A morte pode não ser o que parece *

 

Foto meramente ilustrativa.

Nesta Leitura Coletiva, o misticismo do Dia dos Mortos e a espiritualidade da Índia revelam o verdadeiro sentido da vida

 Aos 17 anos, Neto desconhecia a palavra limite. A rotina era guiada por impulsos e prazeres imediatos, até que uma tragédia rompe esse ritmo de forma irreversível. Um acidente brutal tira a vida de suas duas mães, e com elas, toda a sensação de invencibilidade e rebeldia que a adolescência carregava. 

Em A outra face da morte, acompanhamos um jovem que simplesmente não consegue seguir em frente. Após essa perda, Neto vai para a casa do avô, na Nova Zelândia, onde tenta lidar com o que aconteceu. É ali que decide iniciar uma viagem em busca de respostas, com o México como primeiro destino, para vivenciar o Dia dos Mortos.  

Depois, segue por outros países, como a Índia, onde conhece rituais ligados ao Rio Ganges, que revelam uma forma diferente de encarar o fim — e, aos poucos, a própria vida. Na cidade de Nova Delhi, no meio da multidão, conhece Mel, ligada aos Médicos Sem Fronteiras. O encontro é breve, mas há algo difícil de explicar: um reconhecimento imediato, como se aquela conexão não começasse ali. 

O autor Pedro Luiz Sarro conduz essa jornada com leveza, abrindo espaço para reflexões espirituais e filosóficas sem tornar a leitura densa. Ao mesmo tempo, a narrativa revela histórias de afeto que atravessam gerações e lembram que, antes da morte, há beleza em existir, em todas as suas nuances. 

Prepare-se para descobrir uma nova forma de entender a morte!

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*Aviso de tema sensível: menção a abuso sexual. 

Sobre o autor:  A morte nunca foi um tema distante para Pedro Luiz Sarro, mas algo que sempre esteve presente em sua trajetória. Ainda jovem, passou por experiências que o marcaram profundamente, como um desmaio repentino que resultou em dias de internação sob suspeita de algo grave, além de um sequestro em que ficou sob a mira de um revólver. 

Esses encontros despertaram nele uma inquietação que atravessa a escrita: compreender o sentido da existência para além do que se vê. Em A outra face da morte, essa reflexão aparece na jornada de um personagem que também precisa lidar com a perda e com a necessidade de encontrar respostas que não cabem apenas no mundo material. 

Estudioso de filosofia, religiões e diferentes correntes de pensamento, do espiritismo ao hermetismo, passando pelo hinduísmo, o autor constrói a obra a partir de referências como Platão, Sêneca, José Saramago e Gabriel García Márquez, mas, sobretudo, da própria experiência.  

Durante mais de 30 anos, atuou como executivo e, posteriormente, como consultor. É arquiteto formado pela Universidade Mackenzie, com pós-graduação em Gestão de Projetos pela Universidade de São Paulo (USP-PECE), e coautor do livro Sustentabilidade Empresarial é Possível?
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Créditos: Malu da Silva | LC Agência de Comunicação

* Este conteúdo foi enviado pela assessoria de imprensa

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