Exposição Brasilina é prorrogada até 31 de outubro e amplia oportunidade de conhecer um olhar contemporâneo sobre a identidade brasileira *
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| Foto meramente ilustrativa. |
Mostra reúne 32 artistas
brasileiros na Galeria do Centro Cultural SESI e celebra a diversidade e a
potência criativa do país
Sucesso de público e repercussão no circuito
cultural, a exposição Brasilina __ poéticas de uma nação mátria, em cartaz
na Galeria do Centro Cultural SESI, em Jardim da Penha, Vitória
(ES), foi prorrogada e poderá ser visitada até 31 de outubro. A extensão da
temporada amplia a oportunidade para o público conhecer a mostra que reúne 32
artistas brasileiros em uma reflexão sobre a identidade brasileira a partir da
arte, do design, da cultura e de diferentes interpretações do Brasil
contemporâneo.
Com curadoria de Isabela Castello e Isabel Portella, Brasilina
reúne trabalhos que dialogam com a diversidade de referências que formam o
imaginário nacional, estabelecendo conexões entre tradição e contemporaneidade.
A exposição parte da riqueza cultural brasileira para apresentar uma narrativa
plural, que valoriza diferentes repertórios, materiais, linguagens e modos de
expressão.
A prorrogação atende à repercussão positiva da mostra e ao
interesse do público em conhecer o conjunto de obras e artistas reunidos na
exposição. Ao estender a temporada até 31 de outubro, Brasilina permanece como
um dos destaques da agenda cultural, oferecendo ao público novas possibilidades
de aproximação com uma produção que investiga o que significa ser brasileiro a
partir de perspectivas contemporâneas.
Brasilina parte da imagem simbólica da brasilina, pigmento
vermelho associado ao pau-brasil, para construir uma metáfora sobre a própria
identidade brasileira: diversa, intensa, contraditória e em permanente
transformação.
“Brasilina nasceu do desejo de olhar para o Brasil sem tentar
defini-lo de uma única maneira. É uma exposição sobre a nossa multiplicidade,
sobre as camadas que constituem a nossa identidade e sobre como diferentes
artistas e criadores podem traduzir esse sentimento de pertencimento”, afirma a
curadora Isabela Castello.
A exposição está organizada em três eixos curatoriais - Identidade,
Natureza e Sociedade. O primeiro aborda as múltiplas formas de
ser e pertencer ao Brasil; o segundo contempla a biodiversidade, os territórios
e as relações entre o ser humano e o meio ambiente; enquanto o terceiro lança
luz sobre relações, desafios, contrastes e transformações da sociedade
brasileira.
No centro da proposta está ainda o conceito de “nação
mátria”, que apresenta o país como terra-mãe, em uma
perspectiva afetiva e inclusiva relacionada à terra, à natureza, às
ancestralidades e ao papel das mulheres na construção da vida social e cultural
brasileira. A exposição também revisita simbolicamente o lema da bandeira
nacional, recuperando a ideia de “amor” presente na formulação original
associada a Auguste Comte. Em Brasilina, amor aparece como princípio, ordem
como base e progresso como fim.
Mais do que apresentar obras sobre o Brasil, Brasilina cria um espaço de encontro e reflexão, no qual diferentes perspectivas podem coexistir. O projeto, que tem produção de Elaine Pinheiro, conta ainda com um programa educativo desenvolvido pela arte-educadora Tatiana Rosa, ampliando a experiência da exposição e aproximando arte, cultura e reflexão.
SERVIÇO
Brasilina __ poéticas de uma nação mátria
Realização:
Decoranea e 1COMUM Coletivo
Idealização:
Isabela Castello e Fernando Caseira Nicolau
Curadoria: Isabela Castello e
Isabel Portella
Local:
Galeria do Centro Cultural SESI – Jardim da Penha, Vitória – ES
Período:
até 31 de outubro de 2026
Visitação:
terça a sábado, das 10h às 20h
Entrada:
Gratuita
Classificação:
Livre
Créditos:
Claudia Kucharsky | A4&Holofote Comunicação
* Este conteúdo foi enviado pela assessoria de
imprensa

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