Música, Notas e Sonetos se tornam instrumentos de inclusão e expressão artística para pessoas com deficiência e em situação de vulnerabilidade *
Projeto do Instituto Olga Kos
reúne 80 participantes em atividades de música, canto, instrumentos e criação
de poesias
São Paulo, Setembro de 2026 -
A música é uma linguagem universal capaz de atravessar fronteiras sociais,
culturais e até mesmo físicas. Será ela o ponto de encontro de 80 crianças,
jovens e adultos no projeto Música, Notas & Sonetos Ano II, idealizado pelo
Instituto Olga Kos. A iniciativa reúne, pela segunda vez, pessoas com e sem
deficiência ou em situação de vulnerabilidade social, em uma programação cujo
objetivo é ampliar o acesso à cultura de pessoas que, muitas vezes, são
impossibilitadas de terem uma experiência artística.
Durante dez meses, os participantes terão encontros
semanais com atividades de musicalização, canto, prática de instrumentos,
composição e criação de sonetos e poesias musicadas. As oficinas serão
conduzidas por instrutores especializados e foram pensadas para estimular a
participação de todos, além de respeitar as diferentes características e
necessidades dos participantes.
A proposta também valoriza a convivência. Pessoas
com e sem deficiência dividem o mesmo espaço, participam das atividades e
desenvolvem juntas as produções que serão apresentadas ao longo do projeto. A
expectativa é que a experiência contribua para o desenvolvimento da
criatividade, da autonomia, da comunicação e da autoestima.
Segundo Wolf Kos, presidente do Instituto Olga Kos,
a arte pode ajudar a mudar a forma como a sociedade enxerga as pessoas com
deficiência e aquelas que vivem em situações de vulnerabilidade. “A arte cria
oportunidades para que as pessoas mostrem seus talentos, expressem o que sentem
e sejam reconhecidas por aquilo que são capazes de fazer. Quando colocamos
pessoas diferentes para criar juntas, também estamos construindo relações com
mais respeito e menos preconceito. É esse ambiente que queremos proporcionar
com esse projeto”.
Com execução na Galeria Olido, em São Paulo, o
projeto acontece uma vez por semana, com duas horas de duração. O projeto
também prevê, ao final dos dez meses, uma apresentação dos trabalhos
desenvolvidos, dando aos participantes a oportunidade de compartilhar com familiares,
amigos e comunidade o resultado das oficinas.
“A música é um espaço de encontro e acolhimento.
Quando pensamos em acessibilidade cultural, estamos falando em garantir que
todas as pessoas, independentemente de suas condições física ou financeira,
possam vivenciar o prazer e a emoção da arte. É nesse ponto que a música se
torna um instrumento poderoso de inclusão, porque conecta, emociona e cria
pertencimento”, finaliza Wolf Kos, presidente do Olga.
Sobre o Instituto Olga Kos
Fundado há 19 anos, o Instituto Olga Kos de Inclusão
é uma organização sem fins lucrativos, qualificada como Organização da
Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip) pelo Ministério da Justiça e
Segurança Pública. Desenvolve projetos artísticos, esportivos e científicos
para atender, crianças, jovens, adultos e idosos com deficiência e abre espaço
para pessoas em situação de vulnerabilidade social, proporcionando trocas de
experiências e inclusão. Ao traçar sua rota, o OLGA acompanha a trajetória do
beneficiário e sua evolução durante a realização das oficinas, adaptando e
melhorando as metodologias por intermédio de pesquisas e instrumentos inéditos,
como o Indicador de Desenvolvimento Olga Kos (Idok) e o Índice Nacional de
Inclusão da Pessoa com Deficiência Olga Kos (Iniok_pcd).
Créditos: Instituto Olga Kos
* Este conteúdo foi enviado pela assessoria de
imprensa
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