Quanto custa ir a um show? Veja quanto o transporte pode pesar no orçamento *
![]() |
| Foto meramente ilustrativa. |
Além do ingresso, o deslocamento pode representar uma parcela
importante dos gastos do público e merece atenção no planejamento
Ir a um show envolve uma série de gastos além do
ingresso. Transporte, alimentação, estacionamento e, em alguns casos,
hospedagem também entram no orçamento. Em grandes eventos, quando milhares de
pessoas se deslocam ao mesmo tempo para um mesmo local, o trajeto de ida e
volta pode pesar ainda mais na conta.
O transporte ganha importância principalmente nos
trechos curtos entre estações, estacionamentos ou pontos de desembarque e o
local do evento. Um levantamento da Whoosh mostra que, em percursos de
aproximadamente 2 quilômetros, distância média das viagens realizadas na
plataforma, o custo de uma viagem de patinete pode ser até 53% menor que o de um
carro de aplicativo em horários de pico.
A diferença coloca em perspectiva um gasto que
muitas vezes fica fora do planejamento de quem compra um ingresso: quanto
custa, de fato, chegar e voltar de um festival?
O comportamento ganha relevância diante do aumento
do consumo de música ao vivo. Segundo levantamento global da Luminate, a
Geração Z gastou, em média, US$ 101 (R$ 513,40) por mês com música ao vivo no
primeiro trimestre de 2026, acima dos US$ 94 (R$ 477,82) registrados entre os
millennials. O estudo também apontou crescimento na parcela de jovens que
frequentam pelo menos dois shows por ano.
Quanto
o transporte representa no custo de um festival?
O valor gasto para chegar a um evento varia conforme
a distância, o horário, a cidade e o meio escolhido. Para quem vai de carro, a
conta inclui combustível, estacionamento e, dependendo do trajeto, pedágios.
Nos aplicativos de transporte, a alta demanda pode influenciar o preço,
principalmente nos horários de entrada e saída dos eventos.
Já quem utiliza transporte público costuma ter um
custo mais previsível, mas pode precisar completar o percurso entre a estação e
o destino final. É nesse trecho que alternativas de micromobilidade podem
funcionar como complemento ao transporte coletivo.
Na Whoosh, a distância média das viagens é de
aproximadamente 2 quilômetros, percorridos em cerca de 12 minutos. O perfil
mostra como as patinetes compartilhadas são utilizadas em deslocamentos curtos
do cotidiano, incluindo conexões com estações de metrô e trem e trajetos entre
diferentes pontos da cidade.
Segundo Cadu Souza, diretor de operações da Whoosh
no Brasil, esse perfil de uso também aparece nos deslocamentos de conexão com o
transporte público.
“Os deslocamentos de aproximadamente 2 quilômetros
são bastante comuns entre os usuários e mostram como a micromobilidade pode
complementar outros meios de transporte. Parte dessas viagens acontece
justamente na conexão com estações de metrô e trem ou no trecho final até o
destino”, afirma Cadu Souza, diretor de operações da Whoosh no Brasil.
O
que considerar antes de escolher como ir?
Uma das principais formas de reduzir o impacto do
transporte no orçamento é planejar o deslocamento antes de sair de casa.
Algumas medidas simples podem ajudar:
Distância:
para percursos mais curtos, diferentes alternativas podem apresentar diferenças
de preço e tempo.
Horário:
períodos de alta demanda podem alterar o custo de corridas por aplicativo e
aumentar o tempo de deslocamento.
Última
milha: quem utiliza transporte público pode precisar considerar como
fará o trecho entre a estação e o evento.
Retorno:
o encerramento concentra milhares de pessoas em um mesmo momento, o que pode
aumentar o trânsito e a procura por determinados serviços.
Pontos
de embarque e estacionamento: grandes eventos podem ter alterações temporárias no
trânsito e áreas específicas para embarque e desembarque.
No fim, comparar as opções antes de sair pode ajudar
o público a escolher uma combinação de transporte que faça sentido para o
bolso, para o trajeto e para o horário da programação.
Sobre a Whoosh
A Whoosh é
uma empresa internacional de tecnologia que desenvolve e implementa de forma
independente soluções de transporte de micromobilidade, por meio do uso de
patinetes. A empresa que gerencia o serviço, também lançou uma escola de
condução para garantir a segurança dos usuários. As patinetes da marca são equipadas
com o seu próprio módulo Whoosh IoT (Internet of Things), que permite controlar
totalmente o estado e as condições do veículo, incluindo bloqueio de velocidade
e monitoramento de rotas. Os dados recebidos dos equipamentos permitem a
criação de relatórios analíticos sobre micromobilidade, que podem ser de
informação muito útil para as autoridades urbanas responsáveis pelo planeamento
e desenvolvimento de políticas ambientais das cidades onde a Whoosh opera. Mais
informações no https://whoosh.bike/br
Créditos: Larissa Neiva | Dezoito Com
* Este conteúdo foi enviado pela assessoria de
imprensa

Comentários
Postar um comentário