O Gordo Otário Surfa Amores Vãos em wave *
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| Foto meramente ilustrativa. |
ric*luz assina como Don Quixote de La Luz e produz interessantes reflexões filosóficas sobre 'eu e elas '
A literatura hermética do Gordo Otário se
divide muito para Surfar Amores Vãos aparecer em 2020. O livro
deriva de wave (2010) e conduz o leitor aos labirintos
secretos da alma do protagonista e
de algumas musas. As escolhas dele e delas revelam um universo íntimo
e rico de saberes naturais e eternos. Umas palavras
e um só gesto de desprezo real se dissecam em profundidade
para reler o dito com muita mentira e falsidade. O
livro SAV tem
duas versões impressas com tiragens mínimas. São 20 no A6
e mais 20 no A7.
A Saga wave inventa um mergulho
literário do escritor nascido em Porto Alegre e morador da
Praia do Rosa no próprio pensar. O otário assassina todas
as tradições escritas. E se acha genial. A mistura insana será
uma mixórdia
indecifrável para os amantes da TIS –
a soma da
Tolice com a Ignorância e a Superstição. Os idiotas se
julgam acima de
tudo e de todos. A ‘vida de dentro’ não tem valor algum pra essa gente toda –
tola e louca e sem pensar algum em nada. E a escrita doida
permite ao velho mergulhar fundo em si.
O nome estranho Gordo Otário evita
falar das pessoas reais com as quais o autor se ilude muito e ‘sozinho’.
O Ricardo nomeia os amores com adjetivos: Perfeita, Atrapalhada, Menina Linda.
Ele tenta decifrar as escolhas interiores em si e nelas. E assina com Don QUIXOTE
de La Luz, numa evidente referência ao Clássico Personagem de
Cervantes. A terapia escrita produz um infinito
de ‘camadas’ temporais sobrepostas umas sobre as outras
em fúria produtiva
incansável de reescritas, cortes, ajustes e junções.
Os experimentos teóricos do passado romântico se
unem com o presente da ‘revisão’ mutante do cotidiano pessoal e profissional.
O autoconhecimento vem
firme. O
velho abandona uma ilusão, outra e se perde um pouco menos com as mulheres até
elas sumirem para sempre de sua vista. A obra inicia em
2010 com umas 100 mil palavras, nas quais o autor constrói a Psicologia do
Querer ao surfar alguns e muitos amores vãos. wave produz
várias ‘séries
de livros’ e todos seguem soltos, vivos e inacabados.
Saber
Gordo Otário talvez seja o mais legível de todos. Um amigo
do protagonista ‘divide’ a narrativa da trama e torna a leitura mais
natural, agradável e compreensível. A vida de dentro ganha luz exterior e
destrói muitas ficções sólidas no diz-que-me-disse que sustenta a TIS e
a ignorância de
todos. Um recorte de wave ganha vida própria com apenas 24 mil palavras.
Uma citação do GO, bem estoica, define a real da interação
humana. ‘A
escolha do outro é dele e ponto final. A minha é minha e ponto inicial outra
vez.’
A Saga de wave segue
infinita e viva. São poucos volumes com um acabamento definitivo. SAV retoma
as primeiras páginas de wave. Surfar Amores Vãos – reflexões filosóficas sobre eu e elas abre
com citação de Nietzsche: aqui cada palavra é vivida, profunda, íntima… O
efeito das ilusões românticas do Gordo Otário variará e muito com a
circunstância de cada leitor e leitora. Só um otário romântico mergulhará
em tudo do GO – o Gordo Otário. Já um egoísta
narcisista entenderá nada de bem pouco do GO e de si.
Praia do Rosa, 11 de Maio de 2026.
Créditos: Ricardo
Hecker luz
* Este conteúdo
foi enviado pela assessoria de imprensa

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