Samuca e a Selva recebe Carlos Dafé e Silvia Machete em show de lançamento de "Pra Gente Se Acabar" no Sesc Pompeia *
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| Foto meramente ilustrativa. |
Com participações especiais dos
artistas que também integram o novo disco, coletivo paulista toca pela primeira
vez as canções do 5º álbum para uma noite de celebração, reflexão e muito
balanço.
O fim da banda não está decretado, mas é uma possibilidade real
que o grupo decidiu encarar sem disfarces. E é justamente essa tensão que dá ao
show de lançamento uma dimensão especial: mais do que apresentar um novo
repertório, Samuca e a Selva convida o público a celebrar uma história
construída coletivamente ao longo de mais de uma década.
Encontros musicais para celebrar a vida e a diversidade
As participações especiais reforçam um dos aspectos centrais de
“Pra Gente Se Acabar”: a capacidade de reunir diferentes universos musicais em
torno de uma identidade própria. Carlos Dafé, referência do soul e do funk brasileiro,
leva ao encontro sua trajetória ligada à música negra nacional. Silvia
Machete, conhecida pela personalidade artística, presença
cênica e versatilidade musical, acrescenta sua interpretação singular à
apresentação. Já o trio de vocais do Abacaxepa contribui com a
riqueza das harmonias vocais e a inventividade que caracterizam o trabalho do
grupo.
A reunião desses artistas no palco do Sesc Pompeia amplia a
dimensão festiva do espetáculo, criando uma oportunidade de vivenciar ao vivo
as colaborações que marcaram o processo de criação do disco. O encontro também
reafirma a proposta de Samuca e a Selva de fazer da música um espaço de
convivência, experimentação e celebração coletiva.
Um disco para dançar enquanto o mundo gira
O título “Pra Gente Se Acabar” carrega múltiplos significados.
Ao mesmo tempo em que aponta para a possível despedida do grupo, faz referência
às crises contemporâneas que atravessam a sociedade, como as mudanças
climáticas, as guerras, o avanço do individualismo e as transformações
políticas e tecnológicas. Por outro lado, recupera uma expressão genuinamente
brasileira, associada à festa, à entrega e à vontade de dançar até não poder
mais.
“É um projeto sensível que ensaia sobre a grande merda que é o
fim e a grande beleza que há em enfrentá-lo, escolhendo dançar e se entregar ao
máximo pra vida enquanto ela ainda existe, ainda que em meio ao caos. É sobre
honrar a nossa trajetória, que é tão bonita e ao longo da última década se
confunde com a nossa própria existência”, resume Samuca.
No show do Sesc Pompeia, essa dualidade se traduz em um
repertório que combina o balanço característico da banda com letras que abordam
saúde mental, especulação imobiliária, paixões, saudade, angústias e os dilemas
do tempo presente. É música para dançar, mas também para ouvir, sentir e
refletir.
Com referências que vão de Marku Ribas a Sade,
o álbum reafirma a identidade musical de Samuca e a Selva, marcada pela fusão
de gêneros e pela força de seus arranjos. A produção musical é assinada por Marcos Maurício,
parceiro de longa data do grupo, responsável também por trabalhos como
“Madurar” (2016), álbum de estreia indicado ao 28º Prêmio da Música Brasileira,
e “Ditados Populares Dançantes” (2022), que integrou a lista dos 50 melhores
discos do ano da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA). Pela primeira
vez, Samuel Samuca divide a coprodução do álbum com Marcos, consolidando uma
nova etapa de amadurecimento artístico.
Onze anos de música, encontros e resistência coletiva
Desde sua formação, Samuca e a Selva construiu uma trajetória
singular na música independente brasileira, apostando na força de um coletivo
numeroso, na diversidade de influências e na experiência dos shows como espaços
de encontro e celebração.
A formação de dez músicos, que se tornou uma das principais
marcas do grupo, proporciona uma sonoridade intensa, com metais, percussões,
guitarras, teclados e vozes que se entrelaçam em arranjos sofisticados e
dançantes.
Agora, ao apresentar “Pra Gente Se Acabar” ao vivo, com as
participações de Carlos Dafé, Silvia Machete e do trio de vocais do Abacaxepa,
a banda transforma suas inquietações em uma celebração da própria existência. O
espetáculo no Sesc Pompeia representa um convite para que o público participe
dessa história, em uma noite que promete equilibrar emoção, irreverência,
poesia e muito balanço.
Se este pode ser o último baile, Samuca e a Selva
quer que ele seja inesquecível. Afinal, enquanto houver música, ainda há
motivos para dançar.
Sobre Samuca e a Selva
Com mais de 11 anos de trajetória, Samuca e a Selva é um
coletivo musical paulista conhecido pela mistura de ritmos brasileiros,
influências latinas e jazz, combinando arranjos elaborados, letras poéticas e
apresentações de grande energia. Sua discografia inclui “Madurar” (2016),
indicado ao 28º Prêmio da Música Brasileira, “Ditados Populares Dançantes”
(2022), destacado pela APCA, e o recém-lançado “Pra Gente Se Acabar” (2026),
quinto trabalho de estúdio do grupo.
Formação: Samuel Samuca (voz
e flauta transversal), Carol Leão (teclados e voz), Allan Spirandelli
(guitarras e voz), Léo Malagrino (baixo e voz), Guilherme Nakata (bateria e
voz), Dominique Vieira (percussão), Kiko Bonato (sax tenor, sax alto e
escaleta), Bio Bonato (sax barítono e flauta transversal), Felippe Pipeta
(trompete) e Victor Fão (trombone).
Serviço
Samuca e a Selva – Show de lançamento do álbum “Pra
Gente Se Acabar”
Participações especiais:
Carlos Dafé, Silvia Machete e trio de vocais do Abacaxepa
Data: 31 de outubro de 2026 (sábado)
Horário: 21h
Local: Comedoria do Sesc Pompeia
Endereço: Rua Clélia, 93 – Pompeia, São Paulo (SP)
Ingressos: Vendas on-line a
partir das 17h do dia 20 de outubro de 2026.
Link para compra:
https://www.sescsp.org.br/
Créditos:
Marcus Vinícius | MV Dias Magalhães
* Este conteúdo foi enviado pela assessoria de imprensa

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