessão de autógrafos.
5 de junho, sexta-feira
De volta à programação oficial, os coorganizadores
Conrado Hübner Mendes e Fernando Romani Sales debatem democracia e
autoritarismo com a autora Nina Santos no Palco da Praça às
12h45, com mediação de Antonio Mammi, editor-chefe do Nexo. Juntos,
discutem a ameaça autoritária a diversas esferas da sociedade brasileira, e em
especial à comunicação.
Sobre os livros
· Hipocritões
e olhigarcas: passado e futuro das guerras culturais,
Rui Tavares
De Lutero a Donald Trump, da invenção da imprensa às
redes sociais, o historiador português Rui Tavares nos mostra como operam as
guerras culturais. Do autor de Agora, agora e mais agora, um livro
essencial para conhecer melhor o passado, entender os labirintos do presente e
vislumbrar saídas para o futuro.
Todos já nos vimos envolvidos em alguma guerra cultural — fenômeno de polarização extrema em torno de identidades, valores e narrativas, que desperta grande intensidade emocional. O que nem todos sabemos é que as guerras culturais não são privilégio do nosso tempo. Em Hipocritões e olhigarcas, Rui Tavares nos mostra as várias formas que as guerras culturais assumiram ao longo dos séculos e aponta caminhos para superá-las. Com a condução humanista de um erudito, o livro passeia entre o mito do Minotauro, a imprensa de Gutenberg, o terremoto de Lisboa, o Iluminismo e a Revolução Francesa, os casos Dreyfus e Mortara, a rádio e o nazismo, as políticas sociais de Roosevelt e o desejo político, o impeachment de Dilma Rousseff e as igrejas neopentecostais, o populismo de Donald Trump e os tentáculos de Elon Musk. Uma leitura saborosa, que ao mesmo tempo enriquece nosso repertório e, de algum modo, nos prepara para a vida em sociedade.
· Histórias
da matemática:da contagem nos dedos à inteligência artificial,
Marcelo Viana
Com prosa clara, repleta de humor e de histórias
fascinantes sobre figuras eminentes e problemas importantes da matemática, o
matemático (e cronista) Marcelo Viana desvenda para o leitor não apenas a
relevância da disciplina, mas também seu encanto
Partindo de Pitágoras, passando por Newton e pela explicação de como Fibonacci ensinou os europeus a contar, o autor chega às questões contemporâneas, como a bola de futebol da Copa do Mundo, o funcionamento da brincadeira de amigo secreto e os tradutores automáticos turbinados pela inteligência artificial. Iniciados e não iniciados em matemática terão neste livro uma fonte de prazer e conhecimento, com rigor, clareza e graça raramente reunidos em uma mesma obra sobre o tema.
· A
descoberta dos números, Marcelo Viana
Desde quando começamos a contar carneiros no pasto
com pedrinhas até os algoritmos Deep Blue e AlphaGo, que aprenderam a jogar
xadrez e go melhor do que nós, a história dos números é repleta de descobertas
fascinantes. Neste livro, Marcelo Viana — diretor-geral do Instituto de
Matemática Pura e Aplicada (Impa) e autor do sucesso de vendas Histórias
da matemática — percorre toda essa trajetória com clareza e
entusiasmo, unindo a precisão científica à generosidade de um professor
comprometido em democratizar o conhecimento.
Cada capítulo traz curiosidades, ilustrações e
reflexões que transformam conceitos abstratos em experiências concretas e
vívidas, além da minibiografia dos cientistas que protagonizaram essa jornada.
Num texto que cativa entusiastas e especialistas, Viana explora todo o espectro
de categorias numéricas: dos naturais e primos aos surreais e hipercomplexos,
passando por racionais, incomensuráveis, negativos, imaginários e
infinitésimos, entre tantos outros.
Embora a matemática possa parecer uma ciência fria e
objetiva, este livro traz temas que foram e são objeto de controvérsias,
disputas e paixões. É o caso dos números negativos, plenamente aceitos só há
pouco mais de um século — antes disso, era difícil admitir que existisse alguma
coisa menor do que zero, e até hoje há quem questione a regra de que menos
vezes menos dá mais, comprovada pelo autor de modo exemplar.
Viana desmente mitos, como o de que a razão áurea e
os números de Fibonacci estão por toda parte e por trás da construção de
grandes obras da arquitetura, como o Partenon e o Taj-Mahal. Ao mesmo tempo,
revela que de fato a disposição das sementes na flor da camomila segue padrões
matemáticos, assim como certas obras de Portinari.
Transitando com naturalidade entre a mitologia, a
biologia e as artes visuais, o autor combina a erudição de um humanista com a
obsessão de um matemático que tem como missão democratizar o conhecimento. A
descoberta dos números conta com o traço original de Rafael Sica e é uma
espécie de almanaque ilustrado para todas as idades.
Para quem ainda vê a matemática como uma ciência
árida, este livro conciso e abrangente é uma oportunidade de enxergar os
números sob novos ângulos — e descobrir a beleza que eles escondem.
· Como
desarmar o autoritarismo no Brasil: uma agenda para a desradicalização,
org.: Conrado Hübner Mendes, Fernando Romani Sales e Lucas Petroni
Nos últimos anos, o Brasil passou por um processo de
intensa radicalização autoritária em diferentes esferas da vida pública — um
fenômeno recente, mas com raízes profundas na história do país. Depois de O
caminho da autocracia e A lei da bala, do boi e da Bíblia,
pesquisadoras e pesquisadores do Centro de Análise da Liberdade e do
Autoritarismo (LAUT) dão mais um passo na compreensão desse processo:
conceituam a radicalização autoritária, analisam suas manifestações concretas e
propõem caminhos para enfrentá-la.
Os três organizadores, que também assinam capítulos
ao longo do livro, convidaram dez especialistas para escreverem ensaios sobre
arenas decisivas da vida democrática e particularmente permeáveis à
radicalização autoritária: as forças armadas e as polícias, o sistema de
justiça, a educação, a internet e a religião. Três critérios norteadores foram
propostos pelo LAUT como guias para o fortalecimento democrático: controle,
imparcialidade e pluralismo.
Mais do que identificar os espaços
vulneráveis, Como desarmar o autoritarismo no Brasil apresenta
uma agenda de reformas que vão desde mudanças constitucionais e códigos de
conduta rigorosos até a proteção da liberdade acadêmica e a regulação
democrática da comunicação digital. Em vez de respostas defensivas ou soluções
emergenciais, o que se propõe é um exercício de imaginação institucional que aposta
na radicalização da democracia e na desradicalização do autoritarismo como
caminho para consolidar e aprofundar o pacto de 1988.
Combinando diagnóstico e proposta, teoria e prática,
as autoras e os autores oferecem uma rota para conter a radicalização e
fortalecer as instituições. Um livro fundamental para entender o Brasil
contemporâneo — e pensar seus próximos passos.
· Mulheres
Viajantes, Sónia Serrano
O livro de Sónia Serrano conta a história de várias
mulheres que, ao longo dos séculos, desafiaram convenções e viajaram sozinhas.
São mulheres corajosas que, muitas vezes, tiveram de assumir identidades
masculinas para viver livremente seus sonhos e não se deixaram restringir aos
espaços que lhes eram reservados. Enquanto descobriam a si próprias e a um
mundo que sempre lhes foi proibido, essas mulheres também se destacaram ao
mapear regiões, descobrir novas espécies de plantas, tratamentos para doenças e
tesouros arqueológicos, além de assumir posições centrais nos debates e
negociações geopolíticas de sua época.
Com os olhos voltados para a literatura brasileira de fins do século XIX até os nossos dias, Eliane Robert Moraes reúne neste volume os ensaios que marcam sua notável trajetória de crítica literária. Machado de Assis, Hilda Hilst, Nelson Rodrigues, Roberto Piva e Reinaldo Moraes são alguns dos nomes aos quais a ensaísta dedica sua reflexão, inspirada pelas concepções de Georges Bataille em torno da falta e dos excessos.
Desse percurso original e rigoroso resulta uma
contribuição definitiva para o reconhecimento do lugar do erotismo no cânone
literário brasileiro.
A parte maldita brasileira deu
início à Coleção Ensaio Aberto, sob coordenação de Tatiana Salem Levy e Pedro
Duarte, que já conta com cinco títulos. É resultado de uma parceria originada
no âmbito do Programa de Internacionalização da Capes (Capes-Print) entre a
Universidade NOVA de Lisboa e a Pontifícia Universidade Católica do Rio de
Janeiro. Os livros são publicados pela Tinta-da-China, em Lisboa, e pela
Tinta-da-China Brasil, em São Paulo, com apoio da Fundação para a Ciência e a
Tecnologia (FCT — Portugal).
SERVIÇO
Tinta-da-China Brasil n’A Feira
do Livro 2026
Programação oficial
Folha na Praça: Rui Tavares
Data:
31/05/2026
Horário:
12h45 – 14h
Local:
Palco da Praça
Convidados:
Rui Tavares
Mediação:
Marcos Augusto Gonçalves
Apoio:
Instituto Camões e Folha de S.Paulo
— Uma conversa sobre polarização, identidade e
guerras culturais com o historiador e deputado português.
Como desarmar o autoritarismo
Data:
05/06/2026
Horário:
12h45 – 14h
Local:
Palco da Praça
Convidados:
Conrado Hübner Mendes, Fernando Romani Sales e Nina Santos
Mediação:
Antonio Mammi
Apoio:
LAUT
— Os organizadores do LAUT (Centro de Análise da
Liberdade e do Autoritarismo) discutem a ameaça autoritária a diversas esferas
da sociedade brasileira e em especial à comunicação.
Tablados Literários
Mulheres viajantes: liberdade
feminina e literatura de viagem
Data: 31/05/2026
Horário: 13h
Local: Espaço
Motiva Tablado Literário
Convidadas: Gaía
Passarelli e Paula Carvalho
— As
jornalistas e escritoras conversam sobre liberdade feminina e a tradição da
literatura de viagem escrita por mulheres, a partir do livro Mulheres
viajantes, de Sónia Serrano.
Inteligência artificial e o
futuro da matemática
Data:
31/05/2026
Horário:
15h40
Local:
Tablado Literário Bubu
Convidados:
Marcelo Viana
Mediação: Nina
da Hora
Apoio:
IMPA
— Marcelo Viana, diretor-geral do Instituto de
Matemática Pura e Aplicada (IMPA), discute com a cientista da computação Nina
da Hora as possibilidades oferecidas ao ensino da matemática com o avanço da
inteligência artificial. A conversa será seguida de sessão de autógrafos.
Guerras culturais, desejo
político e horizontes possíveis
Data:
31/05/2026
Horário:
17h
Local:
Tablado Literário Bubu
Convidados:
Rui Tavares
Mediação:
Julia Duailibi
Apoio:
Instituto Camões
— A jornalista Julia Duailibi conversa com o
historiador Rui Tavares sobre os desafios causados por guerras culturais ao
longo dos séculos, como elas se manifestam hoje e o que fazer para superá-las.
O bate-papo será seguido de sessão de autógrafos.
Como desradicalizar a religião e
o sistema de justiça
Data:
04/06/2026
Horário:
15h40
Local:
Tablado Literário Mário de Andrade
Convidados:
Ana Carolina Evangelista, Celly Cook e Paulo Eduardo Alves
Mediação:
Lucas Petroni
Apoio:
LAUT
— Lucas Petroni conversa com os autores Ana Carolina
Evangelista, Celly Cook e Paulo Eduardo Alves sobre formas de desradicalizar a
justiça e a associação religiosa, duas importantes arenas em tempos de crise da
democracia. O bate-papo será seguido de sessão de autógrafos.
Data: 04/06/2026
Horário: 17h
Local: Espaço Motiva Tablado Literário
Convidados: Amauri Arrais, Iara Biderman e Sofia Mariutti
— Os editores da Quatro Cinco Um Amauri Arrais e Iara Biderman, conversam com a editora executiva da Tinta-da-China Brasil, Sofia Mariutti, sobre edição de textos.
Entre o sujo e o sublime: o
erotismo literário
Data: 05/06/2026
Horário: 15h40
Local: Tablado
Literário Mário de Andrade
Convidada: Eliane
Robert Moraes
Mediação: Schneider
Carpeggiani
— A pesquisadora e crítica literária Eliane Robert
Moraes discute com o editor Schneider Carpeggiani o lugar do erotismo na
literatura brasileira, a partir do livro A parte maldita brasileira.
A Feira do Livro
30 de maio a 7 de junho de 2026
Horários:
Finais de semana e feriado: das 10h às 20h
Dias úteis (segunda, terça e quarta): das 14h às 21h
Praça Charles Miller, Pacaembu, São Paulo
A organização d’A Feira do Livro incentiva
o público a ir para o festival a pé, de bicicleta, táxi, transporte por aplicativo
ou transporte público, pois as vagas de estacionamento na região são limitadas.
O festival conta com bicicletários e a Motiva oferece serviço de vans entre a
Praça Charles Miller e o metrô.
Transporte gratuito — Motiva
Ida: Estação Paulista ➔ A Feira do Livro
Finais de semana e feriado: das 10h às 19h30
Dias úteis (segunda, terça e quarta): das 14h às 20h30
Volta: A Feira do Livro ➔ Estação
Paulista
Finais de semana e feriado: das 10h30 às 20h
Dias úteis (segunda, terça e
quarta): das 14h30 às 21h
No dia 7 de junho, por conta da
realização da Parada do Orgulho LGBT+, o ponto de embarque e desembarque das
vans será na Estação Oscar Freire.
Todas as atividades são gratuitas e abertas ao
público. A programação completa está disponível em afeiradolivro.com.br.
Créditos: Julio Sitto |
A4&Holofote Comunicação
* Este conteúdo foi enviado pela assessoria de imprensa

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