Produção de 'Cássia - O Filme' anuncia Luisa Arraes como protagonista para o longa que une legado, música e afeto *
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| Foto meramente ilustrativa. |
Dirigido por Diego Freitas, a cinebiografia será rodada em outubro com produção da Migdal Filmes, coprodução da H2O Produções e Diadorim Ideias, e distribuição da H2O Films
Após uma série de mais de cem testes com atrizes de
todo o Brasil realizados ao longo de cinco meses, a produção de “Cássia -
O Filme” definiu quem interpretará a cantora: Luisa Arraes. Os bastidores da primeira
sessão para construir a caracterização da atriz como Cássia Eller foram
exibidos hoje, durante o anúncio oficial do filme, no Show de Inverno, evento
dedicado ao mercado exibidor de cinema, em Campos do Jordão. O vídeo traz
também imagens de arquivo, depoimentos do diretor Diego Freitas e de Maria
Eugênia, companheira da cantora.
As filmagens do longa começam em outubro. Agora,
diretor e atriz dão início a um mergulho na personagem, com preparação física e
de interpretação, leitura de roteiro e caracterização. É um novo desafio para
Freitas, que ficou conhecido do grande público pelo filme “Caramelo”, sucesso
produzido pela Migdal Filmes e lançado na Netflix. Luisa Arraes é uma atriz
reconhecida por trabalhos em cinema e TV, como as novelas “No Rancho Fundo” e
“Segundo Sol”, além do emblemático trabalho com a Diadorim, na versão de
“Grande Sertão Veredas”, de 2024. No cinema protagonizou os longas “Boa Sorte”
(2014) e “Aos Teus Olhos” (2017). Também atua como roteirista e
diretora.
Parte do elenco ainda está em processo de seleção,
que é capitaneado pelo diretor de elenco Gabriel Domingues (Indicado ao Oscar
de Melhor Direção de Elenco por “Agente Secreto”). O roteiro é assinado
por Bia Crespo e Fernando Bonassi. O longa será produzido pela Migdal Filmes,
em coprodução com H2O Produções e Diadorim Ideias, com distribuição da H2O
Films.
“A Cássia tinha uma energia muito própria, muito verdadeira,
e a Luisa também tem isso. Ela consegue ser forte e delicada ao mesmo tempo,
sem parecer calculado. Em nenhum momento eu queria alguém tentando reproduzir
trejeito ou fazer uma caricatura. O mais importante era encontrar uma atriz que
transmitisse a alma da Cássia, a liberdade dela, a intensidade, as
contradições. E a Luisa trouxe isso de um jeito muito emocionante.”, afirma
Diego Freitas.
A produtora Iafa Britz, que foi responsável também
pela produção do documentário sobre a cantora (de 2014, dirigido por Paulo
Henrique Fontenelle), explica a decisão de trazer um novo ângulo dessa
história, agora com atores. “Cássia é uma mulher que se recusou a viver
enquadrada pela sociedade. Ela nos deixou um legado que se faz presente não só
pelas músicas, mas também pela sua própria história de vida. Cássia nos mostrou
como ser livre enfrentando as repressões sociais, construindo uma família fora
dos padrões. Queremos contar a história dessa mulher artista, provedora,
amante, mãe. Sou muito grata à Eugênia e ao Chico pela generosidade de
compartilhar conosco a intimidade dessa família.”
O coprodutor e distribuidor Sandro Rodrigues, CEO da H2O Films, acredita na capacidade de mobilização do filme: “Cássia Eller é uma artista atemporal da música brasileira. Mesmo 25 anos depois, suas músicas ainda transmitem a mesma força, coragem, liberdade e representatividade e seguem inspirando as novas gerações. Este filme é uma imersão no universo de Cássia onde cada elemento constrói aos poucos essa artista e mulher tão autêntica e vibrante. E é exatamente essa força arrebatadora que levaremos para os cinemas com essa que, certamente, é uma das produções mais esperadas de 2027”.
Sinopse
“Cássia - O Filme” vai retratar a ascensão da
artista em um mergulho emocionante na sua trajetória. A ficção vai levar para
os cinemas a história do ícone do rock brasileiro em uma narrativa que
equilibra a fama com sua personalidade e a dedicação à família,
celebrando um legado inesquecível para o país. Grandes shows, como o do Rock in
Rio de 2001, serão retratados ao lado de momentos íntimos nunca vistos antes,
revelando novas facetas de uma Cássia que só os amigos e a família conheceram;
além de sua luta para garantir o direito de existir livremente como artista,
mulher e mãe.
Atriz, roteirista e diretora, Luisa Arraes traz em seu currículo uma lista de importantes trabalhos no cinema, incluindo “Grande Sertão” (2024, Dir. Guel Arraes), “O Diabo na Rua no Meio do Redemunho” (2024, Dir. Bia Lessa), “B.O.” (2019, Dir. Daniel Belmonte e Pedro Cador), “Duetto” (2022, Dir. Vicente Amorim), “Transe” (2022, Dir. Anne Pinheiro Guimarães e Carolina Jabor), “Irma Vap - O Retorno” (2006, Dir. Carla Camurati), entre outros. Em 2026, chega aos cinemas brasileiros com “O Homem de Ouro” (2025, Dir. Mauro Lima), que estreia em 18 de junho, e “Muito Prazer” (2026, Dir. Jorge Furtado), que tem lançamento marcado para 27 de agosto.
Fez sua estreia na televisão no seriado da Globo
“Louco por Elas”, em 2012. Também na Globo, estrelou as séries “Cine Holliúdy”
(2022), “Amor e Sorte” (2020), “Mister Brau” (2018), “Tá no Ar: a TV na TV”
(2018), “Fórmula” (2017) e “Justiça” (2016). Esteve no elenco das novelas “No
Rancho Fundo” (2024), “Segundo Sol” (2018) e “Babilônia” (2015).
No teatro, estreou na peça “Queda Livre” (2011, Dir.
?), dirigida por Bernardo Jablonski e Fabiana Valor. Fez em seguida o
espetáculo “Sóbrios” (2012, Dir. Adam Rapp) e o elogiado “Grande Sertão
Veredas” (2017-2019, Dir. Bia Lessa).
Escreveu a peça infantil “Suelen Nara Ian” (2019,
Dir. Débora Lamm), indicada ao Prêmio Botequim Cultural como Melhor Texto, e
dirigiu e produziu o curta “Dependências”, vencedor do Troféu Redentor de Melhor
Curta.
Sobre a Migdal Filmes
Produtora brasileira com forte atuação no mercado
audiovisual brasileiro, a Migdal Filmes, fundada há 15 anos por Iafa Britz,
acumula mais de 30 milhões de espectadores, combinando em seu line up
entretenimento e impacto social. Com sucessos de crítica e público, a produtora
vem desenvolvendo importantes IPs com parcerias duradouras em seu
histórico.
É responsável pela trilogia “Minha Mãe é uma Peça”,
cujo terceiro longa se tornou o mais lucrativo da história do cinema nacional,
e “Caramelo”, que se tornou um fenômeno do streaming, alcançando o Top 1 de
língua não inglesa na Netflix.
Entre seus mais de 30 filmes e séries, estão
“M-8 – Quando a Morte Socorre a Vida, “As Polacas”, “Linda de Morrer”, “Irmã
Dulce, além do impactante drama "(Des)controle", com Carolina
Dieckmmann.
A empresa também fortalece sua presença
internacional com coproduções de peso, como “Rumo a Uaga”, de Fellipe Barbosa,
e o esperado longa de Anna Muylaert, “Geni e o Zepelim”, inspirado na
canção homônima de Chico Buarque.
Sobre a H2O Produções
Criada em 2023, a H2O Produções iniciou suas
atividades com um dos projetos mais ousados do mercado: a sequência do filme O
Auto da Compadecida, um grande clássico do cinema brasileiro. Em coprodução com
a Conspiração, a H2O Produções reuniu novamente os diretores Flávia Lacerda e
Guel Arraes, além do trio Selton Mello, Matheus Nachtergaele e Virginia
Cavendish mais de 20 anos depois. O novo filme se consagrou como a maior
estreia de um filme brasileiro em 2024 e levou mais de 4,3 milhões de pessoas
aos cinemas brasileiros. Na esteira desse sucesso, a produtora já tem um lineup
de peso para os próximos anos com os filmes: “Um Tio Quase Perfeito 3” e as
cinebiografias musicais “Cassia - O Filme”; “Tom Jobim – Este seu Olhar”;
“Viver é Melhor que Sonhar – a vida de Belchior” e “João”, que contará a vida
do mestre João Gilberto.
Sobre a H2O Films
Fundada em 2012, a H2O Films é uma distribuidora
dedicada ao cinema brasileiro que já lançou mais de 100 títulos de gêneros que
vão do documentário musical às comédias populares, passando por filmes de
família e de arte. Entre eles estão: “Cássia Eller”, de Paulo Henrique
Fontenelle, um dos documentários mais bem-sucedidos de mercado e de crítica;
“Vai Que Cola - O Filme”, a maior bilheteria de abertura nacional de 2015 com
mais de 3,2 milhões de espectadores; a franquia protagonizada por Marcus
Majella, “Um Tio Quase Perfeito” e “Um Tio Quase Perfeito 2”; e o último filme
lançado pelo mestre Cacá Diegues, “O Grande Circo Místico”, indicado pelo
Brasil a concorrer a uma vaga ao Oscar em 2019. Outros títulos de destaque são
“Pérola”, de Murilo Benício; “Ó Paí, Ó 2", com Lázaro Ramos e grande
elenco; “Virgínia e Adelaide”, de Jorge Furtado e Yasmim Thayná; “Aumenta que é
rock'n'roll", de Tomás Portella. Já o “O Auto da Compadecida 2”, de Flávia
Lacerda e Guel Arraes, se consagrou como a maior estreia de um filme brasileiro
em 2024 e levou mais de 4,3 milhões de pessoas aos cinemas
brasileiros.
Sobre a Diadorim Ideias
A Diadorim Ideias é uma agência de conteúdo e
produtora independente brasileira, sediada no Rio de Janeiro, criada em 2006.
Entre seus projetos, o Mapa de Cultura do Rio de Janeiro, patrocinado pela
Petrobras, e que produziu 150 documentários sobre a cultura nos 92 municípios
do Rio de Janeiro. Além de “Cássia - O Filme”, em coprodução com a Migdal
Filmes e a H20 Produções, a Diadorim está produzindo o documentário “Isaac
Karabtchevsky, artista das multidões” (em coprodução com A Fábrica), e
produzindo “Numas”, documentário sobre a multiartista e psicanalista paraibana
Numa Ciro. Suas sócias, Ana Madureira e Teresa Karabtchevsky, assinam a
pesquisa e o roteiro do documentário “Mestre Zu”, sobre o jornalista Zuenir
Ventura, dirigido por Zelito Viana e produzido pela Mapa Filmes, e que está em
fase de pré-lançamento.
Créditos: Gabriela Murad |
Atômica Lab
* Este conteúdo foi enviado pela assessoria de imprensa

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