Licínio Januário brilha em nova fase da carreira entre Oscar, novelas, cinema e teatro *
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| Foto meramente ilustrativa. |
Ator angolano está no ar em "A Nobreza do Amor",
estreia em "Vermelho Sangue", do GloboPlay, e tem dois longas a
caminho dos cinemas
Depois de integrar o elenco de "O Agente
Secreto", de Kleber Mendonça Filho, vencedor de dois Globos de Ouro e
indicado a quatro Oscars em 2026, o ator angolano Licínio Januário vive uma
fase de intensa movimentação, com trabalhos simultâneos na TV, no streaming, no
cinema e no teatro. Em comum, os projetos revelam um ator que transita com
naturalidade entre formatos, gêneros e personagens muito distintos.
Um
ator de muitos registros
Na TV Globo, ele interpreta Dumi em "A Nobreza
do Amor", novela das seis de Duca Rachid, Júlio Fischer e Elísio Lopes Jr.
Chefe da guarda real do reino fictício de Batanga, Dumi é leal à coroa,
estratégico e movido por um forte senso de justiça. Ao lado de Akin (André Luiz
Miranda), lidera uma resistência secreta para derrubar o governo usurpador e
garantir o retorno da princesa Alika (Duda Santos) e da rainha Niara (Erika
Januza).
O papel chega logo após Luciano, de "Vale
Tudo", personagem de um universo completamente diferente. Luciano é o
primeiro chefe de Ivan (Renato Góes) na TCA, empresa de Odete Roitman, e se
torna seu amigo e aliado nas estratégias corporativas. Na construção do papel,
vivido por Jairo Lourenço na versão de 1988, Licínio incluiu homenagens à sua
trajetória e às suas origens, aproximando Angola e Brasil em um dos grandes
clássicos da teledramaturgia.
Do
reino de Batanga à sala de aula de "Vermelho Sangue"
No streaming, o ator acaba de estrear na segunda
temporada de "Vermelho Sangue", série de fantasia do Globoplay criada
por Claudia Sardinha e Rosane Svartman. A temporada foi lançada em 17 de
setembro, com dez episódios. Ele vive o professor Roberto, registro bem
distante do guerreiro da novela das seis.
Dois
longas a caminho das telas
No cinema, Licínio está no elenco de "100
Dias", de Carlos Saldanha, um dos seis longas pré-selecionados pela
Academia Brasileira de Cinema na disputa pela vaga do Brasil no Oscar 2027.
Também integra "Justino – Nos Bastidores do Reino", de José Eduardo Belmonte.
Os filmes se somam a uma filmografia que vai do drama político de "Medida
Provisória", de Lázaro Ramos, à comédia de "Vale Night".
No
teatro, palavra, corpo e Capoeira Angola
Nos palcos, o ator está em cartaz com a performance
literária "Palco Caderno", dirigida por Orlando Caldeira. Ele divide
a cena com Tainá Bevilacqua, autora do livro que inspira a montagem. O
espetáculo incorpora textos de "Corpo e Poema", projeto autoral em
que Licínio une poesia e encenação corporal inspirada na Capoeira Angola. O
projeto também circula pelos Sesc do Rio de Janeiro.
Uma
trajetória entre diferentes linguagens
Ator e cineasta, Licínio vive no Brasil há 16 anos.
Começou no teatro, em espetáculos que valorizam a cultura negra, e participou
de produções como "Segundo Sol" (TV Globo), "Boca a Boca"
(Netflix), "Impuros" (Star+) e "A Magia de Aruna"
(Disney+). Como roteirista e diretor, assina o curta "Namoradeira – Um
mundo perfeito", exibido em festivais internacionais. Sua trajetória tem
como eixo o fortalecimento de narrativas negras no audiovisual e nas artes
cênicas.
Com presença simultânea em uma novela das seis, uma
série de streaming, dois novos longas-metragens e uma performance teatral,
Licínio Januário confirma a versatilidade como marca de uma trajetória que
conecta audiovisual, teatro, poesia e pesquisa corporal.
Créditos: Silvana Regina Inácio | Sí Comunicação
* Este conteúdo foi enviado pela assessoria de
imprensa

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