O Laboratório da alegria: funk, piseiro e samba no mesmo tubo de ensaio projetam Danny Albuquerque, a DJ que catalisa identidades *
A artista mostra como beats regionais viram experimento sonoro em encontros inusitados entre ritmos A DJ Danny Albuquerque, artista mineira à frente do projeto Laboratório, assume o papel de "cientista da alegria" e abre as portas do estúdio onde mistura ritmos que, à primeira vista, "parecia que não iam dar certo". Disso, já saíram dois experimentos: "Passinho do Brasil", com MC Guiguh, e "Paixão de Peão", com Gabriel Tadeu. De jaleco e tubos de ensaio, em uma alusão lúdica às Meninas Superpoderosas, ela transforma cada tentativa em experimento sonoro — e cada encontro improvável entre ritmos regionais em nova música que conquista o gosto popular. No laboratório, o beat de Belo Horizonte, o mandelão de São Paulo, o tamborzão do Rio, o piseiro e o samba dividem a mesma bancada. O método tem uma assinatura: nada de gênero puro, tudo de encontro. O primeiro resultado foi "Passinho do Brasil", com MC Guiguh, faixa que inaugurou o pr...