Mostra "Do museu ao ateliê, do ateliê ao museu: o que a gráfica pode imaginar?" promove conversa neste sábado, dia 03/10, no Museu Lasar Segall *
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| Foto meramente ilustrativa. |
Com curadoria de Luiz Armando Bagolin, a exposição reúne doze
artistas e celebra a gravura a partir do histórico ateliê coletivo que funciona
na casa de Segall, na Vila Mariana, desde 1989
A exposição “Do museu ao ateliê, do ateliê ao
museu:o que a gráfica pode imaginar?”, com curadoria de Luiz Armando Bagolin,
segue até o dia 19 de outubro de 2026 no Museu Lasar Segall, no bairro da Vila
Mariana, em São Paulo. O evento - que tem entrada gratuita, conta com apoio da
Associação Cultural de Amigos do Museu Lasar Segall e do Núcleo Marcello
Grassmann.
Para finalizar a programação cultural, acontece uma conversa entre o curador,
os artistas e público sobre o tema "Por que e para quem se grava
hoje?", no dia 03 de outubro de 2026 (sábado), a partir das 15h. Com 30
vagas, o evento tem coordenação de Luiz Armando Bagolin e Paulo Camillo Penna.
Houve previamente a projeção do filme “Atelier Piratininga- Entalhes no tempo”,
seguida de conversa com artistas e duas oficinas de criação e impressão de
matrizes de gravura em relevo e estêncil.
Reunindo gravuras de doze artistas visuais — Amália Barrio, Cláudio Caropreso,
Comtrario Pereira, Francisco Maringelli, Paulo Penna, PF Cozinha da Gravura
(Tauany de Freitas e Ana Luiza Perrella), Pedro Pessoa, Rafael Kenji, Raphael
Giannini, Ulysses Bôscolo e Zizi Baptista —, a mostra celebra o fazer gráfico
em seu campo expandido, que vai da gravura em metal e da xilogravura à
monotipia e ao desenho.
No centro da exposição está o ateliê de gravura como espaço coletivo de trabalho:
o lugar onde a imagem não nasce pronta, mas se constrói por etapas, é
reimpressa e se transforma a cada passagem pela matriz. Os doze artistas
partilham essa prática comum — muitos deles formados ou atuantes em ateliês de
gravura de São Paulo — e trazem para a sala um recorte dessa produção feita a
muitas mãos.
A escolha do Museu Lasar Segall tem sentido preciso. A casa que foi residência
e ateliê do pintor abriga, há décadas, um ateliê coletivo de gravura em plena
atividade. Expor ali é aproximar as obras do próprio lugar em que muitas delas
foram pensadas e impressas, e lembrar que o museu, antes e além da sala de
exposição, é também um espaço de fazer.
“‘Do museu ao ateliê, do ateliê ao museu” não é um percurso que proponho: o
primeiro trajeto é o que a casa vê quando se vira para dentro; o segundo, o que
estas obras já fazem quando entram no acervo. E há um terceiro, que dispensa a
sala: do lado de fora, a gráfica se cola ao muro, exposta ao tempo e a quem
passa”, afirma o curador Luiz Armando Bagolin.
Serviço
Mostra “Do museu ao ateliê, do ateliê ao museu: o que a gráfica pode imaginar?”
Curadoria: Luiz Armando Bagolin
Artistas visuais: Amália Barrio, Cláudio Caropreso, Comtrario Pereira, Francisco Maringelli, Paulo Penna, PF Cozinha da Gravura (Tauany de Freitas e Ana Luiza Perrella), Pedro Pessoa, Rafael Kenji, Raphael Giannini, Ulysses Bôscolo e Zizi Baptista
Apoio: Associação Cultural de Amigos do Museu Lasar Segall e do Núcleo Marcello Grassmann
Período: 18 de julho a 19 de outubro de 2026
Visitação: Quarta a segunda, das 11h às 19h
Entrada: Gratuita e Livre
Programação
cultural
Dia: 03 de outubro de 2026 (sábado), 15h às 17h
"Por que e para quem se grava hoje?"
Conversa entre curador, artistas e público sobre o tema da exposição Do Museu ao Ateliê, do Ateliê ao Museu: o que a gráfica pode imaginar? organizada em torno das questões: o que é e para que serve um ateliê de gravura hoje.
Dia: 03 de outubro de 2026 (sábado), 15h às 17h
"Por que e para quem se grava hoje?"
Conversa entre curador, artistas e público sobre o tema da exposição Do Museu ao Ateliê, do Ateliê ao Museu: o que a gráfica pode imaginar? organizada em torno das questões: o que é e para que serve um ateliê de gravura hoje.
A
conversa se compõe de dois movimentos: primeiro, o ateliê de
gravura como categoria entre nós — os coletivos, os gabinetes, os acervos, em
que cada artista fala a partir de sua experiência de ateliê; no segundo, a
circulação da estampa para fora do campo — quem recebe a gravura hoje que não
seja gravador ou tenha uma relação estreita com a gravura.
Coordenação:
Luiz Armando Bagolin e Paulo Camillo Penna
Participantes:
qualquer pessoa interessada em acompanhar a conversa.
Vagas:
30
Local:
ateliê de gravura
Inscrições:
Por ordem de chegada no dia da apresentação
Gratuito
Rua Berta, 111, Vila Mariana, São Paulo/SP 04120-040
Tel: (11) 2159 0400
Email:
info@mls.gov.br
Site:
www.mls.gov.br
Museu Lasar Segall @museu_lasar_segall
Luiz Armando Bagolin @labagolin
Amália Barrio @amaliabarrio
Cláudio Caropreso @caropresoxilogravura
Comtrario Pereira @comtrario
Francisco Maringelli @franciscomaringelli
Paulo Penna @paulocpenna1970
PF Cozinha da Gravura (Tauany de Freitas e Ana Luiza Perrella) @pf.cozinhadagravura
Pedro Pessoa @pedro_pessoa1
Rafael Kenji @kenji.rafa
Raphael Giannini @raphael_com_ph_
Ulysses Bôscolo @ulyssesbo
Zizi Baptista @zizibaptista
Créditos: Érico | Marmiroli Comunicação
* Este conteúdo foi enviado pela assessoria de
imprensa

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