Dia Mundial do Ballet: Conheça história de transformação promovida pelo projeto Cisne Negro em Campinas *
Com apoio do
Instituto CPFL, iniciativa amplia o acesso à formação em dança e revela
trajetórias inspiradoras, como a da professora Daniela Fortunato, que começou
no projeto como aluna e hoje forma novas gerações de bailarinos
Campinas,
28 de outubro de 2026 – Celebrado em 29 de outubro, o Dia Mundial do
Ballet é uma oportunidade para reconhecer o papel da dança na formação de
crianças e jovens. Mais do que uma expressão artística, o ballet contribui para
o desenvolvimento da disciplina, da autoestima, da sensibilidade e da
confiança, ajudando a construir novas perspectivas de futuro. Com esse
propósito, o Instituto CPFL apoia iniciativas como o Projeto Cisne Negro, em
Campinas, que ampliam o acesso à cultura e à formação artística em municípios
da área de atuação do Grupo CPFL Energia.
Em um cenário em que a formação artística de
qualidade nem sempre está ao alcance de todos, iniciativas como essa ajudam a
democratizar o acesso à dança e a criar oportunidades para que talentos sejam
descobertos e desenvolvidos.
O impacto desses investimentos pode ser percebido
nas trajetórias construídas ao longo dos anos. Entre elas está a da professora
Daniela Fortunato. A relação com a dança começou ainda na infância, como aluna.
Anos depois, retornou ao mesmo ambiente como professora, acompanhando o
desenvolvimento e os sonhos de novas gerações de bailarinos.
Sua trajetória reúne mais de duas décadas de
dedicação ao ballet. Daniela iniciou seus estudos aos 7 anos e, em 2005,
ingressou na formação da Royal Academy of Dance, sendo aprovada nos exames
Intermediate, Advanced Foundation e Advanced 1. Em 2020, concluiu sua formação
como professora por meio do Certificate in Ballet Teaching Studies (CBTS).
Também é graduada em Educação Física pela Faculdade de Americana (FAM) e acumulou
experiências com importantes referências nacionais e internacionais da dança.
Ao longo de sua formação, participou de cursos e
aulas com profissionais renomados, entre eles Áurea Hammerli, Boris Storojkov,
Cecília Kerche, Laura Alonso e Toshie Kobayashi. Entre 2010 e 2015, esteve em
Nova York, onde estudou na tradicional Steps on Broadway, ampliando sua
formação ao lado de professores e bailarinos reconhecidos internacionalmente.
Para Daniela, sua própria trajetória demonstra o
potencial transformador da arte.
“A dança abriu portas e me ensinou valores que levo
para todas as áreas. Hoje, poder compartilhar esse conhecimento com crianças e
jovens é uma forma de retribuir tudo o que recebi ao longo desses anos. Neste
Dia Mundial do Ballet, gosto de lembrar que cada criança que entra em uma aula
pode descobrir não apenas uma atividade artística, mas um caminho de
crescimento, aprendizado e realização”, afirma.
Para o Instituto CPFL, histórias como a de Daniela
evidenciam como o acesso à cultura pode gerar impactos que atravessam gerações.
“Projetos como o Cisne Negro vão além da formação artística. Eles contribuem para o desenvolvimento da disciplina, da autoconfiança, da convivência social e da construção de perspectivas de futuro. Quando vemos histórias como a da Daniela, percebemos o alcance dessas iniciativas e a importância de ampliar o acesso de crianças e jovens à cultura e à educação artística”, destaca Daniela Pagotto Ortolani, head do Instituto CPFL.
Dança
também transforma o presente em Araçatuba
O compromisso do Instituto CPFL com a formação de
crianças e adolescentes por meio da dança também está presente em Araçatuba. No
município, o Núcleo Dança Bacana, iniciativa do programa CPFL Jovem
Geração, oferece atividades gratuitas de ballet e
danças urbanas para estudantes da rede pública entre 7 e 14 anos, realizadas no
contraturno escolar.
Assim como o Projeto Cisne Negro, a iniciativa busca
ampliar o acesso à cultura e estimular o desenvolvimento integral dos
participantes. Além do contato com diferentes linguagens artísticas, as
atividades promovem experiências de convivência, aprendizado e expressão,
contribuindo para o fortalecimento da consciência corporal, da coordenação
motora, da concentração, da disciplina e da autoconfiança.
“A dança ensina muito mais do que movimentos e técnica. Ela ajuda as crianças a desenvolver respeito, foco, persistência e confiança em si mesmas. Quando têm acesso a esse universo desde cedo, elas ampliam suas formas de expressão e descobrem novas possibilidades para o futuro”, afirma Daniela Fortunato.
Sobre
o Instituto CPFL
Criado em 2003, o Instituto CPFL é a plataforma de
investimento social privado do Grupo CPFL Energia. Sua atuação apoia
iniciativas de esporte, cultura, saúde e desenvolvimento social nas comunidades
onde o Grupo está presente, com o objetivo de contribuir para transformações
positivas e duradouras.
O Instituto coordena as iniciativas de protagonismo
social do Grupo, organizadas em cinco frentes: CPFL Jovem Geração, CPFL
Intercâmbio Brasil-China, Circuito CPFL, CPFL nos Hospitais e Café Filosófico
CPFL.
Créditos: Instituto CPFL | MXP Comunicação
* Este conteúdo foi enviado pela assessoria de
imprensa
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