"Um Tio Quase Perfeito 3", comédia com Marcus Majella, estreia nesta quinta-feira (8) nos cinemas *
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| Foto meramente ilustrativa. |
No terceiro filme da franquia,
dirigido por Pedro Antonio, Tio Tony precisa lidar com o crescimento dos
sobrinhos e um desafio inesperado: cuidar de um bebê que é deixado em sua porta
Quase dez anos depois de apresentar ao público um
dos tios mais queridos do cinema brasileiro, a franquia "Um Tio Quase
Perfeito" chega ao seu terceiro capítulo. Marcus Majella volta
a viver Tio Tony no filme que fecha a trilogia e estreia exclusivamente nos
cinemas no dia 8 de outubro, véspera do Dia das Crianças, com distribuição
da H2O Films e codistribuição da Sony Pictures.
À frente dos três longas, a direção é de Pedro
Antonio ("Agentes Muito Especiais", "Tô Ryca!"), e o
roteiro é de Sabrina Garcia, Pedro Antonio e Rodrigo Goulart. Ana
Lúcia Torre, Letícia Isnard e Danton Mello estão de volta, assim como Julia
Svacinna, João Kalume e Soffia Monteiro, que acompanham a história desde o
primeiro filme. O longa também marca a estreia de Maria Eduarda Rodrigues
nos cinemas, no papel da bebê Alice.
No novo filme, Tony se sente cada vez mais sozinho.
Os sobrinhos cresceram, ganharam independência e fizeram planos que não incluem
o tio: Patrícia (Julia Svacinna) quer estudar no Pantanal, João (João Kalume)
pretende fazer um filme e Valentina (Soffia Monteiro) vai para um curso de
dança em Minas Gerais. No entanto, sua vida vira de cabeça para baixo quando
uma bebê desconhecida é deixada na porta de sua casa. Sem saber o que fazer,
Tony aciona os sobrinhos e, juntos, eles criam planos mirabolantes para
encontrar os pais da criança. Entre trocas de fralda, noites em claro, papinhas
e até uma ida à delegacia, onde acaba acusado de ter roubado a bebê, o tio
quase perfeito pode descobrir um novo laço de amor.
Para o diretor Pedro Antonio, o terceiro filme
nasceu de uma vontade antiga. "Eu queria fechar a trilogia. Quando
estava fazendo o segundo, já pensava que seria legal ter um terceiro: encerrar
um ciclo da vida do Tio Tony e abrir espaço para um novo futuro, como é o
próprio ciclo da vida. Junto com a Sabrina Garcia, roteirista, achávamos
importante tratar de maneira afetiva e doce a construção de uma nova família
para o Tony, porque, como diz o filme, 'existe todo tipo de família'",
lembra.
Para quem estava diante da câmera, a experiência foi
um aprendizado à parte. "Foi desesperador! (Risos) Bebê não sabe o que
é roteiro, marcação, continuidade… muito menos direção! Foi um exercício de
desapego total. Você chega preparado para atuar e descobre que, na verdade,
precisa aprender a negociar com alguém que ainda não sabe falar. No fim, acho
que foi isso que deixou tudo mais divertido", relembra Marcus Majella.
Sinopse
Tio Tony está se sentindo cada vez mais abandonado
pelos sobrinhos, que cresceram e estão independentes. Até que um dia uma
surpresa vira sua vida de cabeça para baixo: um bebê é deixado na porta de sua
casa. Sem saber o que fazer, ele aciona os sobrinhos e, juntos, eles criam
planos mirabolantes para encontrar os pais da criança. O que Tony não esperava
é que entre noites em claro, choro e papinhas, um novo laço de amor daria
sentido à vida desse tio quase perfeito.
Elenco
Tony: Marcus Majella
Patrícia: Julia Svacinna
João: João Kalume
Valentina: Soffia Monteiro
Angela: Leticia Isnard
Cecília: Ana Lúcia Torre
Beto: Danton Mello
Maria Eduarda Rodrigues: Alice
Ficha Técnica
Direção: Pedro
Antonio
Diretor assistente: Zaga Martelletto
Produção: Erica Iootty
Roteiro: Sabrina Garcia, Pedro Antonio, Rodrigo Goulart
Produção executiva: Tathiana Mourão
Direção de fotografia: Felipe Reinheimer
Direção de arte: Monica Delfino
Figurino: Elisa Faulhaber
Caracterização: Dudu Barón
Produtores associados: Jorge Peregrino, Sandro Rodrigues
Produtora: Arpoador Audiovisual
Coprodutores: H2O Produções e Sony Pictures
Distribuição: H2O Films
Realizado com parceria da RioFilme
SOBRE A H2O Films
Fundada em 2012, a H2O Films é uma distribuidora
brasileira que já lançou mais de 100 títulos de gêneros que vão do documentário
musical às comédias populares, passando por filmes de família e de arte. Entre
eles estão o “O Auto da Compadecida 2”, dirigido por Flávia Lacerda e Guel
Arraes, se consagrou como a maior estreia de um filme brasileiro em 2024 e
levou mais de 4,3 milhões de pessoas aos cinemas brasileiros. E ainda:
“Cássia Eller”, de Paulo Henrique Fontenelle, um dos documentários mais
bem-sucedidos de mercado e de crítica; “Vai Que Cola - O Filme”, dirigido por
César Rodrigues e protagonizado por Paulo Gustavo, a maior bilheteria de
abertura nacional de 2015 com mais de 3,2 milhões de espectadores; a franquia
“Um Tio Quase Perfeito” com Marcus Majella; o show “Roberto Carlos em Jerusalém
3D” que fez mais de 70 mil de público; o último filme lançado pelo mestre Cacá
Diegues, “O Grande Circo Místico”, indicado pelo Brasil a concorrer a uma vaga
ao Oscar em 2019. Outros títulos são “Pérola”, de Murilo Benício; “Ó Paí, Ó
2", de Viviane Ferreira com Lázaro Ramos e grande elenco; “Virgínia e
Adelaide”, de Jorge Furtado e Yasmim Thayná, com Gabriela Correa e Sophie
Charlotte; “Aumenta que é rock'n'roll", de Tomás Portella, que foi o
grande vencedor da 27ª edição do Festival de Cinema Brasileiro de Paris,
conquistando o Troféu Jangada de Melhor Filme e o Prêmio do Júri Jovem.
Créditos: Pedro Alonso | Palavra Assessoria em Comunicação
* Este conteúdo foi enviado pela assessoria de
imprensa

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