Patrick Verfe Schneider estreia na poesia com livro que questiona a intolerância ao erro *
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| Foto meramente ilustrativa. |
Em Fermata no Atonal, especialista sobre o futuro do trabalho
une música, memória e emoções para refletir sobre a busca pela perfeição
Conhecido por sua atuação nos estudos sobre o futuro
do trabalho, o professor, pesquisador e escritor Patrick Verfe
Schneider amplia sua trajetória intelectual com o lançamento de
Fermata
no Atonal, seu primeiro livro de poesia. A obra convida o
leitor a refletir sobre a intolerância ao erro, a pressão pela perfeição e a
importância de acolher as imperfeições que fazem parte da vida.
Inspirado pela música e por experiências acumuladas
ao longo de mais de três décadas de vivência musical, Patrick transforma
lembranças, medos, encontros e desencontros em poesia. Os textos transitam
entre som e silêncio, passado e presente, delicadeza e intensidade, compondo
uma jornada de autoconhecimento que também incorpora vivências como o Caminho
de Santiago, percorrido pelo autor em 2025.
O título reúne dois conceitos musicais que ajudam a
compreender a proposta do livro. Fermata é um sinal que indica o prolongamento de
uma nota ou pausa musical. Já a atonalidade rompe com as referências tradicionais
de uma tonalidade central.
Na obra, esses conceitos ganham significado
simbólico: a atonalidade representa aquilo que foge ao padrão esperado,
enquanto a fermata sugere a possibilidade de prolongar esse instante — seja
para julgar uma falha, seja para interromper o julgamento e refletir.
A partir dessa metáfora, o autor questiona uma
sociedade que frequentemente transforma erros em motivos de exposição e
condenação. A provocação se estende à relação que cada pessoa mantém consigo
mesma: somos capazes de julgar implacavelmente as falhas alheias, mas também
nos tornamos nossos próprios críticos mais severos.
Em vez de buscar respostas definitivas, Fermata no
Atonal propõe uma pausa para escutar, compreender e
ressignificar as experiências humanas. A mensagem central é um convite a trocar a condenação pela
reflexão e reconhecer que a imperfeição também pode ser fonte de aprendizado,
empatia e transformação.
Em sua estreia na poesia, Patrick Verfe Schneider aproxima música e literatura para propor uma nova escuta da vida — aquela em que nem todas as notas precisam estar no tom e em que até o silêncio pode revelar sentidos essenciais.
Ficha
Técnica
Fermata
no Atonal
Patrick Verfe Schneider
104 páginas
Poesia
Editora Primata
https://editoraprimata.com/
Sobre
o autor
Gaúcho de Porto Alegre, Patrick
Verfe Schneider vive há mais de uma década em São Paulo. Além
da experiência corporativa e acadêmica, é músico, compositor e produtor, tendo
atuado em diferentes atividades musicais. É autor do livro Futuro do
Trabalho da Pessoa com Deficiência: da Lei de Cotas à Agenda 2030
e co-autor de Ensaios
por uma organização consciente: Um guia (in)completo para líderes e designers
organizacionais. Doutorando pela USP (Universidade de São
Paulo), é pesquisador sobre as temáticas do futuro do trabalho e trabalho
decente. Professor sobre IA@Work e Gestão Estratégica de Recursos Humanos em
universidades, dentro e fora do Brasil.
Mais
informações
www.linkedin.com/in/
https://www.pvschneider.com
Créditos: Carla Pinho | C+C
* Este conteúdo foi enviado pela assessoria de
imprensa

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