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Brasil quebra recorde histórico de delegação para os Jogos Paralímpicos de Inverno *

  Com oito integrantes e 100% de apoio do Bolsa Atleta, país disputará duas modalidades em Milão-Cortina com chances reais de pódio Mesmo antes da cerimônia de abertura dos Jogos Paralímpicos de Inverno de Milão-Cortina, marcada para o dia 6 de março, o Brasil já celebra um marco histórico. A delegação brasileira contará com oito atletas convocados, superando o recorde anterior de Pequim 2022, quando seis competidores representaram o país. Este crescimento é acompanhado pela consolidação dos mecanismos de auxílio ao atleta: 100% dos convocados para as Paralimpíadas são beneficiários do programa Bolsa Atleta. No panorama geral, somando as delegações Olímpica (14 atletas) e Paralímpica (8), 17 dos 22 esportistas brasileiros na Itália já contaram ou contam com o apoio do programa. Isso reforça a importância de iniciativas de incentivos ao esporte, sendo pilares que viabilizam o alto rendimento em modalidades de inverno no país. "O recorde de atletas em Milão-Cortina é o resulta...

Exposição “Vozes da Várzea” no Sesc Campo Limpo

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  Exposição itinerante,  a mostra "Vozes da Várzea" está em cartaz no Sesc Campo Limpo. Foto: Jorge Almeida Nascido de uma parceria entre o Sesc SP e o Museu do Futebol, a exposição “Vozes da Várzea” está em exibição no Sesc Campo Limpo até o próximo domingo, 1° de março. A mostra é um desdobramento de parte da exposição que ficou em cartaz no museu, localizado no Estádio do Pacaembu, entre 2024 e 2025, em formato itinerante e com um recorte centrado à Zona Sul. A exposição traz painéis fotográficos com cerca de 20 registros, objetos, mapas táteis e instalações interativas que celebram a força do futebol amador paulistano — especialmente em um território que é berço de inúmeros times de várzea. Mais do que um esporte, o futebol de várzea é parte da vida da cidade. Ele movimenta a economia local, fortalece laços comunitários, impulsiona festas, campeonatos, rodas de samba e cria um forte sentimento de pertencimento. Falar de futebol em São Paulo é, inevitavelmente, falar d...

Rainbow: 40 anos de “Finyl Vinyl”

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  "Finyl Vinyl" , o "póstumo" do Rainbow, completa 40 anos de lançamento em 2026. Nesta terça-feira, 24 de fevereiro, o álbum “ Finyl Vinyl ”, do Rainbow, completa 40 anos de lançamento. O disco foi produzido por Roger Glover e Ritchie Blackmore e lançado pela Polydor e pela Mercury (nos Estados Unidos). O material contém registro de faixas ao vivo da banda tocada entre 1978 e 1984, além de três músicas de estúdio que, originalmente, foram lançadas como “B-sides” de compactos. Bom, na verdade, “ Finyl Vinyl ” é um disco “póstumo”, uma vez que, quando fora lançado, Ritchie Blackmore havia encerrado o Rainbow por conta da volta do Deep Purple, em 1984. Além disso, não é bem um disco ao vivo “por completo”, pois, seria uma espécie de “best of” de faixas de alguns shows do grupo, afinal, durante esse espaço de seis anos em que as músicas foram gravadas, o Rainbow passou por várias formações, sendo que o único que foi mantido, é claro, foi Ritchie Blackmore. No entan...

Exposição “Assim Como Rafael, O Que Fiz É Furto Qualificado” no MAC-USP

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  “Amuleto de Vingança da Esfinge” (2023), de João Guilherme Parisi, em exposição no MAC-USP. Foto: Jorge Almeida Selecionada pelo edital de exposições temporárias 24/25 do Museu de Arte Contemporânea da USP, a exposição “Assim Como Rafael, O Que Fiz É Furto Qualificado” reúne 19 pinturas do artista paulistano João Guilherme Parisi (2000-) e segue em cartaz até o próximo domingo, 1° de março. As obras revisitam a tradição da pintura ocidental a partir de um aceno simples e, ao mesmo tempo, instigante. Parisi retalha detalhes — sobretudo pernas e pés — de obras consagradas da história da arte e os reorganiza em novos arranjos, quebradas e desarticuladas de seu contexto original. Ao fazer isso, desocupa a historíola clássica e cria outras probabilidades de significado.   Formado em Artes Visuais e atualmente pesquisador em museologia, o artista conversa com o pensamento de Georges Didi-Huberman e Aby Warburg, especialmente o conceito de que certos gestos atravessam o tempo e...

Exposição “Corpo-a-Corpo” na Casa de Cultura do Parque

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  "Mito do surgimento da Ayahuasca" (2024), acrílica sobre tela, de Acelino Sales – MAHKU. Foto: Jorge Almeida A Casa de Cultura do Parque apresenta até o próximo domingo, 1° de março, em seu III Ciclo Expositivo, o Projeto 280×1020 com a exposição Corpo-a-corpo, que insere o corpo no cerne da produção contemporânea, entendendo-o como espaço atravessado por questões sociais, culturais e políticas. A mostra reúne artistas como Acelino Sales – MAHKU, Alex Cerveny, Bárbara Wagner, Hudinilson Jr. e Regina Parra, entre outros, em obras que abordam o corpo como presença, linguagem e território. Um exemplo é a série “Brasília Teimosa” (2008), de Bárbara Wagner, resultado de dois anos de documentação na periferia do Recife. A artista documentou encontros dominicais à beira-mar, onde moradores se reúnem para conviver, exaltar e ocupar o espaço público. As imagens despontam o prazer, a convivência e a afirmação coletiva como maneiras de resistência cotidiana, ao mesmo tempo em que la...

Tetê Espíndola apresenta "Tetê Entre Elas" no Sesc Belenzinho em celebração ao Dia Internacional da Mulher *

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  Foto meramente ilustrativa. Potencializando o protagonismo feminino da música brasileira, a artista homenageia diversas mulheres de sua trajetória e universo artísticos São Paulo, fevereiro de 2026 –  No Dia Internacional da Mulher, a cantora e compositora Tetê sobe ao palco do  Sesc Belenzinho  com o espetáculo inédito  “Tetê Entre Elas” . Em um show intimista que apresenta as canções da forma como foram concebidas, na voz e na craviola de 12 cordas, a artista homenageia mulheres da sua trajetória musical e conta com projeções cenográficas de sua filha Patrícia Black. O show acontece no  dia 8 de março, às 18h, no Sesc Belenzinho .  Compre aqui .  Nua e crua, Tetê toca sua craviola, instrumento que a acompanha desde 1975, revelando a essência de sua criação. O repertório costura paisagens sonoras que transitam entre sertões, cerrados, matas abertas e fechadas, em parcerias com artistas fundamentais de sua caminhada, como Alzira E, Marta Cat...

Amália Rodrigues Sinfônico chega ao Brasil e celebra a voz que eternizou o fado *

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  Créditos: divulgação As maiores canções da Rainha do Fado em versão sinfônica “A única cantora de quem eu tenho ciúmes é Amália Rodrigues.”  Édith Piaf Uma das vozes mais extraordinárias da história da música do século XX, símbolo absoluto do fado e da alma portuguesa, Amália Rodrigues ganha uma grandiosa homenagem sinfônica no espetáculo  Amália Rodrigues Sinfônico , que chega ao Brasil para três apresentações especiais em novembro de 2026. O espetáculo une a voz original de Amália, selecionada a partir de gravações históricas, a uma orquestra sinfônica de formação clássica, sob direção do maestro Laurent Rossi, além de um trio tradicional de guitarras portuguesas e da interpretação da cantora Anabela. A produção incorpora ainda projeções audiovisuais que combinam imagens de arquivo da artista com recursos visuais contemporâneos, criando uma experiência imersiva que amplia a conexão do fado com a linguagem sinfônica. A turnê brasileira de  Amália Rodrigues...

Maralto Edições lança "A letra" *

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  Foto meramente ilustrativa. Livro narra a jornada de uma letra e mostra como ponto de vista, cor e forma transformam a leitura O escritor Leo Cunha e a ilustradora Raquel Matsushita apresentam  A letra , um livro infantil que convida o leitor a acompanhar a jornada da letra “e”, personagem que vive em constante metamorfose. Viajando pelo alfabeto, ela entra e sai de palavras, muda de posição, altera seu som e função, revelando a riqueza e a diversidade contidas no próprio ato de ler. Lançamento da Maralto Edições, o livro explora as infinitas possibilidades da escrita e da linguagem, partindo de uma observação do autor. “A ideia me surgiu quando notei que determinadas letras, quando vistas de outros ângulos, pareciam outras”, explica Leo Cunha. “Isso me fez pensar em como o ponto de vista é importante no modo como enxergamos, interpretamos e avaliamos tudo neste mundo, desde as letras até as pessoas.” Para Raquel Matsushita, a metamorfose da personagem “e” é menos físi...