"BuenosAires", documentário de Tuca Siqueira sobre cidade pernambucana homônima da capital argentina, estreia nos cinemas em 11 de junho *
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| Foto meramente ilustrativa. |
Longa acompanha uma pequena cidade do interior que transforma uma coincidência em vínculos afetivos marcados pelo futebol e pela cultura popular
“Haverá distâncias entre o que se quer ser, e o que se pode ser”. A frase presente em “BuenosAires”, novo longa dirigido pela cineasta Tuca Siqueira, ecoa no cotidiano da pequena cidade pernambucana que compartilha o nome da capital argentina. Com estreia nos cinemas marcada para 11 de junho, a obra acompanha personagens que transformam essa coincidência em relações atravessadas pela paixão pelo futebol, pela cultura popular e por desejos de pertencimento projetados sobre o imaginário local do país vizinho.
Com mais de 20 anos de trajetória, Tuca Siqueira dirigiu curtas, séries e longas-metragens que transitam entre a ficção e o documentário. Entre seus trabalhos estão a série “Chabadabadá” (Canal Brasil), os documentários “A Mesa Vermelha”, “Iracemas”, além do longa de ficção “Amores de Chumbo”. A diretora comenta que conheceu Buenos Aires - PE através do livro de fotografias de Josivan Rodrigues e passou a frequentar a cidade em 2016. “A cada ida à Buenos Aires, eu enxergava um pouco mais daquela pequena cidade simples que me mostrava uma realidade vestida de sonho e graça. Pessoalmente, acredito que desde 2016, sofremos politicamente de uma tentativa constante de roubar nossos sonhos. Roteirizar, dirigir, produzir e, sobretudo, estar em contato com esses personagens me proporcionou o exercício da manutenção do sonho. E é disso que esse filme fala”, afirma.
Ela também explica que entende o filme como um "documentário paisagem” apresentando a atmosfera de uma pequena cidade da Zona da Mata Pernambucana em tom fabulesco, investigando o limite entre documentário e ficção. “Simbolicamente, o filme projeta uma imagem complexa e poética de um nordeste que rompe com estereótipos de fome e miséria. Concluímos as filmagens durante a última Copa do Mundo e é uma alegria que ele ocupe os cinemas na Copa de 2026”, revela.
“BuenosAires” é uma produção da Garimpo Filmes, com distribuição da Arthouse Distribuidora. Com produção de Rayssa Costa, em parceria com a roteirista e diretora da obra Tuca Siqueira.
Logline
Buenos Aires é uma pequena cidade brasileira que tem o mesmo
nome da capital da Argentina. Seus moradores celebram essa coincidência nominal
com a criação de vínculos afetivos manifestados no futebol e na cultura durante
a última Copa do Mundo.
Sinopse
Na Zona da Mata de Pernambuco, Nordeste do Brasil, o município
de Buenos Aires tem o mesmo nome da capital da Argentina. Uma professora de
espanhol apresenta personagens e lugares da cidade, uma paisagem de contrastes
sociais com influências das diferentes culturas. Apesar de não haver vestígios
da passagem de portenhos pelo lugar, alguns habitantes enfatizam a
"coincidência” de diversas formas e criam um vínculo afetivo com o país
vizinho. Jogos de futebol, um desfile do Maracatu Estrela Dourada e a chegada
de um argentino como novo morador evidenciam essas ligações durante a última
Copa do Mundo.
Sobre a diretora
Tuca Siqueira é uma diretora e roteirista pernambucana que
considera inegociável o direito a sonhar e sua obra investiga o limite entre
documentário e ficção. Em mais de 20 anos de trajetória, dirigiu diversos
curtas-metragens e séries como a comédia "Chabadabadá" (Canal Brasil)
e as documentais “Cinéticas" (Canal Curta) e "Nosso Ofício"
(Canal Futura).
Filmografia de Tuca Siqueira
“Vou Contar para Meus Filhos” (curta doc - 2011)
“Garotas da Moda” (curta doc -2012)
“A Mesa Vermelha” (longa doc - 2013)
“Amores de Chumbo” (longa fic 2017)
“Nosso Ofício”(série doc -2018)
“Iracemas” (longa doc 2023)
“Chabadabadá” (série fic - 2024)
“Cinéticas” (série doc - 2025)
SOBRE A ARTHOUSE
A ArtHouse é uma distribuidora dedicada ao cinema independente
que traz em seu catálogo filmes como “A Erva do Rato” e “Educação Sentimental”,
de Julio Bressane, “A História da Eternidade” e “King Kong em Asunción”,
de Camilo Cavalcante, “Big Jato” e “Piedade”, de Cláudio Assis, “Futuro Junho”,
de Maria Augusta Ramos, “Um Filme de Cinema”, de Walter Carvalho, o
argentino “Vergel”, de Kris Niklison, o português “Os Maias”, de João Botelho,
“Relatos do Front”, de Renato Martins, “Auto de Resistência”, de Natasha Neri e
Lula Carvalho, “Fevereiros”, de Marcio Debelian, “Música para Quando as Luzes
se Apagam”, de Ismael Canepele, “O Beijo no Asfalto”, de Murilo Benício, e
“Domingo”, de Fellipe Barbosa e Clara Linhart, entre outros de um conjunto de
quase 30 longas entre filmes de ficção e documentários, em 12 anos de trajetória.
Como destaque entre os lançamentos para 2026 estão os
filmes ¨Pele de Rinoceronte¨, de Marcello Ludwig Maia, ¨Quatro Meninas¨
de Karen Suzane, 2025 (76o. Festival de Berlin - Generation 14 Plus 2026; 58o.
Festival de Brasília - Prêmio Especial do Juri; Melhor atriz para Dhara Lopes;
27o. Festival do Rio e 49o. São Paulo International Film Festival.),
¨Vivo 76¨ , de Lirio Ferreira, ¨London 70¨, de Rejane Zilles, ¨Nada
a Fazer¨ de Leandra Leal e BuenosAires, de Tuca Siqueira.
SOBRE A GARIMPO FILMES
A Garimpo Filmes é uma produtora cultural pernambucana que atua
em projetos audiovisuais e de formação. Gerida pelas sócias Tuca Siqueira e
Rayssa Costa - produtoras do filme “BuenosAires”, a empresa tem perfil
agregador e trabalha de maneira autônoma ou através de coproduções baseadas em
trocas férteis e criativas entre produtoras e profissionais do mercado
cinematográfico.
Créditos: Lucas
Souza | Primeiro Plano
* Este conteúdo foi enviado pela assessoria de
imprensa

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