Postagens

Blue Öyster Cult: 25 anos de “Curse Of The Hidden Mirror”

Imagem
  "Curse Of The Hidden Mirror", do Blue Öyster Cult, completa 25 anos de lançamento em 2026. No último dia 5 de junho, o álbum “ Curse Of The Hidden Mirror ”, do Blue Öyster Cult completou 25 anos de lançamento. Gravado no Millbrook Sound Studios, em Millbrook, no estado de Nova York, o disco foi lançado pela CMC/Sanctuary e a produção co-creditada à dupla Buck Dharma e Eric Bloom.   Último álbum de estúdio do BÖC antes de um longo hiato que só seria encerrado em 2020 com “ The Symbol Remains ”, a obra ficou marcada também pela despedida do tecladista Allen Lanier e contou mais uma vez com a colaboração do escritor de ficção científica John Shirley nas letras, avigorando os motes de mistério, fantasia, ocultismo e ficção científica que sempre marcaram presença na identidade da banda. Musicalmente, o play atua com a linha Hard Rock e Heavy Rock adotada em “ Heaven Forbid ” (1998), investindo mais na experiência e na consistência do que em grandes inovações. É aquele tipo d...

Encerrada a primeira fase do Campeonato Paulista da Segunda Divisão 2026, a "Bezinha"

Imagem
  Foto meramente ilustrativa. Neste sábado (20), enquanto o mundo do futebol se voltava para a Copa do Mundo FIFA 2026, pelo interior paulista, rolou a décima (e última) rodada do Campeonato Paulista da Segunda Divisão 2026, a "Bezinha". Das 24 equipes participantes, 16 seguem na luta pelas duas vagas para a série A4 de 2027. Todas as partidas aconteceram simultaneamente. No grupo 1, a liderança ficou com o José Bonifácio, que foi ao Teixeirão, em São José do Rio Preto, e empatou em 1 a 1 com o América, atingindo os 22 pontos enquanto o adversário ficou logo abaixo, em segundo, com 19. A terceira colocação ficou com o Assisense que fez um jogo bem empolgado no duelo de falcões com Riopretano, empatou em 4 a 4 e, com 14 pontos, o Falcão do Vale ficou com 14 pontos, e o Falcão riopretano, com sete, foi eliminado. E fechando os classificados, o Tupã foi derrotado em casa para o Santa Fé por 2 a 1, mas, apesar do tropeço, o Tricolor da Alta Paulista fechou com 13 pontos e a Águ...

Exposição destaca o legado de Mestre Didi no Itaú Cultural

Imagem
  Exposição celebra o legado de Mestre Didi no Itaú Cultural. Foto: Jorge Almeida O Itaú Cultural promove até o próximo dia 5 de julho, domingo, a exposição “Mestre Didi – Invenção e Ancestralidade na Arte Afro-Brasileira” aborda um vasto panorama da carreira de Deoscóredes Maximiliano dos Santos, o Mestre Didi (1917-2013), uma das figuras mais respeitáveis da arte e da cultura afro-brasileira. A mostra enaltece a importância de sua produção artística, sua atuação como reverendo do candomblé e seu papel na valorização das tradições africanas e afro-diaspóricas no Brasil.   Com curadoria de Ayrson Heráclito e Rodrigo Moura, a exposição reúne aproximadamente 170 obras e documentos distribuídos em três andares, incluindo esculturas, fotografias, livros, correspondências, registros audiovisuais e materiais ligados à Sociedade de Estudos da Cultura Negra no Brasil (SECNEB), instituição fundada por Mestre Didi. O percurso corrobora como ele transformou elementos vinculados ao univ...

Dio: 40 anos de “Intermission”

Imagem
  "Intermission", EP do Dio, completa 40 anos de lançamento em 2026. Neste mês, o primeiro registro ao vivo do Dio, “Intermission”, completa 40 anos de lançamento. Gravado em 6 de dezembro de 1985 no San Diego Sports Arena, em San Diego, na Califórnia, enquanto a faixa de estúdio foi gravada nos Amigo Studios e Record Plant, em Los Angeles, o EP saiu pela Warner Bros. na América do Norte e a versão internacional foi lançada pela Vertigo, com produção do próprio Ronnie James Dio. A obra registra um dos momentos mais importantes da trajetória da banda. O disco surgiu durante a turnê de “ Sacred Heart ”, em meio à saída do guitarrista Vivian Campbell e à chegada de Craig Goldy. Para marcar essa nova fase, Ronnie James Dio decidiu incluir uma faixa inédita gravada em estúdio, “ Time to Burn ”, apresentando oficialmente o novo integrante. Embora tenha sido recebido com uma certa frustração por fãs que aguardavam um álbum duplo ao vivo, “ Intermission ” seguiu sendo uma represe...

Exposição “Pluralidades Insulares: Arte Latino-Americana e Caribenha no Acervo do BID” no Centro Cultural FIESP

Imagem
  "Sem Título" (2021), de Kika Carvalho, em exibição no Centro Cultural FIESP. Foto: Jorge Almeida O Centro Cultural FIESP promove até o próximo dia 5 de julho, domingo, a exposição “Pluralidades Insulares: Arte Latino-Americana e Caribenha no Acervo do BID”. A mostra apresenta cerca de 160 obras de artistas de 26 países da América Latina e do Caribe, levando ao visitante um cenário vasto da diversidade cultural e artística da região. Pela primeira vez, a coleção do Grupo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) é exibida fora de sua sede, em Washington (EUA). O conjunto reúne nomes históricos, como Tomie Ohtake, Diego Rivera, Olga de Amaral e Fernando de Szyszlo, ao lado de artistas contemporâneos que vêm conquistando reconhecimento internacional, como Kika Carvalho, Ad Minoliti e Sheena Rose. Desenvolvida ao longo de quase de 70 anos, a coleção do BID contém aproximadamente duas mil obras e conjetura o enriquecimento da produção artística latino-americana e cariben...

Barão Vermelho: 40 anos de “Declare Guerra!”

Imagem
  “Declare Guerra!”: o primeiro disco do Barão Vermelho sem Cazuza, que completa 40 anos em 2026. Neste ano, o quarto disco de estúdio do Barão Vermelho, “ Declare Guerra! ”, completa 40 anos de lançamento. Gravado e mixado entre fevereiro e março de 1986, o álbum foi produzido pela banda juntamente com Ezequiel Neves e lançado pela Som Livre. O registro ficou marcado como o primeiro do grupo sem Cazuza. Depois de uma apresentação épica na primeira edição do Rock In Rio e com três bons discos no currículo, o Barão Vermelho estava consagrado no Brasil. Mas, pouco tempo depois, veio a “bomba”: Cazuza decide deixar a banda e partir para a carreira solo. A saída de Caju, no começo, foi um tanto quanto conturbada, causando até uma ruptura na amizade entre os principais letristas do Barão, Cazuza e Frejat, mas que se reconciliariam anos depois, perto da morte do cantor, em 1990. Sem o seu principal compositor que, inclusive, levou duas composições que fariam parte de seu ‘debut’ solo...