Rosario Central: campeão da Supercopa Internacional 2026
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| O Rosario Central venceu o Estudiantes de La Plata e ficou com a Supercopa Internacional 2026. Créditos: @RosarioCentral |
De
virada e com dois gols de Di María, sendo um de pênalti, e de Julio Rodríguez, o
Rosario Central derrotou o Estudiantes de La Plata por 3 a 1 neste sábado (26),
no Estádio Único Madre de Ciudades, em Santiago del Estero, e ficou com o
título da Supercopa Internacional 2026 que, apesar do nome, é um troféu de
âmbito nacional, pois coloca frente à frente o campeão do Trofeu de Campeones
(Estudiantes) e o primeiro colocado da temporada 2025 do Campeonato Argentino
(Rosario Central). Enquanto os Pinchas abriram o placar com Castro, a um minuto
de jogo, Di María empatou cobrando falta e, nos acréscimos do primeiro tempo,
na marca da cal, virou o jogo, e Rodríguez no finalzinho do jogo marcou o gol
do título para os Auriazules.
O
jogo nem começou direito e, com menos um minuto, o Estudiantes abriu o placar
com Castro. A bola foi cruzada da direita, Carillo bateu para o gol, a bola
ficou viva e o camisa 22 mandou para as redes. Depois, aos quatro, o experiente
Di María finalizou, Muslera defendeu, mas o lance estava anulado por
impedimento.
Aos
sete, um lance muito feio. O meio-campista Neves saltou para disputar uma bola
e, após uma colisão com um adversário, caiu de mau jeito sobre o braço e teve
que pedir para ser substituído por Elías e precisou sair de ambulância.
O
jogo seguiu truncado, disputado. E, aos 19, a bruxa estava solta. Elías levou a
pior em uma disputa. Além de ter recebido o cartão amarelo, machucou o joelho e
precisou ser substituído por Fabricio Pérez. Na continuidade do jogo, aos 20,
Coronel chutou cruzado, Muslera soltou, a bola ficou disputada até chegar a Di
María, que finalizou, a bola desviou e saiu para escanteio. Depois, aos 22, Di
María cobrou falta com categoria e marcou um golaço, sem chances de defesa para
Muslera, para empatar para os Canallas. Pouco tempo após o empate dos
aurinegros, a partida foi paralisada para hidratação dos jogadores.
A
peleja foi retomada e o Estudiantes tentou retomar o ímpeto inicial. Aos 33,
Tobios Burgos cobrou o escanteio, mas o cabeceio veio em seguida e foi para
fora. Em resposta, aos 34, Di María recebeu, girou e mandou para fora.
O
jogo se manteve equilibrado, brigado, mas com os dois times criando pouco. O árbitro
Darío Herrera deu 12 minutos de acréscimos. Aos 46, Di María viu Muselra fora
do gol e, antes do meio-de-campo, arriscou e quase marcou um gol antológico. Em
resposta, aos 48, Mancuso soltou a pancada e Werner espalmou. No entanto, aos
53 minutos, houve o contato na área da equipe de La Plata entre Pírez e
Copetti, o árbitro Darío Herrera foi para o VAR para verificar uma possível
penalidade. E confirmou o pênalti. Na cobrança, Di María não perdoou e
converteu, virando o jogo para o Rosario Central.
E o
primeiro tempo terminou aos 54 minutos, com o Rosario Central virando a partida
no final em um pênalti para lá de contestável.
Para
o segundo tempo, as duas equipes voltaram com mudanças. Pelo Estudiantes, Gaich
e Meza entraram nos lugares de Rodríguez e Mancuso, e do lado aurianil, Verón
substituiu Duarte. O confronto ficou concentrado em disputas no meio-de-campo
nos primeiros minutos.
Porém,
aos dez, Di María cobrou falta em direção da área e Muslera saiu do gol para
fazer a defesa. Três minutos depois, a redonda foi lançada para Di María, que
tentou dar uma 'cavadinha' em Muslera, que defendeu. Na sequência, em cruzamento
feito na grande área, veio o chute cruzado de Cantizano e o arqueiro uruguaio
desviou para escanteio. Mais tarde, aos 18, Tobio Burgos cobrou falta, Núñez
desviou de cabeça e mandou para fora.
Os
dois times mexeram em seguida. O confronto se manteve com a Academia Rosarina
mais seguro, conseguindo conter os Pincharratas, que passaram a pressionar em
busca do empate. Aos 32, a bola foi levantada para Alario (substituto de
Carillo) que cabeceou para fora. Depois, aos 35, Tobio Burgos demorou para
finalizar, bateu prensado e Werner saiu do gol para fazer a defesa.
O árbitro
deu cinco minutos de acréscimos. Aos 46, os jogadores do Rosario Central
pediram pênalti, mas Meza fez o desarme de forma limpa, nada a marcar. Em
seguida, o Estudiantes teve uma ótima chance para empatar. Em cruzamento na área,
Núñez cabeceou e mandou para fora.
No
entanto, aos 50 minutos, Fernández sucumbiu com as esperanças dos Pincharratas
de conquistar o título. O goleiro Muslera subiu para o ataque para tentar o
empate, mas o Rosario Central aproveitou o contra-ataque e, com o gol vazio,
Julián Fernández mandou para as redes e fazer o terceiro gol dos Canalles. Após o gol, os jogadores dos dois times deram
início a uma confusão e depois de alguns minutos, o árbitro deu o jogo por encerrado.
Fim de jogo no Madre de Ciudades: Estudiantes de La Plata 1, Rosario Central 3.
A La Academia Rosarina é campeã da Supercopa Internacional 2026, o primeiro de
sua história.
A
seguir, a ficha técnica da decisão.
FICHA TÉCNICA: ESTUDIANTES DE LA PLATA 1x3 ROSARIO
CENTRAL
Competição/Fase:
Supercopa Internacional 2026 - final (jogo único)
Local: Estádio Único Madre de
Ciudades, Santiago del Estero (ARG)
Data: 26 de setembro de 2026, sábado
- 16h (horário de Brasília)
Árbitro: Darío Herrera
Assistentes: Gabriel Chade e Cristiano
Navarro
Cartões Amarelos: Elías,
Rodríguez, Palacios, Núñez, Piovi (Estudiantes de La Plata); Verón, Ávila
(Rosario Central)
Gols: Castro, a 1 min (1-0); Di
María, aos 22 min (1-1) e aos 56 min (de pênalti) do 1° tempo (1-2); e Fernández,
aos 50 min do 2° tempo (1-3)
ESTUDIANTES
DE LA PLATA: 16.Muslera; 24.Palacios, 14.Pires, 4.Núñez e 40.Mancuso (20.Meza);
8.Neves (39.Elías) (29.Pérez), 21.Piovi e 31.Rodríguez (19.Gaich); 22.Castro,
17.Tobio Burgos e 9.Carrillo (27.Alario). Técnico:
Alexander Medina
ROSÁRIO CENTRAL:
1.Werner; 3.Sández (18.Fernández), 13.Ávila, 46.Ovando e 32.Coronel;
31.Navarro, 5.Ibarra, 27.Duarte (42.Verón) (33.Soto) e 26.Cantizano (10.Cervi);
11.Di María (15.Facundo Mallo) e 22.Copetti. Técnico: Jorge Almiron
Parabéns
ao Club Atlético Rosario Central pelo título.
Por
Jorge Almeida

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