Best-seller "A Menina que Não Falava" ganha adaptação para o teatro no Rio *
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| Foto meramente ilustrativa. |
Espetáculo infantil musicado leva
aos palcos o mutismo seletivo e outros transtornos de ansiedade na infância,
unindo informação, arte e leveza
O best-seller “A Menina que Não Falava”, de Francilene
Torraca, publicado pela Literare Books, vai ganhar uma adaptação para o
teatro no Rio de Janeiro. A montagem será apresentada no Teatro
Henriqueta Brieba, no Tijuca Tênis Clube, nos dias 8, 14, 15, 21
e 22 de novembro de 2026, às 15h.
A adaptação, direção e concepção cênica são de Renata Maia,
autora, diretora e coreógrafa com experiência no teatro infantil. Em seu
trabalho recente Arca2NovosBichos,
Maia assinou texto, direção geral e coreografias de uma montagem que reuniu
música, dança, conteúdo pedagógico e mais de 25 artistas no palco.
A produção é da TaBah Produções, de Taís Bahia,
profissional que também vem desenvolvendo trabalhos ligados ao universo cênico
infantil. Em Arca2NovosBichos,
Taís assinou as projeções de animação da cenografia, contribuindo para a
construção visual do espetáculo.
Na nova montagem, o universo de A Menina que Não Falava serve como ponto de partida
para falar não apenas sobre o mutismo seletivo, mas também sobre outras
manifestações de ansiedade que podem acometer crianças. Música, humor, fantasia
e emoção serão utilizados para apresentar o tema de maneira acessível e
sensível.
A proposta é informar sem assustar e conscientizar sem perder a leveza.
Em 2026, a história ganhou continuidade com “A Menina que
Não Falava… e Agora Não Para de Falar!”, também publicada pela
Literare Books. O novo livro acompanha a trajetória de superação da personagem
e, neste mesmo ano, ganhou versão em inglês, ampliando o acesso internacional
à informação sobre mutismo seletivo e ansiedade infantil.
A adaptação para o teatro surge justamente desse movimento de
levar conhecimento para além do consultório, da universidade e dos livros.
“Queremos
falar de um assunto sério através da leveza. A criança precisa se divertir,
cantar e se envolver com a história. Ao mesmo tempo, queremos que os adultos
saiam do teatro olhando com mais atenção para aquilo que uma criança pode
comunicar através do comportamento, do medo, do silêncio ou da evitação”,
afirma Francilene Torraca.
A autora, junto com Carolina Perrotta também coordena “Entendendo a
Ansiedade Infantojuvenil”, cujo primeiro volume tornou-se
best-seller e ganhou, em 2026, uma continuidade com o Volume 2,
ampliando a discussão sobre diferentes manifestações da ansiedade em crianças e
adolescentes.
Para a autora, a continuidade dessas obras reforça a necessidade
de transformar informação especializada em conhecimento acessível para
famílias, escolas e sociedade.
O tema ganha ainda mais relevância no Brasil. Dados da Organização
Pan-Americana da Saúde baseados em estimativas da Organização Mundial da Saúde
apontaram prevalência de transtornos de ansiedade liderando o ranking no mundo.
Embora esse dado se refira à população geral, ele ajuda a
dimensionar a importância de olhar para a saúde mental também desde a infância.
É justamente essa mensagem que a montagem pretende levar ao
público: a
ansiedade também acontece na infância, pode assumir diferentes formas e precisa
ser reconhecida, compreendida e acolhida.
Sem transformar o palco em uma sala de aula, “A Menina que Não Falava” pretende aproximar arte e informação em uma experiência voltada para toda a família.
Créditos: Débora Luz | Literare Books
* Este conteúdo foi enviado pela assessoria de
imprensa

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