Das pistas aos bastidores de Dexter em Nova York: a nova fase do produtor brasileiro Jonathan Neves *
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| Foto meramente ilustrativa. |
Com produções reconhecidas em mais de 40 festivais internacionais e passagem por Cannes, Jonathan Neves acompanhou em Nova York as gravações de Dexter: Resurrection a convite de Marcos Siega, diretor e produtor executivo da série
São
Paulo, novembro de 2026: O produtor e empresário brasileiro Jonathan Neves,
conhecido como JJ, vem ampliando sua presença no circuito audiovisual
internacional. Depois de ter produções reconhecidas em festivais fora do Brasil
e de passar por Cannes, um novo capítulo dessa trajetória o levou a Nova York.
A convite de Marcos Siega, diretor e produtor
executivo de Dexter: Resurrection, Jonathan acompanhou, em agosto, as gravações
da série em Manhattan. No set, observou de perto a integração entre direção,
câmeras, preparação das cenas e as diferentes equipes envolvidas em uma
produção internacional milionária.
Se antes a velocidade fazia parte de sua trajetória nas pistas, agora é atrás das câmeras que JJ começa a acelerar uma nova fase profissional.
À frente do Desafio Jota Racing, projeto que reúne
automobilismo, música, cinema e tecnologia para transformar a velocidade das
pistas em produções audiovisuais, Jonathan passou a atuar diretamente na
criação e na produção.
Entre seus trabalhos está uma produção oficial do
projeto, com música própria, que sincronizou performance, iluminação, efeitos,
fogos e mais de 500 drones enquanto Jonathan pilotava um carro de drift em alta
velocidade. A realização reuniu diferentes equipes técnicas e criativas em
torno de uma mesma narrativa.
Suas produções já alcançaram circulação e
reconhecimento em mais de 40 festivais internacionais. Entre os resultados
estão uma menção honrosa na categoria Best Music Film, no East Village New York
Film Festival, e um prêmio na área musical no Global Music Awards, em Los
Angeles.
Em novembro, essa trajetória ganha um novo capítulo
nos Estados Unidos: uma produção do Desafio Jota Racing foi selecionada para
integrar o International Motor Film Awards, realizado no Petersen Automotive
Museum, em Los Angeles. A participação aproxima ainda mais os dois universos
que marcam a trajetória de Jonathan: automobilismo e audiovisual.
Em uma noite de gala dedicada à relação entre cinema
e automobilismo, o evento reunirá produções internacionais e veículos que
também fizeram história nas telas. Segundo o material da organização citado por
Jonathan, entre os destaques estão o DeLorean de De Volta para o Futuro, o
Batmóvel de 1989, o Ecto-1 de Os Caça-Fantasmas e veículos utilizados nas
filmagens de Velozes e Furiosos, franquia que completa 25 anos.
Antes de Hollywood, porém, foi em Cannes que as
conexões começaram a entrar em cena.
Em maio, Jonathan participou da programação
relacionada à celebração dos 25 anos da franquia Velozes e Furiosos e passou
pelo tapete vermelho em um ambiente que reuniu nomes ligados à saga, como Vin
Diesel, Jordana Brewster e Meadow Walker.
Para além dos holofotes, JJ circulou entre
profissionais da indústria cinematográfica e participou de encontros com
diretores e produtores, entre eles o cineasta brasileiro David Schurmann. A
experiência ampliou sua rede de interlocução profissional e abriu novas
possibilidades em torno de seus trabalhos.
Para Jonathan, Cannes representou mais do que a
exposição proporcionada por um dos principais encontros do cinema mundial. O
interesse estava também nas relações construídas fora do tapete vermelho, nas
referências e nas possibilidades de novas produções. Poucos meses depois, uma
dessas conexões o levaria aos bastidores de Dexter.
E foi então que Dexter entrou no roteiro.
À medida que aprofundou sua atuação como produtor,
Jonathan passou a pesquisar também quem estava por trás das obras que admirava.
Foi assim que chegou a Marcos Siega.
Siega já acompanhava alguns dos trabalhos
desenvolvidos por Jonathan. O interesse pelas produções abriu espaço para
conversas sobre audiovisual e, posteriormente, para o convite para acompanhar
as gravações de Dexter: Resurrection.
A mudança na maneira de observar uma obra veio
justamente com a experiência como produtor, explica Jonathan:
“Quando passei a produzir, comecei a olhar para uma
obra de outra maneira. Não apenas para aquilo que aparece na tela, mas para
quem está atrás das câmeras e para as decisões que tornam aquela imagem
possível.”
Protagonizada por Michael C. Hall, Dexter tornou-se,
desde sua estreia em 2006, uma das franquias mais reconhecidas da televisão
americana. Em Manhattan, porém, o interesse de Jonathan estava justamente
naquilo que o espectador não vê: a engrenagem por trás da cena.
A dimensão da operação chamou sua atenção já na
chegada. Carretas de equipamentos e motorhomes ocupavam as proximidades da
locação, enquanto diferentes áreas de um edifício residencial haviam sido
temporariamente incorporadas à produção.
Segundo Jonathan, o prédio inteiro foi utilizado pela
produção. Os apartamentos eram alugados, esvaziados e adaptados para funcionar
como cenários e áreas técnicas. Após as gravações, os espaços eram
reorganizados e devolvidos aos moradores. Observar esse processo permitiu ao
produtor compreender de maneira ainda mais concreta a dimensão logística por
trás de uma produção audiovisual de grande escala.
“Eu gosto de observar a operação e a logística.
Esses detalhes dos bastidores me atraem. Quando você vê toda essa estrutura
funcionando ao mesmo tempo, entende que por trás daquilo que chega pronto à
tela existe uma enorme operação de planejamento, técnica e execução”, conta
Jonathan.
Para JJ, mais do que estar diante dos atores e das
câmeras, o interesse estava em compreender o que acontecia por trás das cenas.
“O público vê alguns minutos prontos na tela. Dentro
do set, você percebe quantas decisões, profissionais e movimentos precisam
acontecer de forma coordenada para produzir aqueles minutos. É criação, mas
também é técnica, gestão e capacidade de execução”, observa o produtor.
Jonathan acompanhou a preparação das cenas e a
condução do trabalho por Siega. Também observou a dinâmica das gravações e a
integração entre as etapas de edição e pós-produção, além do ritmo necessário
para manter uma produção seriada em andamento.
Ao falar sobre o aprendizado, JJ faz uma conexão
direta entre os dois universos de sua trajetória: “Nas pistas, cada segundo
conta. Em um set, cada decisão também. E já acelero para o próximo take, que
será brasileiro”, afirma.
Jonathan pretende transformar o aprendizado
acumulado fora do país em novos filmes e projetos audiovisuais desenvolvidos no
Brasil. O movimento acontece justamente em um momento de expansão da indústria
nacional.
Segundo a ANCINE, o Brasil registrou 3.979
Certificados de Produto Brasileiro em 2025, recorde da série e terceiro ano
consecutivo de crescimento da produção audiovisual nacional.
A dimensão econômica acompanha esse avanço. Estudo
da Oxford Economics para a Motion Picture Association estimou que a indústria
audiovisual sustentou R$ 70,2 bilhões em contribuição ao PIB brasileiro em
2024, o equivalente a 0,7% da economia nacional, além de cerca de 609 mil
empregos, considerando impactos diretos, indiretos e induzidos.
“Eu voltei querendo produzir mais no Brasil. Não
para copiar Dexter ou reproduzir um modelo americano, mas para aplicar
aprendizados de processo, planejamento e execução em projetos com identidade
brasileira”, destaca Jonathan.
Depois de acelerar nas pistas, atravessar festivais, passar por Cannes e chegar aos bastidores de uma das séries mais conhecidas da televisão americana, JJ segue ampliando sua trajetória internacional no audiovisual. Em novembro, Los Angeles será mais uma parada desse percurso. Mas é no Brasil que ele pretende escrever o próximo capítulo.
Sobre
Jonathan Neves
Jonathan Neves, conhecido como JJ, é produtor,
criador, empresário dos setores de logística e marketing, piloto e escritor
brasileiro.
Idealizador e CEO do Desafio Jota Racing, atua na
concepção e no desenvolvimento de projetos que conectam automobilismo,
audiovisual, música, tecnologia e entretenimento. Sua trajetória profissional
também passa por diferentes áreas empresariais, enquanto suas produções já
alcançaram circulação e reconhecimento em mais de 40 festivais internacionais.
Créditos: Claudia Cristina | Clacri.com
* Este conteúdo foi enviado pela assessoria de
imprensa

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