Nara Couto apresenta Travessia Vol.1 *
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| Foto meramente ilustrativa. |
Terceiro álbum da cantora baiana traz uma conexão profunda com a África e convidados da Guiné-Bissau e Cabo Verde
“O outro lado da Bahia vem da África.” A música Laço Ancestral chegou às plataformas digitais como single para anunciar Travessia Vol.1, e já revela o tom do terceiro álbum de Nara Couto. O novo disco, que será lançado no dia 25 de setembro com show no teatro do Sesc Pompeia, evidencia a forte conexão da cantora baiana com a África, trazendo participações especiais de artistas do continente, além do brasileiro Tiganá Santana.
O álbum foi produzido, em sua maior parte, em Cabo Verde pelo renomado músico Ndu Carlos, produtor angolano radicado no país, com forte atuação na cena musical lusófona atlântica. Três faixas foram produzidas inicialmente no Brasil por Nara e Otis Selimane, e também ganharam o toque de Ndu, que adicionou instrumentos, além da mixagem e masterização final.
As composições do disco trazem faixas de Nara e de parcerias brasileiras com Mateus Aleluia, François Muleka, Sued Nunes, Rafael Mike e Lucas Ramaciotti. Dos países africanos lusófonos, vêm composições de Zidi Andrade de Cabo Verde, de Juca Delgado e Admir Lopes (Mimito) da Guiné-Bissau e dos portugueses Ricardo Alves e Ricardo Quintas.
“Fiz a travessia para lugares que quando cheguei eu já existia, porque têm lugares que a gente não conhece, a gente reconhece, e foi bem assim. Não para aproximar o que já está próximo, mas para continuar criando caminhos, onde uma canção encontra outra, uma história pode ser sentida antes de ser ouvida. Não é apenas atravessar o mar, é permitir que o encontro transforme o caminho e foi desse movimento que nasce Travessia”, compartilha Nara.
O primeiro single já apresentado, Laço Ancestral, é uma composição de Mateus Aleluia e traz a voz melódica de Nara acompanhada pela de Mû Mbana com os sons do simbi e do tonkorongh (ancestral da Guiné-Bissau), instrumentos de cordas tradicionais da África. Participam também desta faixa, Leo Mendes no violão, Jackson Silva no baixo, Otis Selimane na percussão e Eliezer Inácio na guitarra. A produção musical desta faixa é da cantora e de Otis Selimane. Ouça aqui
Como o nome já indica, Travessia Vol. 1 já prevê o Vol. 2, com lançamento previsto para 2027, etapa que trará um novo capítulo dessa mesma com África Lusófona.
Conheça mais sobre @nara_couto
Serviço
Data: 25/09/2026 (sexta-feira)
Local: Sesc Pompeia (teatro)
Horário: 20h
Endereço: Rua Clélia, 93, Água Branca - São Paulo/SP
Telefone: 11 3871-7700
Duração: 90 minutos
Classificação indicativa: 12 anos
Acesso para deficientes
Ingressos: R$70,00 (inteira), R$35,00 (meia-entrada), R$21,00 (credencial plena)
Venda: online a partir do dia 15/9, às 17h e nas bilheterias a partir do dia 16/9, às 17h
2. Promessa (de Nara Couto e Sued Nunes), com Tiganá Santana
3. Djunto (de Zidi Andrade), com Zidi Andrade (Cabo Verde)
4. Preta Portê (de Rafael Mike e Lucas Ramaciotti)
5. Mindjer Doce Mel (de Admir Lopes- Mimito/Guiné Bissau)
6. Si Ma Bô (de Ricardo Alves e Ricardo Quintas/Portugal e Nara Couto)
7. Herança sagrada (de Nara Couto e François Muleka), com Kady (Cabo Verde)
Violão: Leo Mendes, Fábio Leal, Elias Gomes
Guitarra: Eliezer Inácio
Baixo: Jackson Silva, Elias Gomes e Alexandre Vieira
Percussão: Otis Selimane, Rudson Daniel e Ndu Carlos
Piano: Fabio Leandro e Ubiratan Marques
Bateria: Otis selimane e Ndu Carlos
Teclado: Carlos Pereira Disco: Travessia Vol.1
Distribuição digital: Alta Fonte
Ensaio/Foto de capa: Edgar Azevedo
Conheça mais sobre Nara Couto
Nara tem uma intensa ligação com a África materna, que
permeia completamente todo seu trabalho como artista, e desenvolve um trabalho
significativo de pesquisa e intercâmbio artístico, entrelaçando sua arte com os
Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP), da África Lusófona. A
cantora baiana residente em São Paulo iniciou sua trajetória como bailarina do
Balé Folclórico da Bahia, também foi uma das vocalista da Orquestra
Afrosinfônica, até assumir seu protagonismo musical primeiro com o EP
Contipurânia (2018) que apresentou os singles "Linda e Preta" e
" Brilho do mar" canções que deram visibilidade a sua carreira solo,
depois lançou o álbum Retinta e, posteriormente, Ori (2024).
Créditos: Tati Pugliesi | Cais Cultura
* Este conteúdo
foi enviado pela assessoria de imprensa

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