Dia da Literatura Brasileira: cinco obras nacionais para conhecer na data *
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| Foto meramente ilustrativa. |
Confira as indicações abaixo para você explorar diferentes temas e descobrir o próximo livro da sua estante
No Dia da Literatura Brasileira, celebrado em 1º de
maio, selecionamos cinco livros de autores nacionais para você conhecer.
Entre ficção e não ficção, as obras apresentam diferentes temas, como a
resiliência feminina, as falhas no sistema de justiça, a resistência dos
quilombos, as relações entre fé e política, além da ressignificação da
dor. Confira abaixo e escolha sua próxima leitura:
Quilombo: contos e receitas, de Du Prazeres
As principais memórias de infância do escritor Du Prazeres foram
criadas vendo a avó, Nair, cozinhando e repassando as histórias da família no
quilombo de Santo Antônio de Jacutinga, no Rio de Janeiro, hoje já inexistente.
Os sabores e causos que moldaram a identidade dele estão reunidos
nesta obra, que apresenta sete narrativas, cada uma acompanhada por
receitas tradicionais, resultando em uma mistura única de temperos, palavras,
ingredientes e sentimentos que conectam os leitores à ancestralidade.
Morte na Fronteira, de Humberto Pimentel
A obra acompanha um advogado criminalista que enfrenta uma série
de dilemas quando o delegado Tonha se torna um cliente do
seu escritório por ser acusado de um crime que afirma não ter
cometido. A partir disso, a trama retrata as relações do submundo do
crime com os gabinetes de justiça, além das falhas do sistema. Com uma
narrativa intensa e cheia de mistérios, o livro recorre ao existencialismo
para refletir sobre assuntos como destino, fatalismo, livre-arbítrio e a
ambiguidade inerente aos humanos.
Mulheres Tristes, Amores & Revoluções, de
Leonardo Auricchio
Este livro narra a busca de Maria por respostas acerca do
desaparecimento da mãe, Ana — uma travessia marcada por descobertas tardias,
amores arrebatadores e traições profundas. Nessa jornada, ela não apenas
desvenda segredos de família, mas confronta acontecimentos que irão reescrever
o seu destino. Através de uma trama que exalta o ímpeto transformador da
juventude, a publicação homenageia a resiliência feminina diante de sistemas
que, embora tentem, jamais conseguem silenciá-las.
365 dias sem dor, de Luiz Sola
A dor não é uma sentença definitiva, mas um processo que pode
ser compreendido, ressignificado e transformado. É a partir dessa perspectiva
que o fisioterapeuta há mais de 30 anos, Luiz Sola,
apresenta este devocional terapêutico. Ancorada na integração entre
neurociência, prática clínica e espiritualidade, a obra propõe um olhar
ampliado sobre o sofrimento, entendido como uma experiência que transcende o
corpo e abrange mente, emoções e a interpretação individual da existência.
O sagrado no profano, de Dione Caruzo
Jesus Cristo pode ser considerado uma liderança política? Mesmo
sem ter integrado grupos organizados, ele foi nome presente na construção
social da região da Galileia, contestou regras impostas e conquistou seguidores
a partir de seus ideais. Neste livro, o teólogo e gestor
público Dione Caruzo utiliza
Créditos: Maria Clara Menezes | LC Agência de Comunicação
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Este conteúdo foi enviado pela assessoria de imprensa

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