Sucesso em mais de 20 países, Naked Boys Singing! volta a São Paulo em curta temporada no Teatro Ruth Escobar *
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| Foto meramente ilustrativa. |
Clássico da Off-Broadway retorna ao país com nova montagem celebrando liberdade, humor e representatividade
O fenômeno internacional Naked Boys Singing!
retorna a São Paulo em 7 de novembro para uma nova temporada no Teatro
Ruth Escobar, reafirmando seu lugar como um dos espetáculos LGBTQIA+
mais premiados e celebrados do país. A montagem brasileira, licenciada
oficialmente e produzida pela Bacana Produções Artísticas, volta aos palcos
após temporadas de sucesso absoluto, público fiel e ampla repercussão na mídia.
Há mais de 25 anos em cartaz no mundo, o musical já foi apresentado em mais
de 50 produções, com temporadas em cidades como Nova York, Londres, Sydney,
Roma, Cidade do México, Madri, Barcelona, Lisboa, Cidade do Cabo, São Paulo,
Curitiba e Rio de Janeiro, além de turnês pela Noruega, Holanda, Bélgica e
Austrália. Um clássico da Off-Broadway, o espetáculo se tornou um ícone da
cultura gay e uma referência global em teatro musical independente. No
Brasil, Naked Boys Singing! conquistou crítica e público, sendo reconhecido
por importantes premiações como Prêmio Musical RIO, Prêmio Guia Gay SP,
Prêmio É Sobre Musicais e indicações ao Prêmio Bibi Ferreira e ao Prêmio DID -
pela coreografia. A nova temporada mantém a equipe criativa responsável
pelo sucesso das montagens anteriores e apresenta um elenco totalmente
renovado. Integram a montagem Akim, Átila Bonfim, Caio Junquilio, Davi
Lopes, Diego Lemos, Gabe Fabbri, Kaike Cruz, Pedro Proensa, Sergio Blur e Tuco
Zamonaro.
Embora conhecido pela
ousadia, Naked Boys Singing! nunca teve a nudez como tema central. O
musical utiliza o corpo como linguagem artística para discutir masculinidade,
autoestima, desejo, envelhecimento, afetos, liberdade e diversidade. A
nudez, tratada com naturalidade e humor, funciona como ponto de partida para
remover máscaras, estereótipos e preconceitos, transformando o palco em um
espaço de libertação e humanidade. O espetáculo não sexualiza os corpos, mas
os apresenta de forma poética, inteligente e sensível, valorizando a diversidade
e representando corpos reais, reforçando o compromisso da montagem com inclusão
e representatividade.2W
A nova temporada acontece
no tradicional Teatro Ruth Escobar, recentemente revitalizado e preparado para
receber grandes produções, entre 7 de novembro e 13 de dezembro de 2026.
Com 10 atores, os pianistas Éttore Veríssimo e Gabe Fabbri, percussão e
programações eletrônicas de Luiz Fukushiro, e 90 minutos de duração, a
versão brasileira oficial licenciada ocupa a Sala Gil Vicente, um dos espaços
mais importantes da história do teatro brasileiro. Os ingressos já estão à
venda em: htts://www.ticketmaster.com.
A montagem brasileira,
que já alcançou mais de 14 mil espectadores presenciais desmistifica a
nudez masculina e aborda temas contemporâneos com humor e sensibilidade e se
apresenta como uma resposta artística à onda conservadora que atravessa o
debate público.
Em uma sequência de
números musicais independentes, dez atores os músicos conduzem o público por situações
divertidas, emocionantes e surpreendentes sobre masculinidades, inseguranças,
desejos, afetos e liberdade. Com humor inteligente e sensibilidade, Naked
Boys Singing! - um ícone da cultura gay mundial -, transforma a
nudez em linguagem artística e convida o espectador a rir de si mesmo, falando
sobre corpos, mas principalmente sobre pessoas.
SERVIÇO | Naked Boys Singing!
Temporada: 07 de novembro até 13 de dezembro de 2026
Novembro - Sexta e Sábado às 22h (abertura da sala 21h45) / Domingo às 21h
(abertura da sala 20h45)
Dezembro - Sexta a Domingo às 21h (abertura da sala 20h45)
Teatro Ruth Escobar – 301 lugares - Rua dos Ingleses, 209 – Bela Vista – São Paulo - SP
Classificação etária: 16 anos. * Menores apenas acompanhados dos responsáveis
legais.
Idealização: Robert Schrock
Direção Geral: Rodrigo Alfer
Versão Brasileira: Rafael Oliveira
Elenco: Akim, Átila Bonfim, Caio Junquilio, Davi Lopes, Diego Lemos, Gabe Fabbri, Kaike Cruz, Pedro Proensa, Sergio Blur e Tuco Zamonaro
Direção Coreográfica: Alex Martins
Cenário e Figurinos: Daniele Desierrê
Diretor Musical Residente: Gabe Fabbri
Pianos: Éttore Veríssimo e Gabe Fabbri
Percussão e programação eletrônica: Luiz Fukushiro
Produção Executiva: Alexandre de Marco
Assessoria de Imprensa: Vicente Negrão Assessoria
Realização: Bacana Produções Artísticas
Créditos autorais/Música e letras originais
Stephen Bates,Marie Cain,Perry Hart,Shelly Markham, Jim Morgan, David Pevsner, Rayme Sciaroni, Mark Savage, Ben Schaechter, Robert Schrock, Trance Thompson, Bruce Vilanch, Mark Winkler
Versão brasileira: Rafael Oliveira (Musical em bom português)
Contribuições: Éttore Veríssimo, Rodrigo Alfer, Rafael Gamboa
Revisão de texto: Lia Bittencourt
Comunicação: Kaike Cruz e Raí Geovani
Vinicius Lopes
Stage Manager
Créditos: Alisson Schafascheck | Vicente Negrão
* Este conteúdo foi enviado pela assessoria de
imprensa

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